Painel informativo.

- TRÊS VEZES ADMIRÁVEL pela grandeza de sua posição junto à Trindade, como filha predileta do Pai, Mãe do Filho e Esposa do Espírito Santo. Também por ser Mãe de Deus, Mãe do Redentor e Mãe dos Remidos.'

MISTERIOS DE

O Santo Rosário compreende a meditação dos vinte mistérios da Fé Católica, divididos em quatro grupos de cinco mistérios - denominados Terço - e nos leva diariamente ao estudo e meditação profunda da Palavra Sagrada da Bíblia e das passagens mais importantes do Evangelho. Aos mistérios originais, recentemente o Papa João Paulo II instituiu novas meditações, sendo que os mistérios do Santo Rosário são:
Mistérios Gozosos - Natalidade e crescimento de Jesus
Mistérios Dolorosos - Agonia, sofrimento e morte: Amor aos pecadores
Mistérios Gloriosos - Vitória, Salvação, Proteção
Mistérios Luminosos - A humildade, os milagres e o eterno Amor

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ORAÇÃO OFICIAL DO TERÇO DOS HOMENS MÃE RAINHA





Para viver plenamente, é preciso uma adesão livre a Jesus, enviado do Pai.



A festa de Corpus Christi é uma festa devocional. Inicialmente, o acento dessa festa era posto sobre as espécies eucarísticas e, particularmente, sobre a hóstia consagrada. Esse aspecto da festa predomina em muitíssimos lugares. No entanto, é preciso superar essa visão, fruto de uma época, para dar à Eucaristia o seu valor eclesial: “a Eucaristia faz a Igreja e a Igreja, Corpo de Cristo (1Cor 12,12-31), faz a Eucaristia”. O mistério pascal de Jesus Cristo é o sustento, o verdadeiro alimento do seu povo em marcha. Os judeus não compreendem o ensinamento de Jesus; as palavras de Jesus são para eles um enigma, pois não conseguem transpor o nível puramente racional e penetrar no sentido da afirmação de Jesus. Para o leitor do evangelho, no entanto, o discurso sobre o pão da vida é uma catequese sobre o sentido da Eucaristia. “Comer a carne” e “beber o sangue” remete a outra realidade, diversa do que primeiramente pode parecer. “Comer a carne” significa acolher, na fé, a existência humana e terrena de Jesus; “beber o sangue” é aceitar que no sacrifício da entrega do Senhor nos é dada a vida. Dito de outra maneira, para viver plenamente, é preciso uma adesão livre a Jesus, enviado do Pai. É pela fé que o discípulo participa da vida do Filho unigênito de Deus. Quem aceita esse alimento espiritual vive em comunhão com o Senhor. A plenitude dessa vida será dada na ressurreição da qual o Senhor nos fez seus herdeiros.

Carlos Alberto Contieri.