Painel informativo.

- TRÊS VEZES ADMIRÁVEL pela grandeza de sua posição junto à Trindade, como filha predileta do Pai, Mãe do Filho e Esposa do Espírito Santo. Também por ser Mãe de Deus, Mãe do Redentor e Mãe dos Remidos.'

MISTERIOS DE

O Santo Rosário compreende a meditação dos vinte mistérios da Fé Católica, divididos em quatro grupos de cinco mistérios - denominados Terço - e nos leva diariamente ao estudo e meditação profunda da Palavra Sagrada da Bíblia e das passagens mais importantes do Evangelho. Aos mistérios originais, recentemente o Papa João Paulo II instituiu novas meditações, sendo que os mistérios do Santo Rosário são:
Mistérios Gozosos - Natalidade e crescimento de Jesus
Mistérios Dolorosos - Agonia, sofrimento e morte: Amor aos pecadores
Mistérios Gloriosos - Vitória, Salvação, Proteção
Mistérios Luminosos - A humildade, os milagres e o eterno Amor

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ORAÇÃO OFICIAL DO TERÇO DOS HOMENS MÃE RAINHA





APRENDIZADO, VIDA, PAZ E FÉ

O domingo, dia 12 de Fevereiro de 2012, antecedente do Domingo de Carnaval, foi marcado por lições de vida, lições de fé, de aprendizado e de amizade. Primeiramente, como sempre o acolhimento dos fieis em concentração no Portal do Saber às 7:00 da manhã. A caminhada saiu depois de uma cantoria animada de louvores e orações. À frente, um exemplo de força, um cadeirante, cujo nome não me foi informado, mas a quem passo a bandeira da coragem por conduzir a imagem de Mãe Rainha Três Vezes Admirável de Schoenstatt numa cadeira de rodas.

A LONGA JORNADA DO MODELO DE CRISTÃO

No, dia 16 de Fevereiro de 2012 foi uma noite para ninguém se esquecer. Jovens armados de fé até os dentes e com coragem suficiente para enfrentar além de uma noite inteira de vigílias uma forte chuva que resistiram com a garra de jovens extremamente católicos. Para começar, a “Cruz dos Jovens” doada pelo saudoso Papa João Paulo II em 1984 a jovens de Roma que no ano seguinte iniciaram junto com ele a Jornada Mundial da Juventude, o movimento que percorre a cada dois ou três anos um país do mundo preparando o congresso definitivo em presença do papa.

Frase do Dia

Liturgia Diária

Primeira leitura (Tiago 3,1-10)
Salmo (Salmos 11)
Evangelho (Marcos 9,2-13)

Evangelho (Marcos 9,2-13)


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 2Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e João, e os levou sozinhos a um lugar à parte sobre uma alta montanha. E transfigurou-se diante deles. 3Suas roupas ficaram brilhantes e tão brancas como nenhuma lavadeira sobre a terra poderia alvejar.
4Apareceram-lhe Elias e Moisés, e estavam conversando com Jesus. 5Então Pedro tomou a palavra e disse a Jesus: “Mestre, é bom ficarmos aqui. Vamos fazer três tendas: uma para ti, outra para Moisés e outra para Elias”.
6Pedro não sabia o que dizer, pois estavam todos com muito medo. 7Então desceu uma nuvem e os encobriu com sua sombra. E da nuvem saiu uma voz: “Este é o meu Filho amado. Escutai o que ele diz!”
8E, de repente, olhando em volta, não viram mais ninguém, a não ser somente Jesus com eles. 9Ao descerem da montanha, Jesus ordenou que não contassem a ninguém o que tinham visto, até que o Filho do Homem tivesse ressuscitado dos mortos.
10Eles observaram esta ordem, mas comentavam entre si o que queria dizer “ressuscitar dos mortos. 11Os três discípulos perguntaram a Jesus: “Por que os mestres da Lei dizem que antes deve vir Elias?” 12Jesus respondeu: “De fato, antes vem Elias, para pôr tudo em ordem. Mas, como dizem as Escrituras, que o Filho do Homem deve sofrer muito e ser rejeitado?
13Eu, porém, vos digo: Elias já veio, e fizeram com ele tudo o que quiseram, exatamente como as Escrituras falaram a respeito dele”.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

Comentário do Evangelho

O sofrimento e a morte são passageiros

A visão da Transfiguração acontece quando Jesus e seus discípulos se dirigem a Jerusalém. Jesus já lhes falara sobre as provações por que passaria naquele centro religioso e político do judaísmo. Ele procurava esclarecer os discípulos que nutriam a falsa esperança, herdada da tradição messiânica do judaísmo, de que Jesus poderia ser um líder restaurador da glória e do poder de Israel. A Transfiguração revela a dimensão gloriosa da humanidade de Jesus, assumida pelo Pai. O sofrimento e a morte são passageiros. Os discípulos não o entendem logo. Após a crucifixão é que perceberão o sentido da permanência de Jesus entre eles.


José Raimundo Oliva

A igreja celebra hoje: São Teotônio

Nascido em Ganfei, Portugal, no ano de 1082, São Teotônio recebeu uma ótima formação. Primeiramente, junto a um convento beneditino de Coimbra; depois, ao ser assumido por seu tio Crescêncio, Bispo de Coimbra, ele foi correspondendo à graça de Deus em sua vida. Com a morte do tio, dirigiu-se para Viseu, onde terminou seus estudos básicos e recebeu o dom da ordenação sacerdotal.

Homem de oração e penitência, centrado no mistério da Eucaristia, e peregrino, fez duas viagens à Terra Santa, que muito marcaram a sua história, até que os cônegos de Santo Agostinho pediram que ele ficasse ali como um dirigente, mas, em nome da obediência, ele não poderia fazê-lo, uma vez que já ocupava o cargo de prior da Sé de Viseu. No retorno, abriu mão deste serviço e se dedicou ainda mais à evangelização.

Ele já era conhecido e respeitado por muitas autoridades. Inclusive, o rei Afonso Henriques e a rainha, dona Mafalda, por motivos de guerra, acabaram retendo muitos cristãos e ele foi interceder em prol desses cristãos. Muitos foram liberados, mas o santo foi além. Como já tinha fundado, a pedido de amigos, a Nova Ordem dos Cônegos Regulares sob a luz da Santa Cruz, aos pés do Mosteiro, ele não só acolheu aqueles filhos de Deus, mas também pôde mantê-los como um verdadeiro pai. No mosteiro, ele era um pai, um prior não só por serviço e autoridade, mas um exemplo refletindo a misericórdia do mistério da cruz do Senhor, refletindo o seu amor apaixonado pelo mistério da Eucaristia.

Mariano e devoto dos Santos Anjos, ele despojou-se e se retirou em contemplação e intercessão. Foi assim que, em 18 de fevereiro, esse grande santo português, em 1162, partiu para a glória.

Peçamos a intercessão de São Teotônio para que possamos glorificar a Deus pela obediência, sempre voltando-nos para os mais pequeninos.

São Teotônio, rogai por nós!

Frase do Dia

Liturgia Diária

Primeira leitura (Tiago 2,14-24.26)
Salmo (Salmos 111)
Evangelho (Marcos 8,34–9,1)

Evangelho (Marcos 8,34–9,1)

 
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 34chamou Jesus a multidão com seus discípulos e disse: “Se alguém me quer seguir, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e me siga. 35Pois quem quiser salvar a sua vida vai perdê-la; mas quem perder a sua vida por causa de mim e do Evangelho vai salvá-la.
36Com efeito, de que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro se perde a própria vida? 37E o que poderia o homem dar em troca da própria vida? 38Se alguém se envergonhar de mim e das minhas palavras diante dessa geração adúltera e pecadora, também o Filho do Homem se envergonhará dele quando vier na glória do seu Pai com seus santos anjos”.
9,1Disse-lhes Jesus: “Em verdade vos digo, alguns dos que aqui estão não morrerão sem antes terem visto o Reino de Deus chegar com poder”.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

Comentário do Evangelho

Ser para o outro é viver o amor

Os discípulos de Jesus inclinavam-se a vê-lo como o messias nacionalista, poderoso e restaurador de Israel. Esta era a visão "desta geração adúltera e pecadora". Em oposição a ela, Jesus apresenta sua missão, a ser seguida pelos discípulos, como serviço (perder a vida) e não como poder (salvar a vida). Achar sua vida, segundo os critérios da sociedade subjugada à ideologia do poder, é inserir-se no sistema, adquirir status, riqueza e prestígio, ganhar o mundo. Perder sua vida é ser para o outro, não de uma maneira de convívio entre privilegiados, mas principalmente estar a serviço aos mais necessitados e excluídos. O ser para o outro é viver o amor, é encontrar sua vida inserida na eternidade, participando da vida divina. Não se envergonhar de ser seguidor de Jesus é romper com os valores da sociedade de consumo e de privilégios, e, solidários com aqueles que têm a vida ameaçada, vencer a morte.


José Raimundo Oliva

A igreja celebra hoje: Sete santos fundadores da Ordem dos Servitas

Interessante percebermos o contexto do surgimento desta ordem. No século XII e XIII, predominava uma burguesia anticristã na vivência, porque dizer que é cristão, que é católico, não é difícil, mas vivenciar e testemunhar o amor a Cristo, à Igreja e aos pobres, só com muito esforço e muita graça do Senhor.

Providencialmente, Deus, em sua misericórdia, foi suscitando vários santos como verdadeiros caminhos da fé e da felicidade, como os sete santos de hoje que fundaram a Ordem dos Servos de Maria. Eles pertenciam ao grupo de burgueses, até que foram se aproximando de um grupo de oração que se reunia com uma imagem de Nossa Senhora e ali oravam. Aqueles jovens foram se aproximando e a graça de Deus foi conquistando o coração deles.

Foram sete a dar um passo de radicalidade. Abandonaram o luxo, os cavalos, as festas, e foram viver uma vida monástica como sinal de santidade naquela sociedade em decadência. Com exceção de Alessio, que ficou como irmão religioso, os demais tornaram-se sacerdotes. Mas todos eles, como um só sinal de que ser servo de Cristo e da Virgem Maria, é preciso ter muito amor.

Oração, penitência e renúncia são percebidos na vida dos santos. Essas coisas são comuns, porque brotam da vida de Nosso Senhor Jesus Cristo e estão presentes no Evangelho que a Igreja de Cristo prega.

Sete santos fundadores da Ordem dos Servitas, rogai por nós!

Frase do Dia

Liturgia Diária

Primeira leitura (Tiago 2,1-9)
Salmo (Salmos 33)
Evangelho (Marcos 8,27-33)

Evangelho (Marcos 8,27-33)


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 27Jesus partiu com seus discípulos para os povoados de Cesareia de Filipe. No caminho perguntou aos discípulos: “Quem dizem os homens que eu sou?”
28Eles responderam: “Alguns dizem que tu és João Batista; outros que és Elias; outros, ainda, que és um dos profetas”. 29Então ele perguntou: “E vós, quem dizeis que eu sou?” Pedro respondeu: “Tu és o Messias”.
30Jesus proibiu-lhes severamente de falar a alguém a seu respeito. 31Em seguida, começou a ensiná-los, dizendo que o Filho do Homem devia sofrer muito, ser rejeitado pelos anciãos, pelos sumos sacerdotes e doutores da Lei, devia ser morto, e ressuscitar depois de três dias. 32Ele dizia isso abertamente.
Então Pedro tomou Jesus à parte e começou a repreendê-lo. 33Jesus voltou-se, olhou para os discípulos e repreendeu a Pedro, dizendo: “Vai para longe de mim, Satanás!” Tu não pensas como Deus, e sim como os homens”.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

Comentário do Evangelho

Jesus é o Cristo

Com a decisão de ir para Jerusalém, Jesus, no caminho, pergunta aos discípulos: "Quem dizem as pessoas que eu sou?". Respondendo, os discípulos mencionam a opinião do povo: Jesus seria um profeta como João Batista, Elias, ou algum outro da tradição. Pedro, por sua vez, responde dando a sua interpretação: Jesus é o Cristo (ou messias). Porém, o messias do judaísmo seria um líder empenhado na conquista do poder. Jesus, percebendo que eles não o compreendem bem, pede-lhes silêncio sobre isto. Falando dos sofrimentos que poderia enfrentar em Jerusalém, onde ia fazer seu anúncio libertador aos peregrinos que para lá acorriam, Pedro se escandaliza, pois tal coisa não corresponde ao messias esperado. Jesus o repreende severamente. Pedro ainda tem em mente as coisas dos homens, e não as coisas de Deus.

José Raimundo Oliva

A igreja celebra hoje: Santo Onésimo

Bispo e mártir, Santo Onésimo teve em sua história São Paulo e também os amigos dele. O que se sabe concretamente sobre Onésimo está testemunhado na carta de São Paulo a Filémon que começa assim: “Paulo, prisioneiro de Jesus Cristo, e seu irmão Timóteo, a Filémon, nosso muito amado colaborador” (Filémon 1,1). Foi nessa missão de São Paulo que ele encontrou-se com um fugitivo escravo chamado Onésimo, cujo nome significa, em grego, útil.

Onésimo abandonou a casa de seu senhor, provavelmente levando os bens próprios deste. A partir do versículo 8, São Paulo, pede para seu amigo uma intercessão. “Por esse motivo, se bem que eu tenha plena autoridade em Cristo para prescrever-te o que é da tua obrigação, prefiro fazer apenas um apelo para a sua caridade. Eu, Paulo, idoso como estou e, agora, preso por Jesus Cristo, venho suplicar-te em favor deste meu filho que gerei na prisão: Onésimo”(Filémon 1,8-10). Esta expressão de São Paulo, de gerar, significa evangelizar, cuidar; não apenas dar a conhecer a Cristo, mas acompanhar o crescimento do cristão.

Era assim o relacionamento de amor entre Paulo e Onésimo. Mas São Paulo sabia que Onésimo precisava ir ao encontro de Filémon. Então, prossegue: “Ele poderá ter sido de pouca serventia para ti, mas agora poderá ser útil tanto para ti quanto para mim. Torno a enviá-lo para junto de ti e é como se fosse o meu próprio coração, que é amor do apóstolo, um amor que se compadece e que toma a causa”. Por isso, não só Onésimo foi ao encontro de Filémon, como este o dispensou e o perdoou.

O santo de hoje ajudou São Paulo em sua missão e chegou a ser escolhido como Bispo que, por amor a Cristo, deixou-se apedrejar, perdoando a todos e sendo testemunho para os cristãos.

Santo Onésimo, rogai por nós!

Frase do Dia

Liturgia Diária

Primeira leitura (Tiago 1,19-27)
Salmo (Salmos 14)
Evangelho (Marcos 8,22-26)

Evangelho (Marcos 8,22-26)



— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 22Jesus e seus discípulos chegaram a Betsaida. Algumas pessoas trouxeram-lhe um cego e pediram a Jesus que tocasse nele.
23Jesus pegou o cego pela mão, levou-o para fora do povoado, cuspiu nos olhos dele, pôs as mãos sobre ele, e perguntou: “Estás vendo alguma coisa?”
24O homem levantou os olhos e disse: “Estou vendo os homens. Eles parecem árvores que andam”. 25Então Jesus voltou a pôr as mãos sobre os olhos dele e ele passou a enxergar claramente. Ficou curado, e enxergava todas as coisas com nitidez. 26Jesus mandou o homem ir para casa, e lhe disse: “Não entres no povoado!”

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

Comentário do Evangelho

Deus no amor misericordioso de Jesus

Vindo da Decápole, Jesus está a caminho de Cesareia de Filipe. Betsaida é a cidade de Pedro, André e Filipe, com a presença de gregos entre a população. André é um nome de origem grega (Andréas). Esta narrativa detalhada e minuciosa da cura de um cego é bem característica do estilo de Marcos ao descrever os gestos e reações de Jesus. Jesus leva o cego pela mão, cospe em seus olhos, impõe-lhe as mãos. Como o cego ainda não vê bem, Jesus coloca novamente as mãos sobre seus olhos e ele passa a ver perfeitamente. Marcos já registrara o uso da saliva por Jesus ao curar um surdo-gago. Jesus retira o cego do "povoado" e diz-lhe que não volte a ele. Pode-se perceber uma simbologia na narrativa. O "povoado" seria uma alusão às populações sob a influência da doutrina do judaísmo nesta região. O "cego" é impedido de "ver" por causa desta doutrina. Jesus, uma vez abrindo-lhes os olhos, recomenda que ele não volte àquela doutrina. Há uma alusão aos discípulos originários do judaísmo. Estes foram formados na doutrina messiânica davídica de poder, o que dificulta que entendam a revelação de Deus no amor humilde e misericordioso de Jesus.


José Raimundo Oliva

A igreja celebra hoje: São Cláudio de La Colombiere

Nasceu na França, em 1641. Sua mãe, muito cedo, havia profetizado que seu filho seria um santo religioso. Não que isso o forçou, mas ajudou no seu discernimento. Passado um tempo, ele, pertencente e uma família religiosa, pôde fazer este caminho de seguimento a Cristo e entrou para a Companhia de Jesus.

Dado aos estudos, aprofundou-se, lecionou e chegou a superior de um colégio jesuíta. Mas Deus tinha muitos planos para ele. Ele dizia: “Os planos de Deus nunca se realizam senão à custa de grandes sacrifícios” e pôde experimentar essa realidade. Ao ser o confessor do convento de Nossa Senhora da Visitação, conheceu a humilde e serva do Senhor, Margarida Maria Alacoque, que ia recebendo as promessas do Sagrado Coração de Jesus. Ele a orientou muito e pôde se aprofundar também nesta devoção; amor ao coração de Jesus. Amando o Senhor, pôde estar em comunhão também com o sacrifício e com a dor.

Ele mergulhou o seu coração nessa devoção e pôde ajudar a santa, mas, por obediência, teve de ir para Londres onde sofreu incompreensões por parte de cristãos não católicos, ao ponto de calúnias o levarem ao julgamento e à prisão. Só não foi morto por causa da intervenção do rei da França, Luís XIV.

São Cláudio de La Colombiere voltou para o berço da devoção ao Sagrado Coração de Jesus. Com 41 anos, partiu para a glória, como havia profetizado Margarida Maria Alacoque.

O seu testemunho nos mostra que é do coração de Jesus que vem a santidade para o nosso coração.

São Cláudio de La Colombiere, rogai por nós!

Frase do Dia

Liturgia Diária

Primeira leitura (Tiago 1,12-18)
Salmo (Salmos 93)
Evangelho (Marcos 8,14-21)

Evangelho (Marcos 8,14-21)

 
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 14os discípulos tinham se esquecido de levar pães. Tinham consigo na barca apenas um pão. 15Então Jesus os advertiu: “Prestai atenção e tomai cuidado com o fermento dos fariseus e com o fermento de Herodes”.
16Os discípulos diziam entre si: “É porque não temos pão”. 17Mas Jesus percebeu e perguntou-lhes: “Por que discutis sobre a falta de pão? Ainda não entendeis e nem compreendeis? Vós tendes o coração endurecido? 18Tendo olhos, não vedes, e tendo ouvidos, não ouvis? Não vos lembrais 19de quando reparti cinco pães para cinco mil pessoas? Quantos cestos vós recolhestes cheios de pedaços?”
Eles responderam: “Doze”. 20Jesus perguntou: E quando reparti sete pães com quatro mil pessoas, quantos cestos vós recolhestes cheios de pedaços? Eles responderam: “Sete”. 21Jesus disse: “E ainda não compreendeis?”

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

Comentário do Evangelho

Jesus é o único pão

Após a narrativa da segunda partilha do pão com as multidões, Marcos apresenta a advertência de Jesus aos discípulos sobre o "fermento" dos fariseus e o "fermento" de Herodes. Os discípulos só tinham "um pão" consigo e pensavam que Jesus se referia ao fato de não terem mais pães. Os discípulos não entendem, e a reprimenda de Jesus a eles é contundente: "... não entendeis?.... vosso coração continua endurecido?... não enxergais... não ouvis?...". O simbolismo das palavras e da narrativa pode ser percebido. Uma parábola de Jesus já havia esclarecido que o Reino é como o fermento que leveda a massa. O fermento dos fariseus, e o de Herodes, é a doutrina da sinagoga e do Templo, bem como do império romano, que Jesus descarta por conduzirem à morte. Jesus é o único pão, com o fermento do Reino. É o pão da vida a ser partilhado entre todos.


José Raimundo Oliva

A igreja celebra hoje: São Cirilo e São Metódio

Nasceu na Grécia, no ano de 826. Vocacionado em busca da verdade, ele estudou, por amor, filosofia e chegou a lecionar. Um homem dado à comunhão ao ponto de ser embaixador, diplomata junto aos povos árabes. Mas tudo isso que tocava a vida de São Cirilo não preenchia completamente o seu coração, porque ele tinha uma vocação à verdade absoluta e queria se consagrar totalmente a ela, a verdade encarnada, Nosso Senhor Jesus Cristo.

São Cirilo abandonou tudo para viver uma grande aventura santa com seu irmão que já era monge: São Metódio. Juntos, movidos pelo Espírito, foram ao encontro dos povos eslavos, conheceram a cultura e se inculturaram. A língua, os costumes, o amor àquele povo, tudo isso foi fundamental para que São Cirilo, juntamente com seu irmão, para que pudessem apresentar o Evangelho vivo, Jesus Cristo.

Devido inovações inspiradas, eles traduziram as liturgias para a língua dos eslavos. Tiveram de ir muitas vezes para Roma e o Papa, percebendo os frutos daquela evangelização, daquela mudança litúrgica, ele pôde discernir o fruto principal que movia aqueles irmãos missionários era o amor àquele povo eslavo e, acima de tudo, o amor a Deus.

Numa dessas viagens para Roma, São Cirilo tinha um pouco mais de 40 anos e ficou enfermo. O Papa quis ordená-lo Bispo, mas Cirilo faleceu. Mas está na glória intercedendo por nós.

São Cirilo e São Metódio, rogai por nós!

Frase do Dia

Liturgia Diária

Primeira leitura (Tg 1,1-11)
Salmo (Salmos 118,67.68.72.75.76)
Evangelho - Mc 8,11-13

Evangelho (Marcos 8,11-13)


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 11os fariseus vieram e começaram a discutir com Jesus. E, para pô-lo à prova, pediam-lhe um sinal do céu. 12Mas Jesus deu um suspiro profundo e disse: “Por que esta gente pede um sinal? Em verdade vos digo, a esta gente não será dado nenhum sinal”. 13E, deixando-os, Jesus entrou de novo na barca e se dirigiu para a outra margem.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

Comentário do Evangelho

Os sinais de Jesus, sinais do Reino

Na Galileia, onde Jesus viveu, predominava a presença de gentios. Os rabinos do judaísmo localizavam-se em algumas cidades maiores, onde construíam sinagogas. Enquanto a cúpula religiosa, formada por uma elite sacerdotal, estava sediada em Jerusalém, onde se localizava o Templo, na periférica Galileia os rabinos fariseus eram as autoridades locais. O anúncio de Jesus contradiz a doutrina destes chefes religiosos, os quais procuram eliminar Jesus. Constantemente acusavam Jesus de desrespeitar o sábado, bem como o acusaram de blasfemador, quando ele perdoou o pecado de um paralítico. Agora, para pôr Jesus à prova, querem simplesmente um sinal vindo do céu. Jesus dá um suspiro profundo de mágoa e nega qualquer sinal. O judaísmo ("esta geração") está fechado ao seu anúncio da universalidade e da misericórdia do Reino. Marcos, com esta sua narrativa dirigida às comunidades, procura demover das comunidades a expectativa da manifestação de sinais extraordinários de Jesus. Os sinais de Jesus, que são os sinais do Reino, não são os atos de poder, na realização de coisas surpreendentes e espantosas, mas sim são os atos em vista da libertação dos oprimidos e da promoção da vida. O grande sinal é o testemunho de amor, que conquista as pessoas, as faz mudar de vida e comportamento, aderindo ao projeto vivificante de Deus, transformando o mundo.


José Raimundo Oliva

A igreja celebra hoje: São Martiniano

Nasceu no século IV, em Cesareia, na Palestina. Muito jovem, discerniu sua vocação à vida de eremita; retirou-se a um lugar distante para se entregar à vida de sacrifício e de oração pela salvação das pessoas e também pela própria conversão. Ele vivia um grande combate contra o homem velho, aquele que tem fome de pecado, que é desequilibrado pela consequência do pecado original que atingiu a humanidade que todos nós herdamos. Mas foi pela Misericórdia, pela força do Espírito Santo que ele se tornou santo.

Sua fama foi se espalhando e muitos procuravam Martiniano. Embora jovem, ele era cheio do Espírito Santo para o aconselhamento, a direção espiritual, até apresentando situações de enfermidades, na qual ele clamava ao Senhor Jesus pela cura e muitos milagres aconteciam. Através dele, Jesus curava os enfermos.

Homem humilde, buscava a vontade de Deus dentro deste drama de querer ser santo e ter a carnalidade sempre presente. Aconteceu que Zoé, uma mulher muito rica, mas dada aos prazeres carnais e também às aventuras com um grupo de amigos, fez uma aposta de que levaria o santo para o pecado. Vestiu-se com vestes simples, pobres, pediu para que ele a abrigasse por um dia. Eles dormiram em lugares distantes, mas ela, depois, vestiu-se com uma roupa bem sedutora e foi ser instrumento de sedução para Martiniano. Conta-nos a história que ele caiu na tentação.

Os santos não foram homens e mulheres de aço, pelo contrário, ao tomar consciência daquele pecado, ele se prostrou, arrependeu-se, penitenciou-se, mergulhou o seu coração e a sua natureza na misericórdia de Deus. Claro que o Senhor o perdoou.

Só há um pecado que Deus não perdoa: aquele do qual não somos capazes de nos arrepender.

São Martiniano arrependeu-se e retomou o seu propósito. Ele foi um instrumento de evangelização para aquela mulher que, de tal forma, também acolheu a graça do arrependimento, entrou para a vida religiosa e consagrou-se, fazendo parte do mosteiro das religiosas de Santa Paula e ali se santificou.

O santo, depois, foi para uma ilha; em seguida para Atenas, na Grécia, e, no ano 400, partiu para a glória tendo recebido os sacramentos.

Santo não é aquele que "nunca pecou". A oração, a vigilância e o mergulho da própria miséria na Misericórdia Divina é o que nos santifica.

São Martiniano, rogai por nós!

Os príncipes de Maria nesse momento de nova de evangelização

Foi realizado na manhã deste domingo dia 12/02 o III Encontro Diocesano de Espiritualidade do Terço dos Homens Mãe Rainha na Paróquia de Nossa Senhora de Fátima no conjunto abolição II em Mossoró, às 07 horas da manhã os homens do terço se concentravam na praça do portal do saber para recepcionar os grupos vindos de outras cidades como Pau dos Ferros, Dr. Severiano, Umarizal, Assu e Natal, saindo em procissão cantando e rezando até a paróquia onde foi servido um grande e farto café da manhã para todos. Após o café o nosso irmão Frei Edson deu a benção Franciscana e desejou a todos o bom encontro passando a palavra ao Coordenador Diocesano, Ranieri, que saudou a todos e manifestou sua alegria pela realização do encontro com tantos homens, dando continuidade Ranieri, convidou Francisco Nogueira para ministrar a palestra com o Tema “Apostolado de Schoenstatt: Chamado à oração, conversão e evangelização”.

Francisco Nogueira

Ao término da palestra o jovem Olbiano deu seu testemunho de luz, que após viver o lado negro das drogas e encontrou no Terço dos Homens Mãe Rainha a libertação da dependência química e que hoje não é só uma pessoa feliz, mas também faz outras pessoas felizes.

Olbiano

Dentro do encontro foi realizada a Santa Missa presidida pelo Pe. Severino que em sua homilia definiu os homens do terço como “Os príncipes de Maria nesse momento de nova de evangelização”. O padre deu a benção final percorrendo todo o interior da paróquia com a imagem da Mãe Peregrina.


Dentro das considerações finais a Coordenação Diocesana de Mossoró agradeceu ao Padre Severino pelo apoio e dedicação, a coordenadação arquidiocesano do terço dos homens de Natal, representada por João Pinheiro, (coordenador) e João Claudio Cruz (secretário), pela presença e a todos que participaram do encontro e que colaboraram para a realização do mesmo. Para fechar esta belíssima manha de fé, de louvor e de amor a Cristo e Maria todos foram convidados para um grande almoço servido no pátio da paróquia.

A Imagem Peregrina Original, com que o Diác. Pozzobon iniciou a Campanha, visitará várias cidades e dioceses do Brasil!


Essa informação faz o coração rejubilar e sua cidade pode estar no roteiro! Padre Alexandre Awi, Diretor Nacional do Movimento Apostólico de Schoenstatt no Brasil, escreve um oficio comunicando essa grande bênção!
Por solicitação da Equipe Central das Celebrações do grande Jubileu de 2014, a Peregrina Original estará presente nas comemorações em Schoenstatt e Roma. Mas, antes de partir para o santuário original, ela percorrerá o Brasil, de norte a sul, unindo a Família de Schoenstatt, de Santuário a Santuário.
Em breve virá o roteiro das cidades e dioceses contempladas! Prepare desde já esses dias de graças em sua diocese!

Frase do Dia

Liturgia Diária

Primeira leitura (Levítico 13,1-2.44-46)
Segunda leitura (1º Coríntios 10,31—11,1)
Salmo (Salmos 31)
Evangelho (Marcos 1,40-45)

Evangelho (Marcos 1,40-45)


— O Senhor esteja convosco
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 40um leproso chegou perto de Jesus e, de joelhos, pediu: “Se queres, tens o poder de curar-me”.
41Jesus, cheio de compaixão, estendeu a mão, tocou nele e disse: “Eu quero: fica curado!”.
42No mesmo instante a lepra desapareceu e ele ficou curado.
43Então Jesus o mandou logo embora, 44falando com firmeza: “Não contes nada disso a ninguém! Vai, mostra-te ao sacerdote e oferece, pela tua purificação, o que Moisés ordenou, como prova para eles!”
45Ele foi e começou a contar e a divulgar muito o fato. Por isso Jesus não podia mais entrar publicamente numa cidade; ficava fora, em lugares desertos. E de toda parte vinham procurá-lo.


- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

Comentário do Evangelho

O agir de Jesus vai além do bem físico

As elites religiosas de Israel, que assumiram o poder político após o fim da realeza da dinastia davídica, elaboraram inúmeros preceitos legais, que foram atribuídos a Moisés, apresentado na tradição como o grande legislador. Com isto sobrecarregavam e oprimiam o povo humilde e simples com centenas de exigências de observâncias, de difícil cumprimento para este povo, o que levava a que muitos fossem humilhados com a qualificação de impuros e pecadores. Assim, por exemplo, era considerado impuro aquele que tocasse em um animal doméstico morto (Lv 5,1-6) ou comesse sem antes lavar as mãos (Mt 7,3 - "tradição dos antigos"), o que poderia acontecer com frequência entre camponeses ou empobrecidos, em contato com criações e em situações de carência de água. Quem se tornasse impuro deveria levar ao sacerdote uma fêmea de gado miúdo para ele fazer o rito de expiação, que o livraria do pecado. A mulher com fluxo de sangue era considerada impura e, depois dos dias de suas regras, deveria levar ao sacerdote duas rolas ou dois pombinhos, o qual os oferecia como sacrifício pelo pecado (Lv 15,19). Até os doentes eram considerados impuros e pecadores, o que os levava à exclusão do convívio com os considerados "puros" e "justos". Na narrativa de hoje, o que constrange o leproso é a sua qualificação religiosa de impuro e, portanto, pecador, com a sua consequente exclusão. Deve morar a sós, fora da cidade, e apresentar-se com roupas rasgadas e aparência descuidada, de maneira repugnante, proclamando sua impureza (primeira leitura).
Esta narrativa do evangelho de Marcos revela que o empenho de Jesus não é a simples cura, mas a inclusão social dos marginalizados. O agir de Jesus vai além do proporcionar a recuperação do bem físico particular daquele homem. O seu objetivo maior é promover a inserção plena dos excluídos em um convívio social fraterno e justo, fundamental para uma vida saudável. Jesus vem para libertar todos os oprimidos pelo sistema religioso, centrado no Templo de Jerusalém, com seus códigos de pureza e impureza. Esta libertação passa pela consciência que ele quer despertar nos excluídos de que a sua situação de exclusão é fruto de uma injustiça sociorreligiosa e que esta não é a vontade de Deus. A imposição de silêncio de Jesus ao homem purificado pode ser entendida como tentativa de evitar que fosse visto como um simples taumaturgo resolvendo problemas individuais e imediatos das pessoas. O seu envio ao sacerdote será um testemunho da ação libertadora e vivificante de Jesus. Tendo tocado no leproso, Jesus passa a ser visto como um impuro também, por isso evita entrar nas cidades. Contudo, o gesto de Jesus revela também a sua indiferença diante do preceito legal. E, ainda mais, há uma inversão de valores: ao invés de Jesus contagiar-se é o leproso que fica purificado. Isto significa uma subversão da ordem constituída: o sistema que exclui os impuros e pecadores é abolido pela nova prática amorosa de Jesus que acolhe a todos, sem discriminações (segunda leitura).


José Raimundo Oliva

A igreja celebra hoje: Santa Eulália

Virgem e mártir, viveu no século III em Barcelona. Educada e muito bem formada pela sua família cristã, desde pequena ela buscou o relacionamento com Deus e a fuga do pecado. Era uma pessoa muito sociável, gostava de brincar com as amigas da mesma idade, mas sempre fugia da vaidade.

Santa Eulália amava Jesus Cristo acima de tudo e O amou em todos os momentos, inclusive na dor. Aconteceu que, por parte do terrível Deocleciano, a perseguição aos cristãos chegou na Espanha. Os pais da santa decidiram viajar para fugir dessa perseguição, mas Eulália foi até o governador a fim de denunciar, com a sua pouca idade, a injustiça que estava sendo cometida contra os cristãos. O governador, diante daquela ousadia, quis que ela apostatasse da fé, ou seja, que adorasse outros deuses para que ficasse livre do sofrimento. No entanto, ela deixou claro que o seu Senhor, o Rei dos reis, o Senhor de todos os dominadores, é Jesus Cristo.

O ódio daquele governador e a maldade contra uma menina, fez com que ela fosse queimada com ferro e fogo, mas, durante tanto sofrimento, o seu testemunho era este: “Agora, vejo em mim as marcas da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo”.

Para nós, hoje, ela é um exemplo de ousadia. Com pouca idade, com muito amor e uma fé adulta, não renunciou a Jesus em meio ao sofrimento. Ela morreu queimada, mas antes, cheia do fogo de Deus. Por isso, se encontra na glória a interceder por todos nós para que a nossa vida cristã busque, constantemente, a santidade na alegria e na paz, mas também no sofrimento e na perseguição. É momento de reconhecer que a nossa força é o Espírito Santo.

Santa Eulália, rogai por nós!