Painel informativo.

- TRÊS VEZES ADMIRÁVEL pela grandeza de sua posição junto à Trindade, como filha predileta do Pai, Mãe do Filho e Esposa do Espírito Santo. Também por ser Mãe de Deus, Mãe do Redentor e Mãe dos Remidos.'

MISTERIOS DE

O Santo Rosário compreende a meditação dos vinte mistérios da Fé Católica, divididos em quatro grupos de cinco mistérios - denominados Terço - e nos leva diariamente ao estudo e meditação profunda da Palavra Sagrada da Bíblia e das passagens mais importantes do Evangelho. Aos mistérios originais, recentemente o Papa João Paulo II instituiu novas meditações, sendo que os mistérios do Santo Rosário são:
Mistérios Gozosos - Natalidade e crescimento de Jesus
Mistérios Dolorosos - Agonia, sofrimento e morte: Amor aos pecadores
Mistérios Gloriosos - Vitória, Salvação, Proteção
Mistérios Luminosos - A humildade, os milagres e o eterno Amor

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ORAÇÃO OFICIAL DO TERÇO DOS HOMENS MÃE RAINHA





Evangelho (João 6,16-21)


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.

16Ao cair da tarde, os discípulos desceram ao mar. 17Entraram na barca e foram em direção a Cafarnaum, do outro lado do mar. Já estava escuro, e Jesus ainda não tinha vindo ao encontro deles.
18Soprava um vento forte e o mar estava agitado. 19Os discípulos tinham remado mais ou menos cinco quilômetros, quando enxergaram Jesus, andando sobre as águas e aproximando-se da barca. E ficaram com medo.
20Mas Jesus disse: “Sou eu. Não tenhais medo”. 21Quiseram, então, recolher Jesus na barca, mas imediatamente a barca chegou à margem para onde estavam indo.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.




Comentário do Evangelho

A identificação de Jesus traz paz aos discípulos

Esta narrativa encontra-se, também, mais desenvolvida, nos evangelhos de Marcos e Mateus. Após a partilha dos pães com os discípulos e a multidão, Jesus, retirou-se sozinho para a montanha, resguardando-se da euforia do povo que queria fazê-lo rei. Ao anoitecer, os discípulos descem para a beira-mar e tomam o barco de volta para Cafarnaum, atravessando de novo o mar da Galiléia. . A navegação, no escuro, enfrentando um vento forte e o mar agitado, simboliza a insegurança dos discípulos, com a ausência de Jesus. Mas Jesus não os abandona no perigo. Andando sobre as águas, se aproxima. A identificação de Jesus traz a paz aos discípulos: "Sou eu, não tenhais medo!". Confiantes, os discípulos querem receber Jesus no barco. Porém, com a simples aproximação de Jesus, o barco logo atinge a terra firme, para onde estavam indo. A travessia do mar agitado sugere a dificuldade dos discípulos no cumprimento de uma missão que envolve áreas de judaísmo e áreas gentílicas. Contudo, Jesus está sempre presente nas comunidades, confortando os discípulos e a garantindo o bom termo da sua missão transformadora do mundo.

José Raimundo Oliva

A igreja celebra hoje: Santa Flávia Domitila

Era esposa do governador romano chamado Flávio Clemente, pertencente à família dos flavianos.

Os imperadores Vespaziano, Tito e Domiciano pertenciam também a esta família. Os dois primeiros não aplicaram o edito de Nero, que tornava cada cristão um criminoso, mas Domiciano sim. Com interesses econômicos e de impostos, oprimia judeus e cristãos.

Flávia, cujo marido permitia que ela vivesse a fé, vivia a caridade. Socorria os pobres, cuidava do enterro dos mártires. Porém, seu esposo foi assassinado por Domiciano, que não admitia ter uma cristã em sua família. Ele então desterrou Flávia para uma ilha, onde sofreu muitos maus tratos e foi martirizada.

Peçamos a intercessão da santa de hoje, para que o nosso testemunho seja atual na fé e expresso na caridade.

Santa Flávia Domitila, rogai por nós!

Evangelho (João 6,1-15)


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 1Jesus foi para o outro lado do mar da Galileia, também chamado de Tiberíades. 2Uma grande multidão o seguia, porque via os sinais que ele operava a favor dos doentes. 3Jesus subiu ao monte e sentou-se aí, com os seus discípulos. 4Estava próxima a Páscoa, a festa dos judeus.
5Levantando os olhos, e vendo que uma grande multidão estava vindo ao seu encontro, Jesus disse a Filipe: “Onde vamos comprar pão para que eles possam comer?” 6Disse isso para pô-lo à prova, pois ele mesmo sabia muito bem o que ia fazer. 7Filipe respondeu: “Nem duzentas moedas de prata bastariam para dar um pedaço de pão a cada um”.
8Um dos discípulos, André, o irmão de Simão Pedro, disse: 9“Está aqui um menino com cinco pães de cevada e dois peixes. Mas o que é isso para tanta gente?” 10Jesus disse: “Fazei sentar as pessoas”. Havia muita relva naquele lugar, e lá se sentaram, aproximadamente, cinco mil homens.
11Jesus tomou os pães, deu graças e distribuiu-os aos que estavam sentados, tanto quanto queriam. E fez o mesmo com os peixes. 12Quando todos ficaram satisfeitos, Jesus disse aos discípulos: “Recolhei os pedaços que sobraram, para que nada se perca!”
13Recolheram os pedaços e encheram doze cestos com as sobras dos cinco pães, deixadas pelos que haviam comido. 14Vendo o sinal que Jesus tinha realizado, aqueles homens exclamavam: “Este é verdadeiramente o Profeta, aquele que deve vir ao mundo”. 15Mas, quando notou que estavam querendo levá-lo para proclamá-lo rei, Jesus retirou-se de novo, sozinho, para o monte.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

Comentário do Evangelho

A solução do problema da fome

João, em seu evangelho não menciona a partilha do pão por Jesus na última ceia. Este gesto de partilha se realiza neste encontro com a grande multidão e tem um caráter universalista, pois aí estavam presentes gentios da Galiléia e de territórios vizinhos. Os evangelistas colheram esta narrativa na tradição das primeiras comunidades, inspiradas na partilha do pão feita pelo profeta Eliseu (2Rs 4,42-44). A solução do problema da fome e das carências humanas não está na economia de mercado, no vender e no comprar em vista do lucro. É pela partilha dos bens deste mundo, do pão, da terra, da cultura, que se pode satisfazer a todos e ainda há de sobrar em abundância. É pela partilha que se chega à unidade desejada por Deus, superando-se a divisão entre ricos e pobres.

José Raimundo Oliva

A igreja celebra hoje: São Leonardo Murialdo

Nasceu em 1828 em Turim (Itália) numa família burguesa.

Conheceu cedo a riqueza que a vida de oração, sacrifício e caridade pode proporcionar para o amadurecimento humano e também o discernimento em todas as coisas.

Uma pessoa muita atenta aos sinais dos tempos, sensível à opressão sofrida pelos mais pobres. E foi assim que ele discerniu e quis ser um padre para os pobres.

Leonardo voltou-se para as classes mais desprezadas, dos trabalhos simples. Até criou um jornal chamado 'A voz dos operários'. De fato, uma fé solidária. Ele foi sinal de esperança para a Igreja e a sociedade.

O santo de hoje foi ponte para que muitos se encontrassem com o Cristo no mistério da Cruz e do sofrimento.

Ele se consumiu na evangelização, na caridade, na promoção humana, falecendo no ano de 1900. Peçamos sua intercessão para que sejamos sinais de esperança na Igreja e no mundo.

São Leonardo Murialdo, rogai por nós!

Evangelho (João 3,31-36)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.

31“Aquele que vem do alto está acima de todos. O que é da terra, pertence à terra e fala das coisas da terra. Aquele que vem do céu está acima de todos. 32Dá testemunho daquilo que viu e ouviu, mas ninguém aceita o seu testemunho. 33Quem aceita o seu testemunho atesta que Deus é verdadeiro. 34De fato, aquele que Deus enviou fala as palavras de Deus, porque Deus lhe dá o espírito sem medida.
35O Pai ama o Filho e entregou tudo em sua mão. 36Aquele que acredita no Filho possui a vida eterna. Aquele, porém, que rejeita o Filho não verá a vida, pois a ira de Deus permanece sobre ele”.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

Comentário do Evangelho

O que vem do alto e o que é da terra

Este texto, que parece ser um complemento ao diálogo de Jesus com Nicodemos, realça o caráter divino de Jesus e a autenticidade de sua missão vivificante e libertadora do legalismo opressor. O evangelista João faz a contraposição entre o que vem do alto, do céu, e o que é da terra. Vir do alto, ou do céu, não significa um ser etéreo, espiritual, contraposto ao terreno, material. A contraposição se faz na linha dos valores. Do alto são a verdade, a justiça, o amor. Pertence à terra a ambição do dinheiro e do poder, o desrespeito à vida, a violência. Toda a vida de Jesus foi um testemunho do que ele viu e ouvir junto ao Pai. Por amor o Pai criou e por amor a seus filhos criados deu-lhes, por Jesus, o dom do espírito sem medida, com a eternidade."Aquele que crê no Filho tem a vida eterna". O crer não é apenas um ato interior, mas é aceitar o testemunho de Jesus e o fazer a vontade do Pai. Todo o evangelho de João insiste neste aspecto da fé comprometida. Fazer a vontade do Pai no amor e na misericórdia, na fraternidade e na solidariedade, na justiça e na paz. Assim crendo e assim fazendo se tem a vida eterna.

José Raimundo Oliva

A igreja celebra hoje: Santo Ângelo

Nasceu em Jerusalém em 1185, numa família de tradição judaica.

Através de um sonho se converteu ao Cristianismo. Neste sonho, Nossa Senhora o visitou, dizendo que sua família receberia uma grande graça: o nascimento de uma nova criança, mesmo seus pais sendo de idade avançada.

E assim aconteceu. Ângelo percebeu o chamado de Deus, e recebeu junto com seu irmão recém-nascido, a graça do santo Batismo.

Santo Ângelo se abriu à vontade de Deus através da vida de oração e penitência. Quanto ao seu lugar na Igreja, fez experiência religiosa em vários mosteiros da Palestina e Ásia Menor, até que, ao passar o tempo num Carmelo, entrou na ordem consagrada a Nossa Senhora, a família Carmelita.

Da Itália foi para a Sicília, e já sacerdote, fez um belo trabalho apostólico.

Um homem dócil e corajoso. Certa vez, ao pregar, deparou-se com a graça da conversão de uma mulher que vivia no adultério com um senhor de muitas posses. Ela se abriu ao Evangelho, mas ele não. E este, mandou assassinar Santo Ângelo, que foi morto após uma pregação com apenas 34 anos.

Santo Ângelo, rogai por nós!

Evangelho (João 3,16-21)


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.

16Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho unigênito, para que não morra todo o que nele crer, mas tenha a vida eterna. 17De fato, Deus não enviou o seu Filho ao mundo para condenar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por ele. 18Quem nele crê não é condenado, mas quem não crê já está condenado, porque não acreditou no nome do Filho unigênito.
19Ora, o julgamento é este: a luz veio ao mundo, mas os homens preferiram as trevas à luz, porque suas ações eram más. 20Quem pratica o mal odeia a luz e não se aproxima da luz, para que suas ações não sejam denunciadas. 21Mas quem age conforme a verdade aproxima-se da luz, para que se manifeste que suas ações são realizadas em Deus.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

Comentário do Evangelho

Quem crê em Jesus se aproxima da luz

No evangelho de hoje temos a conclusão do diálogo estendido de Jesus com Nicodemos. Neste diálogo, o evangelista João retoma e aprofunda os temas principais que ele apresentou no prólogo do seu evangelho. Deus enviou seu Filho único, Jesus, ao mundo por amor e não para condená-lo. Quem crê em Jesus se aproxima da luz, pratica a verdade, e tem a vida eterna. Não é pela observância da Lei, segundo o entendimento de Nicodemos, que se chega a plenitude da vida, mas pela acolhida da luz da Verdade e do Amor, comunicadas pelo Espírito. São os homens e mulheres que com suas ações manifestas se comprometem com o Reino dos Céus que se concretiza aqui na terra, libertados das estruturas opressoras criadas pelo sistema de poder deste mundo. Todos são convidados a consagrarem suas vidas à prática do amor, sem discriminações e em uma dimensão universal, no seguimento de Jesus, em comunhão com o amor divino e eterno.

José Raimundo Oliva

A igreja celebra hoje: São Floriano

Pertenceu a um grupo de militares que serviam ao império romano. O imperador era Diocleciano que, influenciado por um genro, passou a ter um grande preconceito e ódio ao Cristianismo, a ponto de estabelecer um edito onde dizia que a Palavra de Deus escrita devia ser queimada e os cristãos, quando identificados, precisavam oferecer sacrifícios aos 'deuses' em sinal de adoração.

Muitos optavam por testemunhar Jesus até o último instante a renunciar sua fé no Cristo. Outros para salvar a própria pele, abandonavam a Igreja, Jesus e a comunidade.

A opção de Floriano foi pelo amor a Cristo.

A ordem do Imperador chegou até ele e em nome de 40 soldados cristãos, ele manifestou-se, denunciando toda aquela ignorância e injustiça. Aquilino, que devia defendê-los pois comandava o pelotão, ao contrário, entregou todos aqueles militares.

E aqueles soldados tiveram que optar pelo imperador ou por Cristo. Para servir a Cristo, é preciso testemunhá-lo. E a perseguição não demora a vir.

Floriano teve uma corda amarrada ao seu pescoço e foi lançado ao rio e morreu afogado. E todos os outros soldados também foram martirizados.

São Floriano, rogai por nós!

Evangelho (João 14,6-14)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, Jesus disse a Tomé: 6“Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém vai ao Pai senão por mim. 7Se vós me conhecêsseis, conheceríeis também o meu Pai. E desde agora o conheceis e o vistes”. 8Disse Filipe: “Senhor, mostra-nos o Pai, isso nos basta!” 9Jesus respondeu: “Há tanto tempo estou convosco, e não me conheces, Filipe? Quem me viu, viu o Pai. Como é que tu dizes: ‘Mostra-nos o Pai’? 10Não acreditas que eu estou no Pai e o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo, não as digo por mim mesmo, mas é o Pai que, permanecendo em mim, realiza as suas obras. 11Acreditai-me: eu estou no Pai e o Pai está em mim. Acre­ditai, ao menos, por causa destas mesmas obras. 12Em verdade, em verdade vos digo, quem acredita em mim fará as obras que eu faço, e fará ainda maiores do que estas. Pois eu vou para o Pai, 13e o que pedirdes em meu nome, eu o realizarei, a fim de que o Pai seja glorificado no Filho. 14Se pedirdes algo em meu nome, eu o realizarei”.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

Comentário do Evangelho

Filipe quer ver o Pai

Os nomes de Filipe e Tiago aparecem na lista dos doze apóstolos nos três evangelhos sinóticos. Enquanto que o nome de Tiago reaparecerá várias vezes, nestes evangelhos, Filipe só aparece nesta lista. Por outro lado, no evangelho de João o nome de Tiago não é citado, enquanto que Filipe aparecerá várias vezes. Nas palavras de despedida, na última ceia, quando Jesus afirma "Se me conhecestes, conhecereis também o meu Pai. Desde já o conheceis e o tendes visto", Filipe pede que Jesus lhes mostre o Pai. A incompreensão de Filipe exprime a dos demais discípulos. Conviviam com Jesus, o conheciam, mas não reconheceram a dimensão divina de seu amor, que revela o amor do Pai. Somos, também, chamados a ver Jesus hoje, presente entre nós, revelando o Pai através das obras de amor que sustentam e promovem a vida neste mundo.

José Raimundo Oliva

A igreja celebra hoje: São Filipe e São Tiago

Ambos nasceram na Galileia e foram discípulos e apóstolos de Jesus Cristo, e por Ele deram a vida.

Filipe nasceu em Betsaida, e o Evangelho de São João é que nos apresenta dados a respeito de seu santo testemunho. Jesus passou, chamou-o e ele disse 'sim' com a vida.

Ele foi 'canal' para que São Bartolomeu também se tornasse discípulo de Cristo. Durante o acontecimento da multiplicação dos pães, Filipe também participou deste milagre (foi para Filipe que Jesus perguntou como se faria para alimentar aquela multidão).

Na Santa Ceia, o apóstolo Filipe é quem pede a Jesus: 'Mostra-nos o Pai e isso nos basta' (Jo 14,8).

Filipe estava em Pentecostes com a Virgem Maria e os outros apóstolos.

São Clemente de Alexandria nos diz que ele foi crucificado. Que honra para os apóstolos morrerem como o seu Senhor!


São Tiago também foi martirizado, por volta do ano 62. Ele que nasceu em Caná, filho de Alfeu, familiar de Nosso Senhor Jesus Cristo. E foi um dos doze apóstolos.

Nos Atos dos Apóstolos encontramos ele como o primeiro bispo de Jerusalém.

Tiago recebeu mais de uma visita de São Paulo e foi reconhecido como uma das colunas principais da Igreja, ao lado de São Pedro e São João.

Uma das cartas do Novo Testamento é atribuída a ele. E, nela, o apóstolo nos ensina que a fé sem obras é morta e que é preciso deixarmos que o Espírito Santo governe a nossa língua.

O martírio não está centrado no sofrimento, mas no amor a Jesus Cristo que supera essa vida.

São Filipe e São Tiago, rogai por nós!

Liga das Famílias de Schoenstatt.

            "Nosso Santuário de Schoenstatt deve ser ampliado por muros vivos.
Cada família, uma por uma, deve ser um Santuário vivo."


Pe. José Kentenich

Nos dias 29,30/04 e 01/05/2011 aconteceu no Centro de Treinamento Libânia Lopes Pessoa, em Mossoró-RN a 1ª etapa de Formação de Dirigentes do Apostolado da Liga de Familias de Schoenstatt. O encontro contou com participação de Casais de Mossoró, Natal, Fortaleza/CE  e Beberibe/CE.

A formação foi dada pelos assessores do Movimento Apostolico de Schoenstatt o Pe. José Fernando Bonini de Recife (Assessor Regional da Liga de Famílias no Nordeste), a Ir. Maria Denise de Garanhuns e a Irmã Neiva de Fortaleza/CE.

No encontro tivemos a presença do nosso Bispo Diocesano Dom Mariano Manzana que apesar de todos os seus compromissos foi levar as boas vindas aos casais participantes como também aos assessores. Dom Mariano expressou alegria de ver o  crescimento do Movimento Apostólico de Schoenstatt na Diocese.  

 OBJETIVO :

FORMAR FAMÍLIAS APOSTÓLICAS

Uma das incumbências mais importantes da Liga é tornar Schoenstatt presente e atuante nas paróquias e dioceses e em todos os ambientes: familiar, profissional; preocupa-se pela evangelização do mundo.

IDEAL E MISSÃO

Seu modelo, é a Sagrada Família de Nazaré, como comunidade de vida e de amor. Jesus, Maria e José iluminam o caminho de santidade das famílias, a fim de que estas se tornem indicadoras de caminho para tantas outras famílias.

Animadas pela espiritualidade do Movimento Apostólico de Schoenstatt, na força da Aliança de Amor, as famílias recebem a graça de viverem como Igreja Doméstica, Santuários Vivos de Schoenstatt, tornando-se uma sólida família cristã, um novo Nazaré. Desta forma se esforçam para serem realmente células vivas para a renovação da sociedade e construir a civilização do amor.

No meio do mundo, na vida cotidiana como casal e como família, podem dar testemunho que é possível ser fiel, ser feliz no matrimônio e como família e, como Maria, pertencer totalmente a Deus.
Este é o mais belo apostolado que podem exercer, ajudando muitas famílias a serem também felizes.

ESTILO DE VIDA

Seu estilo de vida e missão baseiam-se no ideal católico do matrimônio, de um amor capaz de envolver toda a família:

• Vivem na certeza de que Cristo está presente no sacramento do matrimonio, por isso contando com a graça, são capazes de serem fiéis

• Acolhem os filhos com amor responsável, correspondendo ao belo ideal que Deus concede às famílias: ser Santuário da Vida

• Fazem a experiência do amor de Deus, no amor entre homem e mulher realizando a grande missão cristã da família: guardar, revelar e comunicar o amor de Deus pela humanidade e do amor de Cristo pela Igreja, sua esposa.

• Transformam o seu lar, pela Aliança de Amor, no espaço de encontro com Deus, com a Mãe de Deus e dos esposos entre si e com os filhos, isto é, em lugar sagrado, em Santuário-lar.

• Compartilham com Deus, sua vida cotidiana, por isso conseguem fazer de sua aliança matrimonial, um caminho de felicidade e de crescimento pessoal.

ATIVIDADES

Planejam atividades como: congressos, encontros, retiros, programação nas paróquias e outras. As famílias estão engajadas nas diversas pastorais, realizando atividades apostólicas em suas paróquias e dioceses, exercendo também seu apostolado na Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt.


Evangelho (João 3,1-8)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.

1Havia um chefe judaico, membro do grupo dos fariseus, chamado Nicodemos, 2que foi ter com Jesus, de noite, e lhe disse: “Rabi, sabemos que vieste como mestre da parte de Deus. De fato, ninguém pode realizar os sinais que tu fazes, a não ser que Deus esteja com ele”.
3Jesus respondeu: “Em verdade, em verdade, te digo, se alguém não nasce do alto, não pode ver o Reino de Deus”. 4Nicodemos disse: “Como é que alguém pode nascer, se já é velho? Poderá entrar outra vez no ventre de sua mãe?”
5Jesus respondeu: “Em verdade, em verdade, te digo, se alguém não nasce da água e do Espírito, não pode entrar no Reino de Deus. 6Quem nasce da carne é carne; quem nasce do Espírito é espírito. 7Não te admires por eu haver dito: Vós deveis nascer do alto. 8O vento sopra onde quer e tu podes ouvir o seu ruído, mas não sabes de onde vem, nem para onde vai. Assim acontece a todo aquele que nasceu do Espírito”.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

Comentário do Evangelho

O Espírito de amor é criativo

Com este episódio, envolvendo Nicodemos, um chefe dos judeus, o evangelista João faz um contraste com o episódio que virá a seguir, do encontro de Jesus com a mulher samaritana. Enquanto que Nicodemos vem ao encontro de Jesus sorrateiramente à noite e não compreende o que Jesus lhe diz, o encontro com a mulher samaritana acontece ao meio dia, em plena luz, e esta mulher, e seus concidadãos, compreendem e acolhem Jesus.
Nicodemos é um fariseu estrito observante da Lei, como carne sem espírito, que busca apenas satisfações de interesses terrenos. Jesus convida a nascer do alto, do Espírito, sem a estreiteza da Lei, mas na liberdade do amor. O Espírito de amor é criativo, acolhedor e solidário, e comunicador de vida.

José Raimundo Oliva

A igreja celebra hoje: Santo Atanásio

Atanásio nasceu em Alexandria, no Egito, em 296. No ano de 325, deu-se o I Concílio Ecumênico, em Niceia, para definir a doutrina autêntica contra a heresia tão capciosa dos arianos, a qual fazia de Jesus uma criatura inferior a Deus Pai. Atanásio participou do Concílio na qualidade de assessor do seu bispo, embora fosse somente diácono na época.

O Arianismo foi condenado e deu-se a definição solene do Credo, o qual nós rezamos até hoje. A atuação de Atanásio foi primorosa tanto pela lucidez de sua doutrina quanto pela argumentação bíblica apresentada. Os erros dos arianos foram por ele refutados com tanto brilho, clareza e evidência, que causou admiração a todos.

Atanásio foi o sucessor do bispo de Alexandria, embora tivesse apenas 31 anos, e dirigiu a Igreja de Alexandria por 46 anos, período de muito sofrimento e perseguição. Os arianos não lhe deram descanso e, com o apoio do imperador, espalharam muitas calúnias contra Atanásio, que por cinco vezes teve de fugir de sua sede episcopal.

Refugiava-se no deserto onde conheceu e conviveu com o grande Santo Antão. Durante cinco anos ficou lá escondido, saindo somente à noite para dirigir sua igreja e consolar seus fiéis. Atanásio foi firme e inquebrantável com seus numerosos escritos. Manteve viva a fé no Verbo Encarnado.

Faleceu reconhecido por toda a Igreja, com 77 anos. E como reconhecimento de seu trabalho, fidelidade e fundamentais obras escritas para a Santa Igreja foi declarado Doutor da Igreja.

Santo Atanásio, rogai por nós!