Painel informativo.

- TRÊS VEZES ADMIRÁVEL pela grandeza de sua posição junto à Trindade, como filha predileta do Pai, Mãe do Filho e Esposa do Espírito Santo. Também por ser Mãe de Deus, Mãe do Redentor e Mãe dos Remidos.'

MISTERIOS DE

O Santo Rosário compreende a meditação dos vinte mistérios da Fé Católica, divididos em quatro grupos de cinco mistérios - denominados Terço - e nos leva diariamente ao estudo e meditação profunda da Palavra Sagrada da Bíblia e das passagens mais importantes do Evangelho. Aos mistérios originais, recentemente o Papa João Paulo II instituiu novas meditações, sendo que os mistérios do Santo Rosário são:
Mistérios Gozosos - Natalidade e crescimento de Jesus
Mistérios Dolorosos - Agonia, sofrimento e morte: Amor aos pecadores
Mistérios Gloriosos - Vitória, Salvação, Proteção
Mistérios Luminosos - A humildade, os milagres e o eterno Amor

VOCÊ É ESPECIAL!

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ORAÇÃO OFICIAL DO TERÇO DOS HOMENS MÃE RAINHA





Evangelho (Mateus 23,1-12)



— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, 1Jesus falou às multidões e aos seus discípulos: 2“Os mestres da Lei e os fariseus têm autoridade para interpretar a Lei de Moisés. 3Por isso, deveis fazer e observar tudo o que eles dizem. Mas não imiteis suas ações! Pois eles falam e não praticam. 4Amarram pesados fardos e os colocam nos ombros dos outros, mas eles mesmos não estão dispostos a movê-los, nem sequer com um dedo.
5Fazem todas as suas ações só para serem vistos pelos outros. Eles usam faixas largas, com trechos da Escritura, na testa e nos braços, e põem na roupa longas franjas.
6Gostam de lugar de honra nos banquetes e dos primeiros lugares nas sinagogas. 7Gostam de ser cumprimentados nas praças públicas e de serem chamados de Mestre. 8Quanto a vós, nunca vos deixeis chamar de Mestre, pois um só é vosso Mestre e todos vós sois irmãos.
9Na terra, não chameis a ninguém de pai, pois um só é vosso Pai, aquele que está nos céus. 10Não deixeis que vos chamem de guias, pois um só é o vosso Guia, Cristo. 11Pelo contrário, o maior dentre vós deve ser aquele que vos serve. 12Quem se exaltar será humilhado, e quem se humilhar será exaltado”.

 
- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

Comentário do Evangelho


Discípulo autêntico

O capítulo 23 do Evangelho de Mateus é uma contundente invectiva contra os escribas e fariseus, terminando com a denúncia de Jerusalém, como sendo a cidade que mata os profetas e apedreja os enviados de Deus (Mt 23,37). Mateus adapta para suas comunidades, na década de 80, sentenças proferidas por Jesus em seu ministério, denunciando o sistema opressor das sinagogas e do Templo. Naquela década o conflito com os fariseus é mais profundo, e Mateus quer persuadir suas comunidades a se diferenciarem da prática deles. Na comunidade deve haver igualdade, sem disputa de poder e sem opressão. A prática característica do discípulo autêntico é o serviço, com humildade e alegria.

José Raimundo Oliva

A igreja celebra hoje: São Pio X

Celebramos hoje um Papa que mereceu ser reconhecido por santo, embora na humildade típica das almas abençoadas, José Sarto respondia àqueles que o chamavam de santo: "Não santo, mas Sarto". Nascido em 1835 ao norte da Itália e de família muito simples e religiosa, o pequeno José, com muito esforço e sacrifício conseguiu – com o apoio dos pais – estudar e entrar para o Seminário.

Com sua permanente autodefinição: "um pobre vigário da roça", José Sarto percorreu com simplicidade o caminho que o Espírito Santo traçou da responsabilidade de vigário de uma pequena aldeia até o Papado. Tomando o nome de Pio X, chamava a atenção pela modéstia e pobreza que o possibilitava à vivência da sua idéia-força: "Restaurar todas as coisas em Cristo".

São Pio X foi Papa de 1903 a 1914. Ocupado com a pastoral, São Pio X realizou reformas na liturgia, favoreceu a comunhão diária e a comunhão das crianças, sendo que no campo doutrinal rebateu por amor à Verdade o relativismo moderno. Sorridente, pai e pastor, São Pio X entrou no Céu com 79 anos, deixando para a Igreja o seu testemunho de pobreza, pois conta-se o fato, tomou dinheiro emprestado para comprar as passagens de ida e volta rumo ao conclave que o teria escolhido Papa, pois não acreditava num erro do Espírito Santo.


São Pio X, rogai por nós!

Amanhã Sábado missa na Casa da Mãe Rainha às 8h. Participe


 
Magnificat

Minha alma glorifica ao Senhor,
meu espírito exulta de alegria em Deus, meu Salvador,
porque olhou para sua pobre serva.
Por isto, desde agora, me proclamarão bem-aventurada todas as gerações,
porque realizou em mim maravilhas aquele que é poderoso
e cujo nome é Santo.
Sua misericórdia se estende, de geração em geração,
sobre os que o temem.
Manifestou o poder do seu braço: desconcertou os corações dos soberbos.
Derrubou do trono os poderosos e exaltou os humildes.
Saciou de bens os indigentes e despediu de mãos vazias os ricos.
Acolheu a Israel, seu servo, lembrado da sua misericórdia,
conforme prometera a nossos pais,
em favor de Abraão e sua posteridade para sempre.

A liga de Famílias do Movimento Apostólico de Schoenstatt

Padre José Fernando Bonnini
Assessor de Liga de Famílias no Nordeste.










No ultimo dia 14 de agosto o Padre José Fernando visitou a Diocese de Mossoró com o objetivo de acompanhar e dar assistencia a formação do primeiro grupo de liga de familías na Cidade de Mossoró. Durante a tarde do sabado o padre se reuniu com um grupo de 25 casais.  


Movimento de Schoenstatt - Brasil



As primeiras sementes do Movimento de Schoenstatt no Brasil chegaram com um grupo de 12 missionárias das Irmãs de Maria de Schoenstatt em 1935. Na época, elas se estabeleceram no interior do Paraná. Na cidade de Jacarezinho/PR, as Irmãs começaram a construir um colégio e a formar os primeiros grupos da Juventude Feminina de Schoenstatt. No ano de 1945, elas chegaram ao extremo sul do Brasil, em Santa Maria/RS. Nesta cidade surgiria três anos mais tarde o primeiro Santuário de Schoenstatt no Brasil, o Santuário Tabor. Em 1950, o segundo Santuário, na cidade de Londrina/PR.



A espiritualidade de Schoenstatt, com seu cunho marcadamente mariano, encontrara na época grande acolhida no povo brasileiro. Ao longo dos mais de 60 anos de história na nossa Pátria nasceram mais de 22 Santuários da Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt no Brasil. Em 1950, a partir do Santuário Tabor em Santa Maria/RS, surgiu a Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt, um apostolado mariano do Movimento de Schoenstatt a serviço da Igreja e das famílias. Dentro desta organização, mais de 120.000 imagens da Mãe Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt visitam, mensalmente, cerca de três milhões de lares brasileiros. As comunidades do Movimento estão presentes em quase todos os estados brasileiros, se unindo em torno aos centros de formação que foram sendo construídos pela Família de Schoenstatt de sul a norte de nosso país.



Celebraram o primeiro dia da Aliança em terras brasileiras. Nesta ocasião, tomaram um tijolo trazido de Schoenstatt por Ir. M. Almut, que fora abençoado pelo Fundador e havia passado a noite sobre o altar do Santuário original e colocaram ao seu redor 12 velinhas acesas, simbolizando suas jovens vidas que se lançavam como pedras vivas de construção para a edificação de Schoenstatt no Brasil. As doze Irmãs renovaram sua Aliança de Amor, com esta profunda oração que expressava sua entrega total:



“Mãe Três Vezes Admirável, aceita-nos hoje como pedras vivas de construção e imerge-nos na terra brasileira! Por teu Santuário fecunda nossos trabalhos e nossas aspirações. A exemplo de nossos congregados heróis, transforma-nos em construtores que te ajudem a edificar teu Reino, no Brasil. Mãe, nada sem ti, mas também, nada sem nós! Como fracos instrumentos de nossa Mãe Três Vezes Admirável de Schoenstatt, queremos viver e morrer por nossa tarefa do Schoenstatt-Brasil.”




Liga das Famílias no Brasil



A liga de Famílias do Movimento Apostólico de Schoenstatt é um movimento católico, Mariano, Apostólico, educativo e renovador para as famílias e a sociedade. È vinculado a Mãe Três Vezes Admirável de Schoenstatt, ao seu Santuário e ao Fundador.



A Liga foi fundado pelo Pe. Jose Kentenich em 16 de Julho de 1942, no campo de concentração de Dachau, Alemanha e teve como fundador o Dr. Friedrich Kuhr.



O ideal do Pe. Kentenich se tornassem “Santuários Vivos”, transformando os lares em pequenas Igrejas domésticas, vivendo e mostrando os valores éticos e Cristãos para a Sociedade. Ele já previa que as famílias serão ameaçadas ao longo do tempo com a evolução dos sistemas de informação e a falta de espírito apostólico e religioso na sociedade.



A Mãe de Deus é a educadora fiel de pais e filhos. Ela conduz as famílias para Cristo.



O “SIM” dos casais à Obra Famílias de Schoenstatt os insere na Aliança de Amor com a Mãe de Deus e por ela a Deus Trino a proclamar.





Ideal e Missão da Liga de Famílias



Seu modelo, é a Sagrada Família de Nazaré, como comunidade de vida e de amor. Jesus, Maria e José iluminam o caminho de santidade das famílias, a fim de que estas se tornem indicadoras de caminho para tantas outras famílias.



Animadas pela espiritualidade do Movimento Apostólico de Schoenstatt, na força da Aliança de Amor, as famílias recebem a graça de viverem como Igrejas Domesticas, Santuários Vivos de Schoenstatt, tornando-se uma sólida família Cristã, um novo Nazaré. Desta forma se esforçam para serem realmente células vivas para a renovação da sociedade e construir a civilização do amor.



No meio do mundo, na vida cotidiana como casal e como família, podem dar testemunho que é possível ser fiel, ser feliz no matrimônio e como família e, como Maria, pertencer totalmente a Deus. Este é o mais belo apostolado que podem exercer, ajudando muitas famílias a serem também felizes.





Estilo de Vida



Transformar o seu lar, pela aliança de Amor, no espaço de encontro com Deus, com a Mãe de Deus e dos esposos entre si e com os filhos, isto é, em lugar sagrado, em Santuário lar.


Evangelho (Mateus 22,34-40)


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 34os fariseus ouviram dizer que Jesus tinha feito calar os saduceus. Então eles se reuniram em grupo, 35e um deles perguntou a Jesus, para experimentá-lo: 36“Mestre, qual é o maior mandamento da Lei?”
37Jesus respondeu: “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento!’ 38Esse é o maior e o primeiro mandamento. 39O segundo é semelhante a esse: ‘Amarás ao teu próximo como a ti mesmo’. 40Toda a Lei e os profetas dependem desses dois mandamentos”.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

Comentário do Evangelho

O amor e a lei

Jesus, em uma disputa anterior, com sua revelação sobre a ressurreição, silenciara os saduceus, que nela não acreditavam. Os fariseus, por sua vez, acreditavam na ressurreição, divergindo destes saduceus. Um doutor da Lei, fariseu, vem a Jesus, com espírito de intriga, questioná-lo sobre o maior mandamento da Lei. Esta era uma questão discutida entre os rabinos, face aos 613 mandamentos que constavam na Lei. Predominava a opinião de que a observância do sábado seria o principal. O doutor da Lei, simulando deferência, dirige-se a Jesus chamando-o de Mestre, título que a si próprio era dado pelos seus alunos. Jesus não entra pelo debate casuístico no emaranhado da Lei. Extraindo dois mandamentos separados, um do Livro do Deuteronômio e outro do Livro do Levítico, Jesus remete a resposta à realidade concreta do compromisso de amor com Deus e com o próximo, igualando o amor ao próximo ao amor a Deus. Completando esta síntese fundamental, Jesus já apresentara outra, no Sermão da Montanha: "Tudo quanto desejais que os outros vos façam, fazei-o, vós também, a eles. Isto é a Lei e os Profetas" (Mt 7,12). A simplicidade do amor supera a complexidade da Lei.

José Raimundo Oliva

A igreja celebra hoje: São Bernardo

Com muita alegria celebramos a santidade do abade e doutor da Igreja: São Bernardo. Nascido no Castelo de Fontaine em 1904, perto de Dijon (França), pertencia a uma família nobre, a qual se assustou com sua decisão radical de seguir Jesus como monge cisterciense.

São Bernardo é considerado pela Família Cisterciense um segundo fundador, pois atraía a tantos para a Ordem, que as mães e esposas afastavam os filhos e maridos do santo; tamanho era real o poder de atração de Bernardo que todos os irmãos, primos e amigos o seguiram. Homem de oração, destacou-se como pregador, prior, místico, escritor, fundador de mosteiros, abade, conselheiro de Papas, Reis, Bispos e também polemista, político e pacificador.

Aconteceu que São Bernardo, mesmo sendo contemplativo, entrou no concreto da realidade da sua época, a ponto de participar de várias polêmicas internas e externas da Igreja da época.

No ano de 1115, o seu abade Estevão mandou-o com doze companheiros fundar, no Vale do Absíntio, aquilo a que São Bernardo chamou Vale Claro (Claraval). Do Mosteiro de Claraval, o santo irradiava a luz do Cristianismo, isto também pelos escritos, como o Tratado do Amor de Deus e o Comentário ao Cântico dos Cânticos; a invocação é fruto de sua profunda e sólida devoção a Nossa Senhora: "Ó clemente, ó piedosa, ó doce e sempre Virgem Maria". Pela Mãe do Céu, foi acolhido na eternidade em 1153.

Escreveu numerosas obras, milhares de cartas, mais de 300 sermões; interveio em todas as disputas doutrinais, em todas as grandes questões religiosas e seculares da época. Por ordem de tempo, considera-se o último dos Padres da Igreja. Um seu editor, falecido em 1707, Mabillon, escreveu sobre ele: "É o último dos Padres mas iguala os maiores".


São Bernardo, rogai por nós!

Evangelho (Mateus 22,1-14)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 1Jesus voltou a falar em parábolas aos sumos sacerdotes e aos anciãos do povo, 2dizendo: “O Reino dos Céus é como a história do rei que preparou a festa de casamento do seu filho. 3E mandou os seus empregados chamar os convidados para a festa, mas estes não quiseram vir.
4O rei mandou outros empregados, dizendo: ‘Dizei aos convidados: já preparei o banquete, os bois e os animais cevados já foram abatidos e tudo está pronto. Vinde para a festa!’ 5Mas os convidados não deram a menor atenção: um foi para o seu campo, outro para os seus negócios, 6outros agarraram os empregados, bateram neles e os mataram.
7O rei ficou indignado e mandou suas tropas, para matar aqueles assassinos e incendiar a cidade deles. 8Em seguida, o rei disse aos empregados: ‘A festa de casamento está pronta, mas os convidados não foram dignos dela. 9Portanto, ide às encruzilhadas dos caminhos e convidai para a festa todos os que encon­trar­des’.
10Então os empregados saíram pelos caminhos e reuniram todos os que encontraram, maus e bons. E a sala da festa ficou cheia de convidados. 11Quando o rei entrou para ver os convidados observou ali um homem que não estava usando traje de festa 12e perguntou-lhe: ‘Amigo, como entraste aqui sem o traje de festa?’ Mas o homem nada respondeu.
13Então o rei disse aos que serviam: ‘Amarrai os pés e as mãos desse homem e jogai-o fora, na escuridão! Ali haverá choro e ranger de dentes’. 14Porque muitos são chamados, e poucos são escolhidos”.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

Comentário do Evangelho

A parábola é dirigida aos chefes dos judeus

Esta parábola é encontrada também no Evangelho de Lucas, em um estilo mais suave. Mateus a narra em um estilo literário entremeado de violência e crueldade, como acontece com algumas outras parábolas suas. A cidade incendiada pelas tropas do rei parece ser uma alusão a Jerusalém, incendiada pelos romanos no ano 70, que Mateus interpreta como castigo pela morte de Jesus. A parábola é dirigida aos chefes dos judeus, que se julgavam o povo eleito, e que, rejeitando Jesus, perderam seu espaço para os gentios que creram em e aderiram a Jesus. A parte final, excludente e rude, sobre o homem sem o traje de festa, parece ser uma orientação do próprio evangelista para
a exclusão daqueles que nas comunidades são infiéis.

José Raimundo Oliva

A igreja celebra hoje: São João Eudes

O santo deste dia foi definido por São Pio X como "autor, pai, doutor, apóstolo, promotor e propagandista da devoção litúrgica aos sagrados Corações de Jesus e Maria". São João Eudes nasceu na Normandia, em 1601, num tempo em que o século XVII estava sendo marcado pelo jansenismo, quietismo e filosofismo.

Ao viver numa família religiosa, João estranhou quando externando seu desejo de consagrar-se a Deus encontrou barreiras com o seu pai, que não foram maiores do que o chamado do Senhor, por isto com 24 anos estava sendo ordenado Sacerdote. Homem de Deus, soube colher e promover os frutos do Espírito para a época, tanto assim que foi importantíssimo para a renovação e formação do Clero, evangelização das massas rurais e difusão da espiritualidade centrada nos Corações de Jesus e de Maria, a qual venceu com o amor afetivo de Deus as friezas e tentações da época.

São João Eudes com suas inúmeras missões e escritos influenciou fortemente todo o seu país e o mundo cristão. Depois de fundar a Congregação de Jesus e Maria (Eudistas), ao lado do ramo feminino chamada Refúgio de Nossa Senhora da Caridade, São João Eudes entrou no Céu em 1680 e foi canonizado em 1925.


São João Eudes, rogai por nós!

Missa da Aliança de Amor

Hoje dia 18 - Missa da Aliança de Amor às 19hs
na Casa da Mãe Rainha

.
Participe!

Faleceu ontem em Fortaleza-CE, aos 54 anos, Antonio Marcondes Maia Negreiros, servidor da UERN, nascido em Mossoro-RN em 26/12/56. Casado com Maria Alcileide Morais Negreiros, sendo seus filhos Tházia Luzia e Tales Diogo. Licenciado em Letras em 1980 pela UERN, residia a rua: Jose Acrisio nº 25,  Abolição I. Marcondes era membro atuante do Terço dos Homens da Casa da Mãe Rainha. Seu velório acontecerá na Capela do Perpétuo Socorro e o sepultamento será hoje dia 18/08, às 10h, no cemitério São Sebastião.

A Coordenação Diocesana do Terço dos Homens Mãe Rainha - Mossoró, convida todos os seus membros( com a camisa do terço) para o seu sepultamento. Agradecemos a todos que comparecerem a este ato de fé e solidariedade cristã.


(Marcos Freitas - Assessor Diocesano de Comunicação do Terço dos Homens Mãe Rainha).
 

Evangelho (Mateus 20,1-16a)



— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos esta parábola: 1“O Reino dos Céus é como a história do patrão que saiu de madrugada para contratar trabalhadores para a sua vinha. 2Combinou com os trabalhadores uma moeda de prata por dia, e os mandou para a vinha. 3Às nove horas da manhã, o patrão saiu de novo, viu outros que estavam na praça, desocupados, 4e lhes disse: ‘Ide também vós para a minha vinha! E eu vos pagarei o que for justo’.
5E eles foram. O patrão saiu de novo ao meio-dia e às três horas da tarde, e fez a mesma coisa. 6Saindo outra vez pelas cinco horas da tarde, encontrou outros que estavam na praça, e lhes disse: ‘Por que estais aí o dia inteiro desocupados?’ 7Eles responderam: ‘Porque ninguém nos contratou’. O patrão lhes disse: ‘Ide vós também para a minha vinha’. 8Quando chegou a tarde, o patrão disse ao administrador: ‘Chama os trabalhadores e paga-lhes uma diária a todos, começando pelos últimos até os primeiros!’
9Vieram os que tinham sido contratados às cinco da tarde e cada um recebeu uma moeda de prata. 10Em seguida vieram os que foram contratados primeiro, e pensavam que iam receber mais. Porém, cada um deles recebeu uma moeda de prata. 11Ao receberem o pagamento, começaram a resmungar contra o patrão: 12‘Estes últimos trabalharam uma hora só, e tu os igualaste a nós, que suportamos o cansaço e o calor o dia inteiro’.
13Então o patrão disse a um deles: ‘Amigo, eu não fui injusto contigo. Não combinamos uma moeda de prata? 14Toma o que é teu e volta para casa! Eu quero dar a este que foi contratado por último o mesmo que dei a ti. 15Por acaso não tenho o direito de fazer o que quero com aquilo que me pertence? Ou estás com inveja, porque estou sendo bom?’ 16aAssim, os últimos serão os primeiros, e os primeiros serão os últimos”.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

Comentário do Evangelho

Autenticidade da fé dos discípulos

Mateus, com esta parábola que lhe é exclusiva, procura instruir suas comunidades de cristãos originários do Judaísmo no sentido de reconhecerem a autenticidade da fé dos discípulos gentios que aderiram a Jesus. Se o Judaísmo reivindica uma antiguidade em sua eleição, em nome de sua tradição, devem abrir mão desta pretensão e reconhecer que a adesão a Jesus e a comunhão de vida eterna com o Pai é fruto do amor e da misericórdia, a serem vividos na atualidade, em todos os povos e em todos os tempos. A contundente afirmação final subverte a tradição: os últimos serão os primeiros.

José Raimundo Oliva

A igreja celebra hoje: Santa Helena

Lembramos neste dia a santa que depois da conversão se dedicou na ajuda ao Cristianismo no tempo da liberdade religiosa acontecida durante o Império Romano. Nascida no ano de 255 em Bitínia, de família plebéia, no tempo da juventude trabalhava numa pensão, até conhecer e casar-se com o oficial do exército romano, chamado Constâncio Cloro.

Fruto do casamento de Helena foi Constantino, o futuro Imperador, o qual tornou-se seu consolo quando Constâncio Cloro deixou-a para casar-se com a princesa Teodora e governar o Império Romano. Diante do falecimento do esposo, o filho que avançava na carreira militar substituiu o pai na função imperial, e devido a vitória alcançada nas portas de Roma, tornou-se Imperador.

Aconteceu que Helena converteu-se ao Cristianismo, ou ainda tenha sido convertida pelo filho que decidiu seguir Jesus e proclamar em 313 o Édito de Milão, o qual deu liberdade à religião cristã, isto depois de vencer uma terrível batalha a partir de uma visão da Cruz. Certeza é que no Império Romano a fervorosa e religiosa Santa Helena foi quem encontrou a Cruz de Jesus e ajudou a Igreja de Cristo, a qual saindo das catacumbas pôde evangelizar e com o auxílio de Santa Helena construir basílicas nos lugares santos.

Faleceu em 327 ou 328 em Nicomédia, pouco depois de sua visita à Terra Santa. Os seus restos foram transportados para Roma, onde se vê ainda agora, no Vaticano, o sarcófago de pórfiro que os inclui.

Santa Helena, rogai por nós!

Evangelho (Mateus 19,23-30)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 23Jesus disse aos discípulos: “Em verdade vos digo, dificilmente um rico entrará no reino dos Céus. 24E digo ainda: é mais fácil um camelo entrar pelo buraco de uma agulha, do que um rico entrar no Reino de Deus”. 25Ouvindo isso, os discípulos ficaram muito espantados, e perguntaram: “Então, quem pode ser salvo?” 26Jesus olhou para eles e disse: “Para os homens isso é impossível, mas para Deus tudo é possível”.
27Pedro tomou a palavra e disse a Jesus: “Vê! Nós deixamos tudo e te seguimos. Que haveremos de receber?” 28Jesus respondeu: “Em verdade vos digo, quando o mundo for renovado e o Filho do Homem se sentar no trono de sua glória, também vós, que me seguistes, havereis de sentar-vos em doze tronos para julgar as doze tribos de Israel. 29E todo aquele que tiver deixado casas, irmãos, irmãs, pai, mãe, filhos, campos, por causa do meu nome, receberá cem vezes mais e terá como herança a vida eterna. 30Muitos que agora são os primeiros, serão os últimos. E muitos que agora são os últimos, serão os primeiros.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

Comentário do Evangelho



Jesus causa espanto aos discípulos

Falando sobre a dificuldade de o rico entrar no Reino de Deus, Jesus causa espanto aos discípulos. Eles estão sob a influência de uma cultura de aspiração ao poder e à riqueza. Não entendem que devem abandonar-se à providência do Pai. Pedro, lembrando que haviam deixado tudo, cobra a recompensa. Em Mateus esta é apresentada em termos escatológicos, do mundo futuro, divergindo de Marcos (cf. 25 maio). Neste a recompensa é o usufruto, "desde agora, neste tempo", dos bens criados por Deus, o que pode acontecer em uma sociedade de partilha fraterna, a ser conquistada. É o projeto do Reino. Os últimos, os excluídos, são os primeiros a se envolverem neste projeto.

José Raimundo Oliva

A igreja celebra hoje: São Jacinto

O santo de hoje nasceu no ano de 1183 em Cracóvia (Polônia) e chamava-se Jacó. Com o apoio da família, ingressou para a vida religiosa tendo conhecido São Domingos de Gusmão em Roma no ano de 1221. Desta forma, passou a fazer parte da Família Dominicana. Os Dominicanos, por sua vez, deram-lhe o nome de Frei Jacinto.

Documentos seguros indicam-nos que era pregador em Cracóvia, em 1228, no convento da Santíssima Trindade, e que pregava a cruzada contra os Prussianos em 1238. Morreu a 15 de agosto de 1257.

Era parente do Bispo de Cracóvia e durante a sua vida foram fundados os conventos de Breslau, Sandomir e Dantziga. Em 1228, a partir do capítulo geral dominicano de Paris, Jacinto juntamente com outros dominicanos foram transferidos para Rússia, onde sua evangelização atingiu também os Balcãs, a Prússia e a Lituânia. Substituíram os Cistercienses, menos bem preparados. Mas os Tártaros, em 1241 e 42, destruíram numerosos conventos e fizeram muitos mártires.

Depois da passagem deles, a obra apostólica foi retomada e Jacinto retornou à Cracóvia. Jacinto é considerado o apóstolo da Polônia. Desde 1260, três anos após sua morte, o seu túmulo atraía peregrinos. O culto dele abrangeu toda a Polônia. Foi canonizado pelo Papa Clemente VIII, em 1954.


São Jacinto, rogai por nós!

Evangelho (Mateus 19,16-22)

20ª Semana Comum


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 16alguém aproximou-se de Jesus e disse: “Mestre, que devo fazer de bom para possuir a vida eterna?” 17Jesus respondeu: “Por que me perguntas sobre o que é bom? Um só é o Bom. Se queres entrar na vida, observa os mandamentos”. 18O homem perguntou: “Quais mandamentos?” Jesus respondeu: “Não matarás, não cometerás adultério, não roubarás, não levantarás falso testemunho, 19honra teu pai e tua mãe, e ama teu próximo como a ti mesmo”.
20O jovem disse a Jesus: “Tenho observado todas essas coisas. Que ainda me falta?” 21Jesus respondeu: “Se queres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens, dá o dinheiro aos pobres e terás um tesouro no céu. Depois, vem e segue-me”. 22Quando ouviu isso, o jovem foi embora cheio de tristeza, porque era muito rico.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

Comentário do Evangelho

O seguimento de Jesus

Esta narrativa é encontrada nos três Evangelhos sinóticos, Mateus, Marcos (cf.24 maio) e Lucas, com pequenas diferenças entre si. Nela, em lugar de Reino dos Céus, fala-se de vida eterna, o que é mais frequente no quarto Evangelho. Quando Jesus apresenta ao jovem os mandamentos, ele refere-se apenas aos que versam sobre o justo relacionamento com o próximo. O mandamento do sábado é abolido. E os mandamentos relativos ao amor a Deus estão contemplados no amor ao próximo. Deus não é amado por obrigação, mas sim pelos atos de amor gratuito. O jovem rico e observante representa a religião da Lei, que é insuficiente para alcançar a vida eterna. O caminho para a vida eterna é o seguimento de Jesus, com seu amor misericordioso, libertador e sem restrições. O apego à riqueza, por sua vez, afasta a pessoa do seguimento de Jesus. Além disso, aquele que serve à riqueza está consolidando o sistema injusto que oprime e explora os pobres para o aumento dos bens dos ricos.

José Raimundo Oliva

A igreja celebra hoje: Santo Estevão da Hungria

A grande alegria de Deus é ver os Seus projetos realizados na vida de Seus filhos, sendo assim os santos não foram aqueles que não tinham defeitos, mas pessoas pecadoras que se abriram e cooperaram com a obra do Espírito Santo em suas vidas. O santo de hoje, nascido no ano de 979, foi filho do primeiro duque húngaro convertido ao Cristianismo através da pregação de Santo Adalberto, Bispo de Praga.

Voik era o seu nome, até ser batizado na adolescência, recebendo o nome de Estevão, o primeiro mártir cristão, tendo sempre como guia e mestre o Bispo de Praga. Santo Estevão casou-se com a piedosa e inteligente Gisela, a qual muito lhe ajudou no governo do povo húngaro, já que precisou unificar muitas tribos dispersas e até mesmo bem usar a ação militar para conter oposições internas e externas.

Ele, até entrar no Céu em 1038, não precisou preocupar-se com a evangelização inicial do povo, mas ocupou-se do aprofundamento do seu povo na graça chamada Cristianismo. De todo o coração, alma e espírito, estreitou cada vez mais a comunhão com o Papa e a Igreja de Roma, isto sem esquecer de ajudar na formação de uma hierarquia eclesiástica húngara, assim como na construção de igrejas, mosteiros e na propagação da Sã Doutrina Católica e devoção a Nossa Senhora.

Santo Estevão, por ser "o primeiro Rei que consagrou a sua nação a Nossa Senhora", tem uma estátua na Basílica de Nossa Senhora de Fátima e um vitral na capela do Calvário húngaro.
 
Santo Estevão da Hungria, rogai por nós!

SANTUÁRIO DE SCHOENSTATT FONTE DE GRAÇAS



  • É o lugar onde a Mãe se estabeleceu.
No documento de Fundação, Pe. Kentenich diz: “Todos aqueles que vierem para rezar, experimentem a formosura de Maria e confessem: Aqui é bom estar. Façamos aqui nossas tendas. Este é o nosso lugarzinho predileto”.

  •  Através da Aliança de Amor que selamos com a Mãe, tornamo-nos Santuários Vivos, isto é, o nosso coração se torna um Santuário no qual a Mãe se estabelecerá.
  •  É a nossa fonte de graças e berço de santidade. Ali, no Santuário, Ela quer formar um homem apostólico comprometido com a salvação do mundo. Por isso, ele nos concede 3 graças através do Santuário:
Graça do “Abrigo Espiritual“: Nós nos sentimos abrigados por Deus quando cremos que tudo o que acontece no nosso dia-a-dia vem de Deus (Fé Prática na Divina Providência), quando sentimos sua presença constante em nossa vida. O Pai está presente todos os dias, todos os momentos, todos os segundos na nossa vida, nos protegendo, nos confortando, nos ajudando. Quantas vezes vamos ao Santuário (em momentos de dificuldades e angústias) e saímos de lá mais calmos, tranqüilos e corajosos para enfrentar as dificuldades?

A graça do Abrigo Espiritual é a resposta para a pergunta: “para onde devo ir?” Resposta: para o Santuário. “Maria atrai a si os corações e oferece-lhes um lar: o Santuário”. No abrigo de seu coração nos sentimos seguros, confiantes e corajosos.

Graça da “Transformação interior”: Para que a nossa transformação possa ocorrer, temos que ter atitudes de filialidade, ou seja, tornar-nos filhos de Deus. Isso quer dizer que Deus quer ser o nosso Pai, e como todo pai, ele quer nos educar para que sejamos pessoas autênticas, únicas, livres. Entretanto, isso não significa que Deus vá fazer tudo por nós. Assim como o pai ensina a criança a caminhar deixando que ela caia tombos, Deus também vai nos ensinar a crescer deixando que erremos e, talvez, soframos. Quanto mais nos vinculamos ao Santuário, mais Maria transformará o nosso interior. Essa transformação realiza-se à medida de nossa colaboração, de nosso esforço. Assim, quanto mais intensa for nossa Aliança com a Mãe, quanto mais confiarmos e nos entregarmos a Ela, tanto mais nosso ser assumirá os traços de Maria. A exemplo dos casais que, através da aliança matrimonial, não tomam decisões sem consultar o outro, também nossa Aliança com Maria deve possuir as mesmas características, ou seja, todas as minhas atitudes, decisões devem estar em harmonia com o pensar da Mãe. Por isso, devo me perguntar: “O que espera a Mãe de mim?”; “Essa é a melhor atitude a tomar?” Tudo o que fazemos e oferecemos para Deus tem um só motivo: simplesmente porque amamos. E é esse motivo que nos leva a selar uma Aliança de Amor e a sermos fiel a ela.

Graça da “Fecundidade Apostólica”: Cremos que Deus tem uma missão para nós (Fé na Missão) e que quer a nossa colaboração no seu Reino. Deus nos chama a cooperar com Ele através de duas formas:
1) Evangelizando e anunciando o evangelho de Jesus através do meu ser, do meu agir. Por isso, se quero que na minha casa aja paz, devo ser a paz. Devo anunciar Deus através do meu exemplo de vida.
2) Oferecendo contribuições ao Capital de Graças, ou seja, oferecendo meus esforços, minha auto-ed

Evangelho (Lucas 1,39-56)


— O Senhor esteja convosco!
— Ele está no meio de nós!
— Proclamaçãodo Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor!



Naqueles dias, 39Maria partiu para a região montanhosa, dirigindo-se, apressadamente, a uma cidade da Judeia. 40Entrou na casa de Zacarias e cumprimentou Isabel. 41Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança pulou no seu ventre e Isabel ficou cheia do Espírito Santo. 42Com um grande grito, exclamou: “Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre! 43Como posso merecer que a mãe do meu Senhor me venha visitar? 44Logo que a tua saudação chegou aos meus ouvidos, a criança pulou de alegria no meu ventre. 45Bem-aventurada aquela que acreditou, porque será cumprido o que o Senhor lhe prometeu”.
46Então Maria disse: “A minha alma engrandece o Senhor, 47e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador, 48porque olhou para a humildade de sua serva. Doravante todas as gerações me chamarão bem-aventurada, 49porque o Todo-poderoso fez grandes coisas em meu favor. O seu nome é santo, 50e sua misericórdia se estende, de geração em geração, a todos os que o respeitam. 51Ele mostrou a força de seu braço: dispersou os soberbos de coração. 52Derrubou do trono os poderosos e elevou os humildes. 53Encheu de bens os famintos, e despediu os ricos de mãos vazias. 54Socorreu Israel, seu servo, lembrando-se de sua misericórdia, 55conforme prometera aos nossos pais, em favor de Abraão e de sua descendência, para sempre”.
56Maria ficou três meses com Isabel; depois voltou para casa.



- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

Comentário do Evangelho

Visitação

Quando os evangelistas tratam do relacionamento entre João Batista e Jesus, o fazem em uma perspectiva teológica, no sentido de afirmar a subordinação de João a Jesus. Na realidade, muitos discípulos de João Batista, após sua morte, ficaram à parte do movimento de Jesus, fiéis à figura de João. O realce da submissão de João a Jesus visa atrair estes discípulos para o movimento de Jesus. No episódio da Visitação a supremacia de Jesus sobre João é colocada em evidência desde os ventres maternos. Duas mulheres, mães grávidas, cheias do Espírito Santo, se encontram e se regozijam pelo andamento dos fatos em cumprimento à vontade de Deus. Uma, Maria, esposa de um operário de Nazaré, na Galileia, e outra, Isabel, esposa de um sacerdote do Templo de Jerusalém. Em seus ventres se concretiza o projeto salvífico de Deus. É do ventre feminino que brotam o Precursor e o Filho do homem, Filho de Deus eterno, que vem comunicar sua vida a todos. Em resposta à saudação de Isabel, Maria pronuncia seu cântico, no qual, com brevidade, apresenta a obra salvífica de Deus, em relação a ela, à humanidade em geral e aos remanescentes de Israel. Maria exalta a Deus e se alegra porque, nela, em sua humildade, Deus fez coisas grandiosas, concedendo-lhe a maternidade divina. Em sua misericórdia para com os oprimidos, Deus dispensa os ricos poderosos e coloca o mundo nas mãos dos pobres famintos e humildes. E com a mesma misericórdia acolhe, dentre os descendentes de Abraão, os remanescentes fiéis que buscam sinceramente a Deus. Maria manifesta sua fé humilde, consciente e comprometida com a causa dos pobres.

José Raimundo Oliva

A igreja celebra hoje: Assunção de Nossa Senhora

Hoje, solenemente, celebramos o fato ocorrido na vida de Maria de Nazaré, proclamado como dogma de fé, ou seja, uma verdade doutrinal, pois tem tudo a ver com o mistério da nossa salvação. Assim definiu pelo Papa Pio XII em 1950 através da Constituição Apostólica Munificentissimus Deus: "A Imaculada Mãe de Deus, a sempre Virgem Maria, terminado o curso da vida terrestre foi assunta em corpo e alma à glória celestial."

Antes, esta celebração, tanto para a Igreja do Oriente como para o Ocidente, chamava-se "Dormição", porque foi sonho de amor. Até que se chegou ao de "Assunção de Nossa Senhora ao Céu", isto significa que o Senhor reconheceu e recompensou com antecipada glorificação todos os méritos da Mãe, principalmente alcançados em meio às aceitações e oferecimentos das dores.

Maria contava com 50 anos quando Jesus subiu ao Céu. Tinha sofrido muito: as dúvidas do seu esposo, o abandono e pobreza de Belém, o desterro do Egito, a perda prematura do Filho, a separação no princípio do ministério público de Jesus, o ódio e perseguição das autoridades, a Paixão, o Calvário, a morte do Filho e, embora tanto sofrimento, São Bernardo e São Francisco de Sales é quem nos aponta o amor pelo Filho que havia partido como motivo de sua morte.

É probabilíssima, e hoje bastante comum, a crença de a Santíssima Virgem ter morrido antes que se realizasse a dispersão dos Apóstolos e a perseguição de Herodes Agripa, no ano 42 ou 44. Teria então uns 60 anos de idade. A tradição antiga, tanto escrita como arqueológica, localiza a sua morte no Monte Sião, na mesma casa em que seu Filho celebrara os mistérios da Eucaristia e, em seguida, tinha descido o Espírito Santo sobre os Apóstolos.

Esta a fé universal na Igreja desde tempos remotíssimos. A Virgem Maria ressuscitou, como Jesus, pois sua alma imortal uniu-se ao corpo antes da corrupção tocar naquela carne virginal, que nunca tinha experimentado o pecado. Ressuscitou, mas não ficou na terra e sim imediatamente foi levantada ou tomada pelos anjos e colocada no palácio real da glória. Não subiu ao Céu, como fez Jesus, com a sua própria virtude e poder, mas foi erguida por graça e privilégio, que Deus lhe concedeu como a Virgem antes do parto, no parto e depois do parto, como a Mãe de Deus.

Nossa Senhora da Assunção, rogai por nós!