Painel informativo.

- TRÊS VEZES ADMIRÁVEL pela grandeza de sua posição junto à Trindade, como filha predileta do Pai, Mãe do Filho e Esposa do Espírito Santo. Também por ser Mãe de Deus, Mãe do Redentor e Mãe dos Remidos.'

MISTERIOS DE

O Santo Rosário compreende a meditação dos vinte mistérios da Fé Católica, divididos em quatro grupos de cinco mistérios - denominados Terço - e nos leva diariamente ao estudo e meditação profunda da Palavra Sagrada da Bíblia e das passagens mais importantes do Evangelho. Aos mistérios originais, recentemente o Papa João Paulo II instituiu novas meditações, sendo que os mistérios do Santo Rosário são:
Mistérios Gozosos - Natalidade e crescimento de Jesus
Mistérios Dolorosos - Agonia, sofrimento e morte: Amor aos pecadores
Mistérios Gloriosos - Vitória, Salvação, Proteção
Mistérios Luminosos - A humildade, os milagres e o eterno Amor

VOCÊ É ESPECIAL!

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ORAÇÃO OFICIAL DO TERÇO DOS HOMENS MÃE RAINHA





Comentário do Evangelho

A fé é essencialmente testemunho
 
A oração sacerdotal de Jesus, em que ele confia os discípulos aos cuidados de Deus, se abre para o futuro: “Eu não rogo somente por eles, mas também por aqueles que vão crer em mim pela palavra deles” (v. 20).
Há neste versículo uma afirmação acerca da missão dos discípulos. A fé dos outros depende do testemunho, da palavra dos discípulos. A fé é essencialmente testemunho. A unidade é parte essencial do testemunho: “Que eles estejam em nós…” (v. 21); “... que eles sejam um, como nós somos um…” (v. 22). A comunhão dos discípulos, como a do Pai e do Filho, e a comunhão fraterna oferecem às gerações futuras a possibilidade de conhecer, isto é, de fazer a experiência de que Jesus é o enviado do Pai.
O mundo não conheceu Deus; o fechamento e a resistência impedem de fazer a experiência de Deus, penetrar no seu mistério. O Filho que está voltado totalmente para o Pai (Jo 1,1) é que conhece o Pai, de tal modo que, quem o vê, vê o Pai (cf. Jo 14,9). Assim, pelo Filho o Pai se tornou conhecido dos discípulos: “Eu lhes fiz conhecer o teu nome…” (v. 26).

Carlos Alberto Contieri