Painel informativo.

- TRÊS VEZES ADMIRÁVEL pela grandeza de sua posição junto à Trindade, como filha predileta do Pai, Mãe do Filho e Esposa do Espírito Santo. Também por ser Mãe de Deus, Mãe do Redentor e Mãe dos Remidos.'

MISTERIOS DE

O Santo Rosário compreende a meditação dos vinte mistérios da Fé Católica, divididos em quatro grupos de cinco mistérios - denominados Terço - e nos leva diariamente ao estudo e meditação profunda da Palavra Sagrada da Bíblia e das passagens mais importantes do Evangelho. Aos mistérios originais, recentemente o Papa João Paulo II instituiu novas meditações, sendo que os mistérios do Santo Rosário são:
Mistérios Gozosos - Natalidade e crescimento de Jesus
Mistérios Dolorosos - Agonia, sofrimento e morte: Amor aos pecadores
Mistérios Gloriosos - Vitória, Salvação, Proteção
Mistérios Luminosos - A humildade, os milagres e o eterno Amor

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ORAÇÃO OFICIAL DO TERÇO DOS HOMENS MÃE RAINHA





Jesus reinterpreta o jejum


Parece que os interlocutores de Jesus sejam os mesmos do v. 30, a saber, os escribas e fariseus que murmuravam contra Jesus pelo fato de ele comer com os publicanos e pecadores. O objeto da controvérsia é o jejum (cf. também Mc 2,18-22), que os de Jesus não praticam, ao contrário dos discípulos de João e os dos fariseus. Os fariseus, nós o sabemos, além do jejum prescrito pela Lei de Moisés, por ocasião do dia do perdão dos pecados (Lv 16,29-30), jejuavam duas vezes por semana (cf. Lc 18,12). Talvez se trate de uma prática ascética própria, ao menos ao grupo dos fariseus. Quanto ao grupo do Batista, não temos nenhuma informação acerca de alguma prática ascética, como o jejum.
Difícil pensar que Jesus não praticasse o único jejum prescrito pela Lei. O importante, aqui, é que o jejum passa, no novo tempo inaugurado pela vinda do Messias, a um sentido cristológico: é em relação a Cristo, o esposo. A morte de Jesus será para o discípulo ocasião de praticar o jejum: “Dias virão... quando o noivo lhes for tirado, naqueles dias vão jejuar” (v. 35).
As duas parábolas significam que o jejum não é abolido, mas reinterpretado. Isto exige uma nova prática.

Carlos Alberto Contieri.