Painel informativo.

- TRÊS VEZES ADMIRÁVEL pela grandeza de sua posição junto à Trindade, como filha predileta do Pai, Mãe do Filho e Esposa do Espírito Santo. Também por ser Mãe de Deus, Mãe do Redentor e Mãe dos Remidos.'

MISTERIOS DE

O Santo Rosário compreende a meditação dos vinte mistérios da Fé Católica, divididos em quatro grupos de cinco mistérios - denominados Terço - e nos leva diariamente ao estudo e meditação profunda da Palavra Sagrada da Bíblia e das passagens mais importantes do Evangelho. Aos mistérios originais, recentemente o Papa João Paulo II instituiu novas meditações, sendo que os mistérios do Santo Rosário são:
Mistérios Gozosos - Natalidade e crescimento de Jesus
Mistérios Dolorosos - Agonia, sofrimento e morte: Amor aos pecadores
Mistérios Gloriosos - Vitória, Salvação, Proteção
Mistérios Luminosos - A humildade, os milagres e o eterno Amor

VOCÊ É ESPECIAL!

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ORAÇÃO OFICIAL DO TERÇO DOS HOMENS MÃE RAINHA





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Rumo a 2014 - Ano do Santuário (2011 -2012)


2. Como viver este Ano do Santuário?

Ao início deste ano, agradecemos a Deus o dom do Santuário Original, em Schoenstatt, do qual nasceu uma rede de Santuários pelo mundo e que chegou até nós. Ainda mais conscientes do mistério do Santuário de Schoenstatt, somos convidados a ir beber das suas fontes e fazer dele a nossa missão evangelizadora, no meio dos desertos do nosso tempo. Podemos sugerir alguma pistas para este caminho:
• Visitar mais vezes o Santuário com fé na presença de Maria e na sua fecundidade que quer ver Jesus nascer em nós. Podemos fazê-lo pessoalmente, em grupo ou em família;
• Promover os “Santuários – lar” para a realização da missão de Maria nas famílias;
• Indicar a outros o caminho ao Santuário, como lugar de encontro com Deus e com uma comunidade familiar;
• Na pastoral do Santuário e nos diversos Ramos do Movimento, promover iniciativas para redescobrir o mistério do Santuário de Schoenstatt e fazer dele uma opção fundamental um meio privilegiado para a evangelização;
• Colaborar na Campanha da Mãe Peregrina que possibilita que as graças do Santuário cheguem a tantos lugares;
• Cooperar activamente para a fecundidade do Santuário. Pela Aliança de Amor com Nossa Senhora, comprometemo-nos a viver o lema: “Nada sem ti e nada sem nós.”


A nossa cooperação é o que chamamos “Capital de Graças”, são as nossas ofertas de amor que unem o dia-a-dia com Deus: o esforço pela santidade, a nossa auto – educação, as alegrias, as dificuldades, o amor ao próximo, a vida de oração e os pequenos e grandes sacrifícios.
A caminho de 2014, somos todos convidados a viver este ano com criatividade para renovar a Aliança de Amor e a partir do Santuário, sermos instrumentos de Maria para a realização da Sua missão no nosso tempo.


Tua Aliança, nossa missão! … Teu Santuário, nossa missão!


Padre José Melo
Director Nacional do Movimento de Schoenstatt



O SÍMBOLO DO PAI estará no Brasil de agosto a dezembro de 2011


Um ponto marcante na preparação do grande jubileu da Aliança em 2014 é a peregrinação do Símbolo do Pai para o Santuário original por todos os países onde está radicado o Movimento de Schoenstatt.
Logo após o encerramento da “Conferência 2014”, já no dia 18 de fevereiro de 2009, o símbolo iniciou sua peregrinação pelas comunidades no lugar Schoenstatt. Entretanto já visitou vários países e estará no Brasil no segundo semestre de 2011, visitando nossos 22 Santuários. A previsão é que permaneça uma semana junto a cada Santuário.

Como Família de Schoenstatt do Brasil, queremos incluir-nos neste grande momento de graças, preparando nosso coração para recebê-lo e para enriquecê-lo com o nosso Capital de Graças.

Roteiro de viagem do Símbolo do Pai:
Julho
05/06 Chegada a Porto Alegre/RS
07/13 Santa Cruz do Sul/RS
14/20  Porto Alegre          
21/27  Santo Ângelo
        
Agosto

28/07 a 03 Frederico Westphalen
04/06 Itaára               
07/17 Santa Maria       
18/24 Santa Catarina (Criciúma, Florianópolis, Jaraguá do Sul, Joinvile)
25/31 Curitiba/PR  
                              
Setembro
01/07 Guarapuava
08/14 Cornélio Procópio  
15/21 Jacarezinho
22/27 Londrina   
29 a 05/10  Vila Mariana/SP
Outubro
06/12 Jaraguá
13/19  Araraquara
20/02/11 Atibaia
Novembro
03/09 Poços de Caldas/MG 
10/16 Belo Horizonte/MG 
17/23 Rio e Janeiro             
24/29 Brasília                        
Dezembro
01/07 Salvador
08/14 Fortaleza/CE        
15/20 Recife/PE               
21/27 Garanhuns/PE
28 Vai a Santa Maria de onde será buscado pela Argentina
CONHEÇA MAIS SOBRE O SÍMBOLO DO PAI




Símbolo do Olho de Deus

Nos primeiros séculos do cristianismo a arte cristã não se ocupou em representar Deus. As pinturas, ícones ou esculturas diziam respeito a Jesus Cristo, a Nossa Senhora e aos santos. A partir da Idade Média aparecem as primeiras representações, salientando Deus criador, envolto em nuvens, em grande majestade e poder, tendo a mão direita estendida e o dedo anular apontando o universo.É a mão direita de Deus que opera prodígios, segundo a expressão: Digitus Dei est hic. [Vulgata, Êxodo 8.19] O dedo de Deus está aqui. Em muitas oportunidades Deus foi representado simplesmente pela mão saindo de uma nuvem. É a mão direita de Deus que opera prodígios, segundo a expressão: Digitus Dei est hic. [Vulgata, Êxodo 8.19] O dedo de Deus está aqui. Em muitas oportunidades Deus foi representado simplesmente pela mão saindo de uma nuvem. Nos séculos XVIII e XIX, Idade Contemporânea, a arte cristã começou a representar o olho como símbolo de Deus, nas igrejas e capelas, especialmente nos portais, acima dos púlpitos, nos altares e nas pinturas do teto. O olho de Deus geralmente era representado no meio de raios luzentes, também sobre uma nuvem e, em geral, associados a um triângulo simbolizando a Santíssima Trindade.
Era o esforço da Igreja para trazer novamente ao coração e à vida do homem a realidade da presença de Deus, numa época marcada pela fuga de Deus.O olho de Deus geralmente era representado dentro de um triângulo. Os ângulos iguais do triângulo servem muito bem para explicar o mistério de Deus uno e trino. Um só Deus, em três pessoas: Pai, Filho e Espírito Santo. Não são três Deuses, mas um só.
“A unidade divina é trina”, diz-nos o catecismo da Igreja católica, no nº 254. No centro do triângulo está o olho, representando a onipresença de Deus, à qual nada fica oculto aos seus olhos, tal como lemos na Escritura.
1. “Os olhos do Senhor observam os caminhos do homem e vigiam todos os seus trilhos.” (Provérbios 5,21)

2. “Os olhos do Senhor são infinitamente mais luminosos do que o sol, vêem todos os caminhos dos homens e penetram os lugares mais secretos. Antes de serem criadas, ele já conhecia todas as coisas.” (Eclesiástico 23,19s)

3. “Teus olhos viam como fui formado. No teu livro estão todos inscritos os dias que foram fixados e cada um deles nele figura.” (Cf. Salmo 139, 16)

Desde quando temos o símbolo do olho de Deus nos Santuários de Schoenstatt?


Sua história teve início na América do Sul, quando, em 1947, nosso Pai e Fundador visitou as Províncias das Irmãs. Cada Província escolheu seu ideal e fez a sua bandeira. A Província do Uruguai/ Argentina, que desejava ser Família de Nazaré, Província do Pai, resolveu bordar na bandeira também um olho de Deus Pai. Na Noite de Natal de 1948, junto com o Pai e Fundador, colocaram um Símbolo do olho de Deus Pai no Santuário. Este primeiro símbolo, feito em madeira, foi pintado pela artista Irma Ulmer. Nosso Fundador alegrou-se muito com isto e deu grande importância a esse acontecimento, porque expressava o surgir de uma corrente de Pai na Família, isto é, de Deus como Pai, mas também uma corrente em torno do Fundador como Pai desta Família. Em 1950, a Província das Irmãs chamada Providentia em Metternich, Alemanha, da qual Irmã Emílie era Provincial, também colocou, na noite de Natal, o Símbolo de Deus Pai, no Santuário, pelas mãos do Padre Kentenich. Como Província Providência escolheram o olho de Deus, para expressar que deviam viver sob o olha amoroso de Deus Pai, providente.
Iniciava, nesta época, na Família, uma corrente do Pai e com ela também o impulso de expressá-la por uma imagem, um símbolo visível..
Além destes dois Santuários, nosso Pai e Fundador entronizou o olho do Pai, nos seguintes Santuários:

em 1952 em Santa Maria/RS,
em 1952 em Florencio Varela, Argentina,
em 1966 na Liebfrauenhöhe, em Colônia e no Monte Schoenstatt,
em 1967 em Dietershausen.
                

Qual é, pois, a originalidade do símbolo de Deus, em Schoenstatt?         



Enquanto a arte e a literatura cristãs falam do olho de Deus, nós acentuamos que este é um olho do Pai. Nesta terminologia se expressa algo decisivo: esta é a missão de nosso Pai e Fundador, e todos nós participamos dessa missão de anunciar a imagem de Deus como a imagem do Pai. O olho de Deus não é o olho de um juiz severo, mas o olho de um Pai. Certa vez, nosso Pai Fundador disse, aqui no Brasil, que este olho não é o do “policial”, que quer pegar-nos em flagrante. É o olhar amoroso do Pai que contempla seu filho querido. E nos ensinou que deveríamos viver da pequena verdade: “O Pai me vê, o Pai me ama, o Pai precisa de mim!”


O Pai me vê: “Acho que deveis dizer muitas vezes: Ele me vê, ele sabe de mim. Ele não me vê com um olho de fiscal ou policial, mas com os olhos de um amigo, de um Pai. Por isso, nunca estou sozinho... Ele me vê. Mais ainda: Ele não me vê à distância. Ele me vê, porque está em torno de mim, está comigo. Recordemos: onipresença de Deus, quer dizer: Deus está em toda a parte, não só por seu ser e seu poder. Deus está mais próximo de mim do que o ar que respiro ou a água, na qual estou nadando. Onde eu estou e o que eu fizer, Deus, meu Pai, está a me ver... Se é verdade que ele me vê, é verdade, também, que eu o vejo. Ambos os olhares devem encontrar-se constantemente. Não só os olhares dos olhos, mas também os do coração (J. Kentenich, Santa Maria, abril de 1948).




Esta pequena frase “o Pai me vê, me ama, precisa de mim”, é aplicável ao bom Deus, mas também à Mãe de Deus e ao nosso Pai e Fundador! Trata-se de uma linguagem simbólica, característica do pensar orgânico, que une harmoniosamente o natural e o sobrenatural, a idéia e a vida, a causa primeira (Deus) e a causa segunda (o homem e todo o criado).
Como filhos de Schoenstatt: temos um Pai, uma Mãe e uma missão! E para esta missão, o Fundador precisa de nós! Cada um de nós deveria dizer: Eu sou Schoenstatt! Nada em Schoenstatt deve acontecer sem a minha colaboração! Sim a Mãe de Deus e nosso Pai Fundador precisam de cada um de nós! Este é o grande sentido do Capital de Graças. Tudo o que fazemos é colocado nas mãos da Mãe de Deus para que ela atraia a si os corações, os transforme e leve a Jesus.
Certa vez, falando da Mãe de Deus, Padre Kentenich explicou: “Ela nos vê como por um espelho. Ela não é onipresente, como Deus, mas, em Deus, ela nos vê e nos acompanha e sabe tudo de nós”. O mesmo pensamento pode ser aplicado ao nosso Fundador. Em Deus ele nos vê, nos acompanha, sabe e quer saber tudo sobre nós.
A Igreja ensina que as pessoas que morreram continuam sua missão a partir da eternidade. Nosso Pai e Fundador, que recebeu de Deus o carisma e a missão da paternidade, continua a acompanhar seus filhos a partir do céu.
E quando recebermos o símbolo de Deus Pai, acreditamos que, nele, também nosso Pai e Fundador nos visita, vem buscar o nosso capital de graças e nosso empenho por Schoenstatt, para o grande jubileu da Aliança!
Nós não separamos o bom Deus dos homens e nem os homens do bom Deus. Nós os vemos tudo numa unidade. Para que seja mais fácil para nós crermos no amor de Deus Pai, Deus nos enviou um transparente dele: nosso Pai e Fundador. Em Deus ele nos vê! Podemos vê-lo também representado no símbolo do Pai, neste sinal encontrá-lo, e presentear-lhe nosso coração. Podemos dizer que pelos olhos de nosso Pai e Fundador, os olhos paternos de Deus nos contemplam.
No decorrer de sua vida, nosso Pai queria proporcionar a inúmeras pessoas o infindamente grande amor paternal de Deus. Agora, do céu, independente de espaço e tempo, ele pode desempenhar esta atividade.
Em todos os Santuários o olho do Pai nos lembra que ali nosso Pai nos espera, ele quer acolher-nos profundamente em seu coração e, juntamente com a Mãe de Deus, transformar-nos em filhos do Pai, livres e felizes.
Texto: Irmãs de Maria


Começa a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos 2011


A Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos (SOUC) começou no último domingo, dia 5. A iniciativa, que tem como principal objetivo reunir irmãos de fé em prol da unidade cristã deve movimentar igrejas em todo o Brasil. O Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (CONIC), em nota assinada pelo seu presidente, o bispo de Chapecó (SC), dom Manoel João Francisco, e pelo secretário geral, reverendo Luiz Alberto Barbosa, anima o engajamento de todas as comunidades na SOUC.

“Queremos convidá-lo, juntamente com a sua Comunidade Eclesial, a realizar conosco a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos 2011. Como é costume no hemisfério sul, ela vai ser celebrada entre as festas de Ascensão e Pentecostes, um período bem simbólico para as comunidades cristãs e, neste ano, ocorrerá do dia 5 ao dia 12, com o tema “Unidos no ensinamento dos apóstolos, na comunhão fraterna, na fração do pão e nas orações” (Cf. Atos 2,42). Somos motivados a fazer desta Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos mais um momento importante na vida do movimento ecumênico brasileiro”, destacou a nota assinada pela presidência do CONIC.

Na opinião do secretário geral, reverendo Luiz Alberto, a SOUC 2011 promete ser um marco. “Estou muito esperançoso de que a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos deste ano será muito positiva. Temos recebido ligações de todas as partes para a obtenção de informações acerca da comemoração. Percebo que o interesse das comunidades em celebrar a SOUC tem crescido ano a ano, fato que nos deixa muito contentes e, ao mesmo tempo esperançosos de, um dia, ver a unidade reinar suprema diante de todo o povo cristão”, afirmou.

“A Semana de Oração 2011, que termina no dia 12, demonstra a unidade, apontando que a fé cristã possui centros comuns como, por exemplo, os Apóstolos, que foram responsáveis por compilar os ensinamentos de Jesus Cristo. Vale lembrar que cada paróquia, região, sínodo, diocese e afins possuem programações específicas para a comemoração da SOUC”, destacou o presidente do CONIC, dom Manoel João Francisco.

No site da Santa Sé, na parte do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos, há um subsídio preparado para a Semana 2011, e nele [subsídio] constam textos bíblicos; introdução à celebração ecumênica; roteiro de celebração; reflexões bíblicas e orações para os oito dias; textos históricos; cronologia dos temas das SOUC e outros materiais.

Os primeiros passos para que começasse a ocorrer anualmente a Semana de Oração foi dado há exatamente 101 anos, na cidade escocesa de Edimburgo, quando teve início a Conferência Missionária Mundial, um encontro que tinha como objetivo propor a unidade dos cristãos para a missão. Para povos não cristianizados, era difícil compreender divergências doutrinais entre pessoas que seguiam um mesmo credo religioso, sob a égide de um só Cristo. Daí a proposta de criar uma unidade dialogal entre comunidades cristãs de diferentes tradições teológicas.

O princípio que regia essa ideia, em última análise, era simples: muito mais é o que nos une do que aquilo que nos separa (Mc 9,40). A partir de então, houve um esforço coletivo das igrejas presentes nesta conferência de exaltar o diálogo e minimizar o confronto, pois todos levavam a mesma cruz, o mesmo amor e, consequentemente, compartilhavam um só objetivo: anunciar as boas novas do Salvador (Mt 10,7).

Fonte: CNBB



Retiro para Coordenadores Diocesanos e Paroquiais da Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt e Lideranças do Movimento Apostólico de Schoenstatt.

Convite

Convidamos V.Sa para participar do retiro anual de formação destinado a Coordenadores e Lideranças do Movimento Apostólico de Schoenstatt sobre o tema Os Três Pontos de Contato, ou seja, o Santuário, a Mãe Três Vezes Admirável e o Pe Kentenich.
Palestristas: Pe. Pedro, Ir. M. Salete, Ir. M. Denise
Local: Casa de Retiro Nossa Senhora das Graças, R. Boa Vista, 571 - Aracapé, Fort-CE. (vide localização no site: www.casaderetiro.com.br)
Para os que vêm de localidades fora de Fortaleza, a saída para o local será em frente à Rodoviária, às 16:00hs.

Data: 30 e 31/07 a 01/08/2010 (- recepção dia 30/07 às 17:00 hsj - encerramento 01108 com almoço às 12:30 hs).

Custo total: R$110,00 por pessoa. (Cobre hospedagem, inscrição e refeições a partir do jantar de sexta-feira até o almoço de domingo). Levar lençol e toalha.

Prazo de confirmação: as inscrições deverão ser feitas até 17/07/2010 mediante o envio da ficha de inscrição, devidamente preenchida, acompanhada do comprovante de depósito no valor de R$ 110,00.
O depósito deverá ser feito na conta bancária: Bradesco (237) Agencia (747-1) conta corrente ( 5100-4).

A ficha de inscrição e recibo de deposito deverão ser remetidos, via fax, correio ou e-mail, ao seguinte endereço:
Fax: (85) 3242-4269
E-mail: ir.fortaleza@uol.com.br Correio: Ir. M. Salete Gossler R. Jose Napoleão, 403 Ap 301 Bairro: Meireles

60170-210 - Fortaleza - CE

Contatos: Conselho Diocesano (85) 8879-4475 - Otávio;
(85) 3242.4269 e (85)9603-4848 - Ir. M. Salete

Em Mossoró para outras informações procurar o Casal Coordenador Diocesano do Movimento o Sr. Francisco Rosado e a Sra. Leni Fernandes - Tel: (84)9411-3330 ou (84)3317-2101



‘25 anos de morte de João Pozzobon: na estrada um marco,
no céu a glória, na terra a missão’



Como acontece há 25 anos, cerca de uma centena de peregrinos refizeram a última peregrinação do Servo de Deus João Luiz Pozzobon, ao amanhecer do domingo, 27 de junho. O clima quente e com muito vento (típico de Santa Maria) não lembrava em nada a manhã fria e nevoenta do dia da morte de João Pozzobon, em 1985.



Pontualmente às 6h o grupo partiu em peregrinação da Casa Museu João Luiz Pozzobon entre cânticos e a oração do terço. Três pequenas reflexões, antes da partida, no lugar do acidente e diante do Santuário, ajudaram os peregrinos a conscientizarem-se da importância histórica deste momento. Na homilia da Missa, celebrada logo na chegada da procissão, Pe Argemiro Ferraccioli, vice-postulador da causa de canonização de João Pozzobon e assessor da Campanha da Mãe Peregrina no regional sul, explanou sobre o lema que a equipe organizadora elaborou para esse dia, ‘João Pozzobon: na estrada um marco, no céu a glória e, na terra, a missão’.



Com muita propriedade Pe. Argemiro mostrou como os passos de João Pozzobon se tornaram marco na caminhada da Igreja neste tempo ‘pós-Aparecida’, passos dignos de serem seguidos. Por outro lado, também pelo seu exemplo de vida e pelas inúmeras graças alcançadas por seu intermédio, temos a certeza de que ele está na glória do céu. A nós, que continuamos a obra por ele iniciada, resta-nos – na terra – assumir com ele e como ele a missão.



Um brilho especial à celebração foi dado por um grupo de 10 seminaristas dos Padres de Schoenstatt – de diversas nacionalidades – que estava já há uma semana em Santa Maria, seguindo os passos de nosso Pai Fundador e de seu fiel aluninho João Pozzobon.



A celebração do jubileu de prata do ‘nascimento para o céu’ de João Pozzobon se repetirá em setembro, então num âmbito maior, dentro das celebrações dos 60 anos da Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt. Para esta data, 10 a 12 de setembro, são esperados cerca de 300 peregrinos de diversas partes do Brasil, da Argentina e do Uruguai. O encerramento e ápice da festa será no domingo, 12 de setembro, na tradicional ‘Romaria da Primavera’, na qual, se estima, participarão cerca de cinco mil peregrinos.

Anos de jubileus são anos de graças especiais. Que essas graças nos ajudem a seguir os passos do ‘pobre peregrino’ João Pozzobon.





Maior estátua religiosa do mundo é inaugurada em Santa Cruz


Estátua de Stª Rita em Santa Cruz-RN


Após mais de três anos de obras, o Santuário de Santa Rita de Cássia, em Santa Cruz, foi inaugurado no sábado (26).

Público presente no sábado da inauguração
Programação para hoje domingo(27) começará cedo, com a missa das 7h na igreja e início das visitações, incluindo uma missa às 17h30 no pátio da matriz, que será transmitida pela Rede Vida para todo o Brasil.

A estátua é a maior imagem católica do mundo, medindo 56 metros de Santa Rita de Cássia (incluindo o pedestal com 6 metros). A obra teve um investimento de aproximadamente R$ 6 milhões, com recursos municipais, estaduais e federais.

Para se ter ideia de suas dimensões, o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, mede 38 metros, contando com o seu pedestal. Considerando a medida sem os pedestais, a Santa Rita e o Cristo medem 50 e 30 metros, respectivamente. Vinte metros de diferença.

Além da imagem, o complexo “Alto de Santa Rita” conta com capela, auditório para 225 pessoas, restaurante, lanchonete, banheiros, estacionamento e salas para pequenos socorros. A maquete da obra está exposta na Igreja Matriz de Santa Cruz.

Como o pátio tem capacidade para 2 mil pessoas, os párocos da cidade estão orientando os fiéis da cidade a darem lugar para os romeiros no primeiro dia dos festejos. Para acolher com segurança os visitantes, uma estrutura está sendo montada pela Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Secretaria Municipal de Saúde de Santa Cruz e Serviço Móvel de Atendimento à Urgência (Samu).

O Corpo de Bombeiros está com um efetivo de 60 homens para esses dois dias de evento e disponibiliza três ambulâncias, uma unidade de resgate e uma viatura de combate a incêndio.

A equipe da Saúde montará postos médicos no alto do complexo e no estacionamento e uma unidade móvel de assistência ao lado da Igreja Matriz.

Fonte: http://romeudantas.blogspot.com/



A lei que instituiu o DIA DO TERÇO DOS HOMENS NO ESTADO DA PARAÍBA, conforme Diário Oficial do dia 09 de Maio de 2010:

"LEI Nº 9.113 DE 07 DE MAIO DE 2010"
AUTORIA: DEPUTADO BRANCO MENDES

Dispõe sobre a instituição do DIA DO TERÇO DOS HOMENS NO ESTADO DA PARAÍBA.

O GOVERNADOR DO ESTADO DA PARAÍBA:
Faço saber que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a seguinte lei:
Art. 1º - Fica instituido o Dia do Terço dos Homens no Estado da Paraíba, a ser celebrado, anualmente, no dia 7 de outubro.
Parágrafo Único - As comemorações alusivas ao Dia do Terço dos Homens, de que trata esta Lei, passam a integrar o Calendário Oficial do Estado.
Art. 2º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Art. 3º - Revogam-se as disposições em contrário
PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DA PARAÍBA, em João Pessoa, 07 de maio de 2010; 122º da Proclamação da República.

José Targino Maranhão
Governador




CONVITE

Estimados Irmãos no Sacerdócio


Prezado irmão no sacerdócio!
Com muita alegria, queremos convidá-lo para participar de um encontro no qual estaremos apresentando o Movimento Apostólico de Schoenstatt e sua proposta ascético-pedagógica, que pode ajudar-nos a viver melhor nossa identidade e espiritualidade diocesana.


“A participação do seminarista e do presbítero diocesano em espiritualidades particulares ou agregações eclesiais é um fator benéfico de crescimento e de fraternidade espiritual sempre que estas espiritualidades favoreçam o exercício do ministério e a vida espiritual que são próprios do sacerdote diocesano” = (Dom Cláudio Hummes, Cardeal Prefeito da Congregação para o Clero – Palestra para os padres na Jornada Sacerdotal do XVI Congresso Eucarístico Nacional – 14 de maio de 2010)


Neste ano 2010, nos quais ressoam ainda os apelos do Ano Sacerdotal bem como nossa alegria pelo centenário da Ordenação Presbiteral do Servo de Deus, Padre José Kentenich, fundador da Obra Internacional de Schoenstatt, este encontro deseja ser uma contribuição de Schoenstatt para o ministério presbiteral diocesano.


Contamos com a sua participação para que, a sombra do Santuário, possamos crescer mais no conhecimento da Campanha da Mãe Peregrina e da espiritualidade de Schoenstatt. Seja bem vindo!


Data do encontro = dias 24 e 25 de agosto, início às 9 horas do dia 24
Local = Santuário da Mãe Rainha em Garanhuns
Hospedagem no Seminário de Garanhuns
Observações = pedimos a confirmação da sua presença com Irmã M. Denise - E-mail: ir.denise@yahoo.com.br; telefone: (87) 3762-6748; cel: 91011488; 99270511.


Atenciosamente,
Instituto Secular dos
Sacerdotes Diocesanos de Schoenstatt


____________________________________________


2010
25 Anos de morte do Servo de Deus
João Luiz Pozzobom

Centenário de Ordenação sacerdotal
do Pe. José Kentenich

60 Anos da Campanha da Mãe
Peregrina de Schoenstatt

Que seja parea todos nós um ano de graças especiais rumo à grande festa do centenário da aliança de Amor de 18 de Outubro de 2014.

No mês passado, com toda a Igreja encerramos o Ano Sacerdotal. Neste mesmo espírito de valorização e empenho pelos sacerdotes, a Família de Schoenstatt tem a alegria de celebrar, neste mês, o centenário da ordenação sacerdotal de seu Fundador, o Pe. José Kentenich.
Ordenado em 1910, em Limburgo/ Alemanha, Pe. José Kentenich teve uma vida sacerdotal ricamente abençoada. Seu principal biógrafo, Pe. Engelbert Monnerjahn, escreve sobre ele: "Durante toda a sua vida considerou a ordenação sacerdotal, recebida no dia 8 de julho de 1910, com um radicalismo irrevogável, como entrega total a serviço de Cristo e assim, a serviço da Igreja. A Igreja foi seu grande amor. Por isso, em sua vida e em sua atuação, como sacerdote, deu a máxima importância não só à sua vontade e à sua obra, mas à vontade e à obra de Deus, o que vale dizer, à obra da Igreja" (do livro: Uma Vida pela Igreja, 17).
O seu grande amor pela Igreja ficou eternizado na frase que - a seu pedido - foi gravada em seu túmulo: Dilexit Ecc/esiam (do latim: 'Ele amou a Igreja').
Como Fundador, Educador e pregador de retiros, Pe. Kentenich teve uma grande influência na vida de muitos sacerdotes. Também em nossa Pátria, de 1947 a 1952, centenas de sacerdotes participaram de seus cursos de retiros.


Retiro pregado pelo Pe. Kentenich
a sacerdotes em Santa Maria/RS


Numa conferência, em 9 de agosto de 1937, na suíça, Pe. Kentenich apresentou o sacerdote como alguém chamado por Deus, consagrado a Deus, enviado por Deus. Cada uma destas expressões pode ser aplicada a sua vida e atuação como Fundador e sacerdote.


Chamado por Deus


É Deus quem chama e coloca no coração do sacerdote a sua vocação. Assim já indica o significado da palavra 'vocação' (vem do verbo latim vocare, que quer dizer 'chamar/). É um chamado de Deus. Não é mérito da pessoa vocacionada (quer dizer, chamada), por isso, ninguém pode dizer que 'merece' sua vocação. Ela é presente de Deus.
Aos doze anos José Kentenich revelou à sua mãe o desejo que trazia no coração: tornar-se sacerdote. Precisou enfrentar muitas dificul¬dades, até realizar esse ideal em 8 de julho de 1910.
Em toda a sua vida, permaneceu cosciente do valor e da dignidade de sua vocação. Pode-se dizer que foi 100% padre, não importando a situação em que se encontrasse. Especialmente marcante foi seu testemunho de vida como prisioneiro do Campo de Concentração nazista em DachaujAlemanha. Um sacer¬dote, prisioneiro com ele, teste¬munha:
"Quando estive em Dachau, impressionou-me profundamente uma personalidade marcante: foi o Pe. José Kentenich. Naquele tempo, dava cada noite uma pequena palestra para os seus companheiros de sacerdócio, quando já estavam recostados em suas camas. Logo, senti-me atraído por ele e o escolhi como meu confessor. Eu não me recordo que entre nós tenha existido algum sacerdote que tivesse tal irradiação como o Pe. Kentenich. "
o neo-sacerdote Pe. José Kentenich

Consagrado a Deus



Pelo sacramento da ordem, o sacerdote é consagrado, retirado do meio do mundo, para viver em união com Deus no serviço ao seu povo. Por esta consagração, o sacerdote é inserido no sacerdócio de Cristo, único Mediador entre Deus e a humanidade.
Toda a atuação de um sacerdote realiza-se 'em, por e com Cristo', quer esteja no altar, no confessionário, no púlpito.


Consagrado à Mãe de Deus desde o ventre materno, educado e conduzido por ela, Pe. José Kentenich viveu esta profunda unidade com Jesus.
Repetidas vezes afirmou que a celebração da Santa Missa era o centro da sua vida, o momento mais importante do dia. Ele foi fiel à Santa Missa diária, mesmo tendo que arriscar a própria vida, como ao celebrar clandestinamente na prisão nazista de Coblençaj Aleman ha.
Deus confirmou essa vida de consaqracão ao oermitir Que ele



morresse num domingo, logo após a celebração da eucaristia, ainda na sacristia da Igreja da Santíssima Trindade, em SchoenstattjAlemanha. Esse lugar do repouso de seus restos mortais tornou-se lugar de oração para muitas pessoas que buscam a sua intercessão.



Enviado por Deus



Como o Pai enviou Jesus para realizar o plano da redenção, Cristo enviou seus apóstolos e hoje envia seus sacerdotes, para anunciar o Evangelho.
Todo sacerdote fala em nome de Jesus. É enviado em nome do Senhor para consolar, orientar, corrigir, acolher. Em Cristo, é chamado a ser mestre, médico, pastor. À medida que vive sua vocação, ajuda a criar e a gerar vida, é como um pai, reflexo da paternidade de Deus. Por isso, é chamado de 'padre', que quer dizer pai.
Pe. José Kentenich tinha um pronunciado carisma paternal, não criado ou inventado pela sabedoria humana, mas fruto de um dom de Deus. Por isso, dentro do Movimento de Schoenstatt, é conhecido sim¬plesmente como 'Pai e Fundador'.
Sua consciência de missão levou¬o a muitos países (muitas vezes à nossa Pátria!), para anunciar - como ele mesmo afirmava - a missão da querida Mãe de Deus, como Auxiliar permanente de Jesus. Muitas pessoas o caracterizaram como um 'profeta da Mãe de Deus', que não se cansava de viver e anunciar a Aliança de Amor com Maria. É por causa de seu anúncio e fidelidade à missão, que celebramos, mensalmente, o 'Dia da Aliança'


O Pai me ama. Deus é amor, sua essência é amor. Todo amor verdadeiro procede do Pai. O Pai nos ama sempre! Não porque somos bons, perfeitos, belos, mas porque ele é Pai, porque gravou em nós os traços de seu Filho, Jesus. Em cada um de nós, Ele encontra o seu Filho muito amado.


O Pai precisa de mim. Sim, apesar de Deus ser todo poderoso, ele não quer atuar no mundo sem a nossa colaboração. Ele criou-nos livres e não nos salvará se nós não o quisermos. Ele precisa de nós para ir ao encontro do outro, para dizer-lhe que o ama. Deus precisa de nossa disponibilidade, de nosso empenho apostólico, do nosso sacrifício “para completar em nosso corpo o que falta à paixão de Cristo”.