Painel informativo.

- TRÊS VEZES ADMIRÁVEL pela grandeza de sua posição junto à Trindade, como filha predileta do Pai, Mãe do Filho e Esposa do Espírito Santo. Também por ser Mãe de Deus, Mãe do Redentor e Mãe dos Remidos.'

MISTERIOS DE

O Santo Rosário compreende a meditação dos vinte mistérios da Fé Católica, divididos em quatro grupos de cinco mistérios - denominados Terço - e nos leva diariamente ao estudo e meditação profunda da Palavra Sagrada da Bíblia e das passagens mais importantes do Evangelho. Aos mistérios originais, recentemente o Papa João Paulo II instituiu novas meditações, sendo que os mistérios do Santo Rosário são:
Mistérios Gozosos - Natalidade e crescimento de Jesus
Mistérios Dolorosos - Agonia, sofrimento e morte: Amor aos pecadores
Mistérios Gloriosos - Vitória, Salvação, Proteção
Mistérios Luminosos - A humildade, os milagres e o eterno Amor

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ORAÇÃO OFICIAL DO TERÇO DOS HOMENS MÃE RAINHA





HOJE SÁBADO MEDITAMOS OS MISTÉRIOS G0Z0S0S


1º MISTÉRIO: ANUNCIAÇÃO – O ANJO ANUNCIA A MARIA QUE ELA SERÁ MÃE DO FILHO DE DEUS – O SIM..
2º MISTÉRIO: MARIA VISITA SUA PRIMA IZABEL IDOSA QUE ESTAVA GRÁVIDA DE JOÃO BATISTA – ANUNCIANDO A BOA-NOVA...
3º MISTÉRIO: JESUS NASCE EM UMA GRUTA, EM BELÉM.
4º MISTÉRIO: APRESENTAÇÃO DE JESUS AO TEMPLO
5º MISTÉRIO: A PERDA E O REENCONTRO DE JESUS EM JERUSALÉM

Liturgia Diária

 
Primeira Leitura (At 6,1-7)
Responsório (Sl 32)
Segunda Leitura (1Pd 2,4-9)
Anúncio do Evangelho (Jo 14,1-12)

Evangelho (Jo 14,7-14)




— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 7“Se vós me conhecêsseis, conheceríeis também o meu Pai. E desde agora o conheceis e o vistes”. 8Disse Filipe: “Senhor, mostra-nos o Pai, isso nos basta!”
9Jesus respondeu: “Há tanto tempo estou convosco, e não me conheces Filipe? Quem me viu, viu o Pai. Como é que tu dizes: ‘Mostra-nos o Pai”? 10Não acreditas que eu estou no Pai e o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo, não as digo por mim mesmo, mas é o Pai que, permanecendo em mim, realiza as suas obras.
11Acreditai-me: eu estou no Pai e o Pai está em mim. Acreditai, ao menos, por causa destas mesmas obras. 12Em verdade, em verdade vos digo, quem acredita em mim fará as obras que eu faço, e fará ainda maiores do que estas. Pois eu vou para o Pai, 13e o que pedirdes em meu nome, eu o realizarei, a fim de que o Pai seja glorificado no Filho.14Se pedirdes algo em meu nome, eu o realizarei.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

As palavras de Jesus revelam o Pai.


Nos versículos anteriores, a intervenção de Tomé permitiu a Jesus dizer que ele é o caminho pelo qual se chega à vida verdadeira, vida que é dada no seu seguimento; é Jesus quem revela a verdade de Deus, pois ele é a “imagem do Deus invisível” (Cl 1,15). Para conhecer o Pai, é preciso passar por ele, que é a “porta” de acesso ao mistério de Deus. Agora, é a vez de Filipe; seu desejo é ver o Pai (cf. v. 8). “Conhecer” para o evangelho de João é entrar em comunhão. Somente entrando em comunhão com Jesus é possível conhecer Deus, viver na intimidade de Deus. A intervenção de Filipe revela a incompreensão dos discípulos ao mesmo tempo que permite a Jesus manifestar o seu desapontamento (v. 9). Notemos que a incompreensão dos discípulos é um traço presente nos quatro evangelhos. A falta de fé (v. 10) impede de ir além das aparências. Somente a fé permite reconhecer que diante de Jesus se está diante da presença de Deus. As palavras de Jesus revelam o Pai; o que Jesus realiza, as suas obras, dão testemunho de sua comunhão com o Pai.

Carlos Alberto Contieri.

17 de Maio - São Pascoal Baylon


São Pascoal Baylon
1540-1592

Pascoal Baylon nasceu na cidade de Torre Hermosa, na Espanha, em 16 de maio de 1540. Filho de uma família humilde, foi pastor de ovelhas desde muito jovem e, aos dezoito anos, seguindo sua vocação, tentou ser admitido no convento franciscano de Santa Maria de Loreto. Sua primeira tentativa foi frustrada, mas, em 1564, após recusar uma grande herança de um rico senhor que havia sido curado por ele e por causa dos seus dons carismáticos, ele pôde ingressar na Ordem.

Pascoal, por humildade, permaneceu um simples irmão leigo, exercendo as funções de porteiro e ajudante dos serviços gerais. Bom, caridoso e obediente às regras da Ordem, fazia penitência constante, alimentando-se muito pouco e mantendo-se em constante oração. Por causa de sua origem pobre, não possuía nenhuma formação intelectual, porém era rico em dons transmitidos pelo Espírito Santo, possuindo uma sabedoria inata.

Era tão carismático que a ele recorriam ilustres personalidades para aconselhamento, até mesmo o seu provincial, que lhe confiou a tarefa perigosa de levar documentos importantes para Paris. Essa viagem Pascoal fez a pé, descalço e com o hábito de franciscano, arriscando ser morto pelos calvinistas.

Defensor extremado de sua fé, travou grande luta contra os calvinistas franceses, que negavam a eucaristia. Apesar da sua simplicidade, Pascoal era muito determinado quando se tratava de dissertar sobre sua espiritualidade e conhecimentos eucarísticos.

Foi autor de um pequeno livro de sentenças que comprovam a real presença de Cristo na eucaristia e o poder sagrado transmitido ao sumo pontífice. Por isso foi considerado um dos primeiros e mais importantes teólogos da eucaristia.

Ele morreu no dia 17 de maio de 1592, aos cinqüenta e dois anos, em Villa Real, Valência. Em 1690, foi canonizado. O papa Leão XIII nomeou são Pascoal Baylon patrono das obras e dos congressos eucarísticos.

HOJE SEXTA-FEIRA MEDITAMOS OS MISTÉRIOS DOLOROSOS


1º MISTÉRIO: A AGONIA DE JESUS (Gêtsemani: vigilância, intercessão, oração)
2º MISTÉRIO: A FLAGELAÇÃO DE JESUS ATADO A UMA COLUNA
3º MISTÉRIO: A COROAÇÃO DE ESPINHOS
4º MISTÉRIO: JESUS CARREGA A CRUZ ATÉ O CALVÁRIO
5º MISTÉRIO: JESUS MORRE NA CRUZ

Liturgia Diária

 
Primeira Leitura (At 13,44-52)
Responsório (Sl 97)
Evangelho (Jo 14,7-14)

Evangelho (Jo 14,1-6)




— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 1“Não se perturbe o vosso coração. Tendes fé em Deus, tende fé em mim também. 2Na casa de meu Pai, há muitas moradas. Se assim não fosse, eu vos teria dito. Vou preparar um lugar para vós, 3e quando eu tiver ido preparar-vos um lugar, voltarei e vos levarei comigo, a fim de que onde eu estiver estejais também vós. 4E para onde eu vou, vós conheceis o caminho”.
5Tomé disse a Jesus: “Senhor, nós não sabemos para onde vais. Como podemos conhecer o caminho?” 6Jesus respondeu: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém vai ao Pai senão por mim”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

Só há um modo de vencer o medo, pela fé


O evangelho de hoje é parte do discurso de despedida de Jesus, que tem sua origem na última ceia (13,31–14,31). Evidentemente, o anúncio da paixão e morte de Jesus e a predição da traição de Judas deixaram os discípulos confusos, agitados, assustados. A finalidade do discurso de Jesus é encorajar os discípulos para que não desanimem nem percam a esperança diante de sua paixão e da morte injusta, violenta e escandalosa. Efetivamente, o medo, a perturbação e a frustração põem em risco a unidade e podem levar a abandonar o seguimento de Jesus e os ideais propostos. No momento da paixão e aos pés da cruz, somente uns poucos, segundo João, permaneceram: a mãe de Jesus, Maria Madalena, Maria de Cléofas e o discípulo que Jesus amava (19,25-27). Os demais fugiram! Só há um modo de vencer o medo, pela fé (cf. v. 1). A fé permite manter viva a palavra e a promessa do Senhor, mesmo nos momentos dramáticos da existência humana. Os discípulos são convidados a fazer um novo êxodo: do medo à fé; da perturbação à paz dada pela confiança na palavra de Jesus. É a promessa feita pelo Senhor (v. 3) que sustenta essa Páscoa.

Carlos Alberto Contieri.

16 de Maio - São João Nepomuceno


São João Nepomuceno
1330-1383

João nasceu em 1330, em Nepomuk, na Boêmia, atual República Checa. Apesar de os pais serem pobres e ter idade avançada, João conseguiu formar-se doutor em teologia e direito canônico na universidade de Praga, uma das mais modernas e avançadas da época, fundada pelo rei Carlos IV. Mas desde muito cedo João sabia que sua verdadeira vocação era o sacerdócio, a pregação.

Quando, finalmente, recebeu a unção sacerdotal, pôde colocar em prática o seu talento de orador sacro, e o fez de forma tão brilhante que foi convidado a ser capelão e confessor na corte, onde teve muito trabalho, pois o rei Venceslau IV era uma pessoa difícil e de mau-caráter. Mas a rainha e imperatriz Joana da Baviera era muito pia, bondosa e caridosa, e o tomou para diretor espiritual e confessor particular.

Não se sabe exatamente como foi seu martírio e como tudo ocorreu, mas o rei Venceslau, que desejava controlar a Igreja, não estava satisfeito com a possível chegada de um novo bispo, enviado por Roma a pedido da rainha.

A tradição lembra, porém, que o rei teria exigido que João violasse o segredo da confissão da rainha, coisa a que ele se negou e, por isso, foi torturado e morto. Depois, às escondidas, seu corpo foi jogado nas águas do rio Moldávia, em 16 de maio de 1383.

No dia seguinte, a população percebeu um cadáver boiando no rio, circundado por uma luz misteriosa com cinco estrelas. Ao recolhê-lo, reconheceram que se tratava do capelão João. A cidade toda, então, ficou sabendo o que acontecera com ele e reconheceu no rei Venceslau o autor daquela crueldade. Assim, em procissão, o corpo foi levado e enterrado na igreja da Santa Cruz, onde permanece até hoje.

Em 1729, ele foi canonizado. Hoje são João Nepomuceno é celebrado como o mártir da confissão e venerado por todos os habitantes da cidade de Praga.

HOJE QUINTA-FEIRA MEDITAMOS OS MISTÉRIOS LUMINOSOS


  A humildade, os milagres e o eterno Amor


1º MISTÉRIO: O BATISMO DE JESUS
2º MISTÉRIO: A AUTO-REVELAÇÃO DE JESUS NAS BODAS DE CANÁ
3º MISTÉRIO: O ANÚNCIO DO REINO DE DEUS
4º MISTÉRIO: A TRANSFIGURAÇÃO
5º MISTÉRIO: A INSTITUIÇÃO DA ESUCARISTIA

Liturgia Diária

 
Primeira Leitura (At 13,13-25)
Responsório (Sl 88)
Evangelho (Jo 13,16-20)

Evangelho (Jo 13,16-20)




— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.

Depois de lavar os pés dos discípulos, Jesus lhes disse: 16“Em verdade, em verdade vos digo: o servo não está acima do seu senhor e o mensageiro não é maior que aquele que o enviou. 17Se sabeis isto, e o puserdes em prática, sereis felizes.
18Eu não falo de vós todos. Eu conheço aqueles que escolhi, mas é preciso que se realize o que está na Escritura: ‘Aquele que come o meu pão levantou contra mim o calcanhar’. 19Desde agora vos digo isto, antes de acontecer, a fim de que, quando acontecer, creiais que eu sou.
20Em verdade, em verdade vos digo, quem recebe aquele que eu enviar, me recebe a mim; e quem me recebe, recebe aquele que me enviou”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

O discípulo é servo e a vida coerente com essa vocação é o caminho da felicidade.


É durante a última ceia e depois de lavar os pés dos discípulos que Jesus pronuncia essas palavras que lemos no evangelho de hoje. Tema semelhante ao enunciado no v. 16 encontramos em Mateus 10,24-25. Um dos aspectos do discurso de Jesus, depois de lavar os pés de seus discípulos, é apresentar o específico do discípulo. Em nosso caso há dois aspectos a ressaltar: o discípulo é servo e, como tal, renuncia a todo desejo de poder e prestígio. A consciência de sua condição de servo e a vida coerente com essa vocação é o caminho da felicidade. Na configuração da vida do servo ao seu Senhor está a felicidade. Para o relato, a predição da traição de Jesus por parte de um dos discípulos tem por finalidade prevenir os discípulos e, com isso, o leitor contra o escândalo que pudesse levar a certo esmorecimento, ao mesmo tempo que dá uma chave de leitura para compreender o fato (cf. Sl 41,10). É, inclusive, um modo de dizer que a Escritura se cumpre em Jesus. Até mesmo a traição pode ser ocasião de fé na pessoa de Jesus (cf. v. 19).

Carlos Alberto Contieri.

Santo Isidoro, um homem fiel e de perdão

Santo Isidoro
O santo de hoje nasceu em Madri (Espanha), no ano de 1030.

Ele era lavrador, um camponês. Vocacionado ao matrimônio casou-se com Maria Turíbia e tiveram um filho, o qual perderam ainda cedo.
Vida difícil e sacrificante, Isidoro santificou-se ao aprender a mística de aceitar e oferecer a Deus suas dores. Participava diariamente da Santa Missa e trabalhava para um patrão injusto e impaciente.
Santo Isidoro: um homem fiel, de perdão, que numa tremenda enfermidade não se revoltou. Consumiu-se por amor a Deus. Morreu aos 60 anos.
Santo Isidoro, rogai por nós!

HOJE QUARTA-FEIRA MEDITAMOS OS MISTÉRIO GLORIOSOS


 ( Vitória, Salvação, Proteção )

1º MISTÉRIO: A RESSURREIÇÃO DE JESUS
2º MISTÉRIO: A ASCENÇÃO DO SENHOR
3º MISTÉRIO: A DESCIDA DO ESPÍRITO SANTO SOBRE OS APÓSTOLOS
4º MISTÉRIO: A ASSUNÇÃO DE MARIA AO CÉU
5º MISTÉRIO: A COROAÇÃO DE MARIA POR JESUS E OS ANJOS (A serva fiel de Deus tornou-se Rainha)

Liturgia Diária

 
Primeira Leitura (At 1,15-17.20-26)
Responsório (Sl 112)
Evangelho (Jo 15,9-17)

Evangelho (Jo 15,9-17)




— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos:
9Como meu Pai me amou, assim também eu vos amei. Permanecei no meu amor. 10Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor, assim como eu guardei os mandamentos do meu Pai e permaneço no seu amor.
11E eu vos disse isto, para que a minha alegria esteja em vós e a vossa alegria seja plena. 12Este é o meu mandamento: amai-vos uns aos outros, assim como eu vos amei. 13Ninguém tem amor maior do que aquele que dá sua vida pelos amigos. Vós sois meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando. 15Já não vos chamo servos, pois o servo não sabe o que faz o seu senhor. Eu vos chamo amigos, porque vos dei a conhecer tudo o que ouvi de meu Pai.
16Não fostes vós que me escolhestes, mas fui eu que vos escolhi e vos designei para irdes e para que produzais fruto e o vosso fruto permaneça. O que então pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo concederá. 17Isto é o que vos ordeno: amai-vos uns aos outros.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

Amor como caminho da verdadeira felicidade.

A fonte do amor é o Pai. O Pai ama criando, gerando a vida, entregando o próprio Filho. É com esse mesmo amor que o Filho, a verdadeira videira, amado pelo Pai, nos ama. Uma das características do discípulo é que ele é aquele que permanece no e com o seu Senhor. Permanecer é estar arraigado, profundamente unido, a tal ponto de poder viver o mesmo dinamismo do amor. O amor não é uma ideia; ele engaja a pessoa amada e a que ama num compromisso profundo. O amor é entendido como o caminho da verdadeira felicidade. Esta é a finalidade de todo o discurso: “Eu vos disse isso, para que a minha alegria esteja em vós, e a vossa alegria seja completa”. Mas não nos esqueçamos de que esta alegria é alegria de Cristo, portanto, um dom. 


Carlos Alberto Contieri.

14 de Maio - São Matias


São Matias
Apóstolo
Século I

No capítulo I dos Atos dos Apóstolos vem narrada a eleição desse apóstolo, chamado a recompor o número dos Doze, após a defecção de Judas Iscariotes. Pedro sugeriu o método já posto em prática no Antigo Testamento: tirar a sorte entre dois candidatos. Eram estes José, cognominado o Justo, e Matias. Ambos preenchiam os requisitos para a missão apostólica.
“É necessário, pois, que, destes homens que nos acompanharam durante todo o tempo em que o Senhor Jesus viveu no meio de nós, a começar pelo batismo de João até o dia em que nos foi arrebatado, haja um que se torne conosco testemunha de sua ressurreição.” Antes de tirar a sorte, os apóstolos pediram: “Mostra, Senhor, qual foi que escolheste”. 
A sorte recaiu em Matias.
É conveniente saber que, antes de fazer parte do reduzido grupo dos apóstolos, reunidos à espera de Pentecostes, o escolhido seguiu Jesus desde o começo de sua vida pública, em meio ao grupo dos discípulos cujo número aumentava, e dia após dia foi testemunha da ressurreição. Depois da descida do Espírito Santo, igualmente para o apóstolo Matias teve início a missão de pregar o Evangelho na Judéia. Mas desde esse momento não houve mais notícias a seu respeito.
A tradição faz chegar até nós a imagem de um ancião, que segura uma alabarda — símbolo de seu martírio. Mas não é certo que tenha morrido mártir, assim como não se pode comprovar que haja morrido em Jerusalém — ou que santa Helena tenha levado suas relíquias a Tréveris, sob a guarda da abadia que traz seu nome.

Outros Santos e beatos:

santo Alvardo (†1043) — mártir, padroeiro de Oslo, sua cidade natal.
são Bonifácio — bispo de Ferentino, no século VI.
são Bonifácio de Tarso — martirizado em 307.
santo Engelmaro (†1096) — eremita e mártir da Bavária. 
santo Eremberto (†672) — monge beneditino francês, bispo de Tolosa.
santas Justa, Justina e Enedina (†130) — martirizadas em Cagliari.
santa Maria Domingas Mazzarello (1837-1881) — fundadora, com dom Bosco, do Instituto das Filhas de Maria Auxiliadora,*  que desenvolveu entre as meninas missão pedagógica similar a dos salesianos em relação aos meninos. Canonizada em 1951.
santa Maria Madalena de Canossa (1774-1835) — fundadora do Instituto das Filhas da Caridade, denominadas canossenses. Filha do marquês de Canossa, não teve uma infância feliz: ainda menina, morreu-lhe o pai e foi abandonada pela mãe, que se casou novamente. Após viver um período em Veneza como enfermeira, fundou em Verona a primeira casa de seu instituto consagrado à educação das meninas pobres e ao ensino do catecismo nas paróquias. Moça corajosa, ousou dizer a Napoleão, por ela hospedado em Verona: “Majestade, dai-me um dos conventos que mandastes fechar, e eu refarei a obra por vós desfeita”. Foi canonizada em 1988.
são Miguel Garicoïts (1797-1863) — filho de camponeses dos Pirineus, precisou trabalhar para custear seus estudos. Em 1823 recebeu a ordenação sacerdotal; a seguir, tornou-se pároco e professor de filosofia. Fundou em 1838, em Bétharram, a Congregação dos Padres Auxiliares do Sagrado Coração, voltada para as missões populares. Foi canonizado em 1947.

são Pacômio (290-346) — abade. A este santo — uma das figuras mais expressivas da história do monaquismo — deve-se a idéia de haver transformado a vida eremítica (que às vezes ocultava as ciladas do orgulho) em vida comum ou cenobítica, mediante o estabelecimento de autoridade e de disciplina que fixava uma regra contrária à anarquia dos eremitas. Pacômio nasceu em Tebaida (alto Egito). Serviu nas fileiras do exército romano, converteu-se ao cristianismo em 313 e foi viver como eremita. A experiência inspirou-lhe um novo método para seguir os conselhos evangélicos. Em 320 construiu o primeiro dos nove mosteiros para os quais ditou a primeira regra monástica que se conhece. Dirigiu as várias comunidades à maneira de um superior-geral moderno. À sua morte, havia nove mosteiros masculinos e dois femininos. Ignora-se o local de sua sepultura, pois, antes de morrer, fez com que o discípulo Teodoro lhe prometesse que esconderia seu corpo, a fim de evitar que sobre seu túmulo fosse construída uma igreja.

são Pascoal I (†824) — papa beneditino.
são Pôncio de Cimiez — mártir em 258, próximo de Nice. Sua sepultura, no Languedoque, deu origem à cidade de Saint-Pons.
santos Vítor e Corona — casal sírio martirizado em 176.

HOJE TERÇA-FEIRA MEDITAMOS OS MISTÉRIOS DOLOROSOS



1º MISTÉRIO: A AGONIA DE JESUS (Gêtsemani: vigilância, intercessão, oração)
2º MISTÉRIO: A FLAGELAÇÃO DE JESUS ATADO A UMA COLUNA
3º MISTÉRIO: A COROAÇÃO DE ESPINHOS
4º MISTÉRIO: JESUS CARREGA A CRUZ ATÉ O CALVÁRIO
5º MISTÉRIO: JESUS MORRE NA CRUZ

Liturgia Diária

 
Primeira Leitura (At 11,19-26)
Responsório (Sl 86)
Evangelho (Jo 10,22-30)

Evangelho (Jo 10,22-30)




— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.

22Celebrava-se, em Jerusalém, a festa da Dedicação do Templo. Era inverno. 23Jesus passeava pelo Templo, no pórtico de Salomão. 24Os judeus rodeavam-no e disseram: “Até quando nos deixarás em dúvida? Se tu és o Messias, dize-nos abertamente”.
25Jesus respondeu: “Já vo-lo disse, mas vós não acreditais. As obras que eu faço em nome do meu Pai dão testemunho de mim; 26vós, porém, não acreditais, porque não sois das minhas ovelhas. 27As minhas ovelhas escutam a minha voz, eu as conheço e elas me seguem. 28Eu dou-lhes a vida eterna e elas jamais se perderão. E ninguém vai arrancá-las de minha mão.
29Meu Pai, que me deu estas ovelhas, é maior que todos, e ninguém pode arrebatá-las da mão do Pai. 30Eu e o Pai somos um”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

“Eu e o Pai somos um”



Os judeus querem uma resposta clara, sem rodeios. No entanto, nenhuma resposta seria convincente: Se tu és o Cristo, dize-nos abertamente!” E em nenhum evangelho Jesus diz claramente ser o Messias. Ao invés de falar diretamente à questão, Jesus passa a falar de suas ovelhas. Lembremo-nos de que em todo o Antigo Testamento o povo de Israel se compara a um rebanho e Deus, a um pastor (cf. Sl 23[22]). As ovelhas que escutam a voz são as que conhecem o pastor. A afirmação de Jesus sobre a vida eterna estarrece os judeus, pois quem pode dar a vida eterna a não ser Deus? Nas mãos de Deus as ovelhas estão em segurança; nas mãos do Filho, as ovelhas jamais se perderão. Jesus afirma ainda uma união profunda entre ele e o Pai: “Eu e o Pai somos um”. Tal afirmação soava como blasfêmia e escândalo a muitos dos ouvintes. 

Carlos Alberto Contieri.

13 de Maio - Nossa Senhora de Fátima


Nossa Senhora de Fátima

No dia 5 de maio de 1917, o mundo ainda vivia os horrores da Primeira Guerra Mundial, então o papa Bento XV convidou todos os católicos a se unirem em uma corrente de orações para obter a paz mundial com a intercessão da Virgem Maria. Oito dias depois ela respondeu à humanidade através das aparições em Fátima, Portugal.

Foram três humildes pastores, filhos de famílias pobres, simples e profundamente católicas, os mensageiros escolhidos por Nossa Senhora. Lúcia, a mais velha, tinha dez anos, e os primos, Francisco e Jacinta, nove e sete anos respectivamente. Os três eram analfabetos.

Contam as crianças que brincavam enquanto as ovelhas pastavam. Ao meio-dia, rezaram o terço. Porém rezaram à moda deles, de forma rápida, para poder voltar a brincar. Em vez de recitar as orações completas, apenas diziam o nome delas: "ave-maria, santa-maria" etc. Ao voltar para as brincadeiras, depararam com a Virgem Maria pairando acima de uma árvore não muito alta. Assustados, Jacinta e Francisco apenas ouvem Nossa Senhora conversando com Lúcia. Ela pede que os pequenos rezem o terço inteirinho e que venham àquele mesmo local todo dia 13 de cada mês, desaparecendo em seguida. O encontro acontece pelos sete meses seguintes.

As crianças mudam radicalmente. Passam a rezar e a fazer sacrifícios diários. Relatam aos pais e autoridades religiosas o que se passou. Logo, uma multidão começa a acompanhar o encontro das crianças com Nossa Senhora. 

As mensagens trazidas por ela pediam ao povo orações, penitências, conversão e fé. A pressão das autoridades sobre os meninos era intensa, pois somente eles viam a Virgem Maria e depois contavam as mensagens recebidas, até mesmo previsões para o futuro, as quais foram reveladas nos anos seguintes e, a última, o chamado "terceiro segredo de Fátima", no final do segundo milênio, provocando o surgimento de especulações e histórias fantásticas sobre seu conteúdo. Agora divulgado ao mundo, soube-se que previa o atentado contra o papa João Paulo II, ocorrido em 1981.

Na época, muitos duvidavam das visões das crianças. As aparições só começaram a ser reconhecidas oficialmente pela Igreja na última delas, em 13 de outubro, quando sinais extraordinários e impressionantes foram vistos por todos no céu, principalmente no disco solar. Poucos anos depois, os irmãos Francisco e Jacinta morreram. A mais velha tornou-se religiosa de clausura, tomando o nome de Lúcia de Jesus, e permaneceu sem contato com o mundo por muitos anos.

O local das aparições de Maria foi transformado num santuário para Nossa Senhora de Fátima. Em 1946, na presença do cardeal representante da Santa Sé e entre uma multidão de católicos, houve a coroação da estátua da Santíssima Virgem de Fátima. Em 13 de maio de 1967, por ocasião do aniversário dos cinqüenta anos das aparições de Fátima, o papa Paulo VI foi ao santuário para celebrar a santa missa a mais de um milhão de peregrinos que o aguardavam, entre eles irmã Lúcia de Jesus, a pastora sobrevivente, que viu e conversou com Maria, a Mãe de Deus.

Esta mensagem de Fátima foi um apelo à conversão, alertando a humanidade para não travar a luta entre o bem e o mal deixando Deus de lado, pois não conseguirá chegar à felicidade, pois, ao contrário, acabará destruindo-se a si mesma. Na sua solicitude materna, a Santíssima Virgem foi a Fátima pedir aos homens para não ofender mais a Deus Nosso Pai, que já está muito ofendido. Foi a dor de mãe que a fez falar, pois o que estava em jogo era a sorte de seus filhos. Por isso ela sempre dizia aos pastorzinhos: "Rezai, rezai muito e fazei sacrifícios pelos pecadores, que vão muitas almas para o inferno por não haver quem se sacrifique e peça por elas".

HOJE SEGUNDA-FEIRA MEDITAMOS OS MISTÉRIOS G0Z0S0S


   ( Natalidade e crescimento de Jesus )

1º MISTÉRIO: ANUNCIAÇÃO – O ANJO ANUNCIA A MARIA QUE ELA SERÁ MÃE DO FILHO DE DEUS – O SIM..
2º MISTÉRIO: MARIA VISITA SUA PRIMA IZABEL IDOSA QUE ESTAVA GRÁVIDA DE JOÃO BATISTA – ANUNCIANDO A BOA-NOVA...
3º MISTÉRIO: JESUS NASCE EM UMA GRUTA, EM BELÉM.
4º MISTÉRIO: APRESENTAÇÃO DE JESUS AO TEMPLO
5º MISTÉRIO: A PERDA E O REENCONTRO DE JESUS EM JERUSALÉM

Liturgia Diária,

 
Primeira Leitura (At 11,1-18)
Responsório (Sl 41)
Evangelho (Jo 10,11-18)

Evangelho (Jo 10,11-18)




— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus: 11“Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida por suas ovelhas. 12O mercenário, que não é pastor e não é dono das ovelhas, vê o lobo chegar, abandona as ovelhas e foge, e o lobo as ataca e dispersa. 13Pois ele é apenas um mercenário e não se importa com as ovelhas.
14Eu sou o bom pastor. Conheço as minhas ovelhas, e elas me conhecem, 15assim como o Pai me conhece e eu conheço o Pai. Eu dou minha vida pelas ovelhas. 16Tenho ainda outras ovelhas que não são deste redil: também a elas devo conduzir; escutarão a minha voz, e haverá um só rebanho e um só pastor.
17É por isso que o Pai me ama, porque dou a minha vida, para depois recebê-la novamente. 18Ninguém tira a minha vida, eu a dou por mim mesmo; tenho poder de entregá-la e tenho poder de recebê-la novamente; esta é a ordem que recebi de meu Pai”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

Um Pastor segundo o coração de Deus


Jesus entra na corrente dos profetas que denunciam os falsos pastores e anunciam para Israel um pastor segundo o coração de Deus, compassivo, misericordioso. No século VI a.C., Jeremias denunciava que os falsos pastores, os reis aos quais era atribuído o título de pastor, conduziram o povo para longe do Deus único e verdadeiro; levaram o povo a adorar os ídolos e a abandonar os mandamentos de Deus. A aflição do povo, o desejo de um único e verdadeiro pastor para que as ovelhas não se desgarrassem, fará com que Deus, diante da fraqueza e da infidelidade dos que estavam à frente do povo, prometa conduzir, ele mesmo, a porção de sua herança, qual um pastor. Essa promessa nós a vemos realizada em Jesus, Bom Pastor. Jesus é o Pastor segundo o coração de Deus, Pastor compassivo e misericordioso que conduz e protege as suas ovelhas. Não somente isso, mas Jesus é o Bom Pastor porque entrega livremente a própria vida em favor de suas ovelhas. A cada celebração da Eucaristia recordamos essa palavra do Senhor: “Isto é o meu corpo entregue por vós… isto é o meu sangue derramado por vós”.

Carlos Alberto Contieri.

12 de Maio - São Pancrácio


São Pancrácio
+304

As catacumbas romanas atraem devotos e turistas de todo o mundo. Ali estão enterrados os santos dos primeiros anos do catolicismo. Entre eles, do adolescente Pancrácio, com as inscrições confirmando o seu martírio.

Pancrácio nasceu em Roma, filho de pais cristãos, nobres, ricos e amigos do imperador Diocleciano. Órfão, ainda muito criança foi morar com um tio chamado Dionísio. Com o seu apoio conseguiu estudar em Roma, indo morar na mesma casa onde fazia seu retiro o papa Marcelino, que respeitava Pancrácio por sua modéstia, doçura, piedade e profunda fé.

Mas como a perseguição de Diocleciano não dava tréguas a cristão nenhum, Pancrácio, então com catorze anos de idade, e seu tio Dionísio foram denunciados e levados a júri.

O tio foi imediatamente morto. Pancrácio ainda mereceu uma certa consideração do imperador. Afinal, estava na flor da idade e era filho de alguém que havia sido seu amigo. Diocleciano tentou envolver Pancrácio com promessas, astúcias e, finalmente, ameaças. Nada deu resultado. Como o adolescente respondia a tudo afirmando que não temia a morte, pois a levaria direto a Deus, o imperador perdeu a paciência e mandou logo decapitá-lo. Era o dia 12 de maio de 304.

O seu túmulo se encontra numa das estradas mais famosas de Roma, a Via Aurélia, no cemitério de Ottavilla, onde, no século VI, o papa Símaco mandou erguer uma igreja em sua homenagem, existente até hoje. Há muitas outras igrejas em louvor a são Pancrácio na Itália, França, Inglaterra e Espanha, onde seu culto se difundiu. A ele também foram dedicados os mosteiros de Roma, fundado por são Gregório Magno, e o de Londres, fundado por santo Agostinho de Canterbury.

A fama de santidade de são Pancrácio se espalhou e sua devoção é muito intensa até hoje. Ele é o padroeiro dos enfermos na Itália, padroeiro dos trabalhadores na Espanha e padroeiro da Juventude da Ação Católica na América Latina.