Painel informativo.

- TRÊS VEZES ADMIRÁVEL pela grandeza de sua posição junto à Trindade, como filha predileta do Pai, Mãe do Filho e Esposa do Espírito Santo. Também por ser Mãe de Deus, Mãe do Redentor e Mãe dos Remidos.'

MISTERIOS DE

O Santo Rosário compreende a meditação dos vinte mistérios da Fé Católica, divididos em quatro grupos de cinco mistérios - denominados Terço - e nos leva diariamente ao estudo e meditação profunda da Palavra Sagrada da Bíblia e das passagens mais importantes do Evangelho. Aos mistérios originais, recentemente o Papa João Paulo II instituiu novas meditações, sendo que os mistérios do Santo Rosário são:
Mistérios Gozosos - Natalidade e crescimento de Jesus
Mistérios Dolorosos - Agonia, sofrimento e morte: Amor aos pecadores
Mistérios Gloriosos - Vitória, Salvação, Proteção
Mistérios Luminosos - A humildade, os milagres e o eterno Amor

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ORAÇÃO OFICIAL DO TERÇO DOS HOMENS MÃE RAINHA





Evangelho (Mateus 8,5-17)

12ª Semana Comum

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 5quando Jesus entrou em Cafarnaum, um oficial romano aproximou-se dele, suplicando: 6“Senhor, o meu empregado está de cama, lá em casa, sofrendo terrivelmente com uma paralisia”.
7Jesus respondeu: “Vou curá-lo”. 8O oficial disse: “Senhor, eu não sou digno de que entres em minha casa. Dize uma só palavra e o meu empregado ficará curado. 9Pois eu também sou subordinado e tenho soldados sob minhas ordens. E digo a um: ‘Vai!’, e ele vai; e a outro: ‘Vem!’, e ele vem; e digo a meu escravo: ‘Faze isto!’, e ele faz”.
10Quando ouviu isso, Jesus ficou admirado, e disse aos que o seguiam: “Em verdade, vos digo: nunca encontrei em Israel alguém que tivesse tanta fé. 11Eu vos digo: muitos virão do Oriente e do Ocidente, e se sentarão à mesa no Reino dos Céus, junto com Abraão, Isaac e Jacó, 12enquanto os herdeiros do Reino serão jogados para fora, nas trevas, onde haverá choro e ranger de dentes”.
13Então, Jesus disse ao oficial: “Vai! e seja feito como tu creste”. E, naquela mesma hora, o empregado ficou curado. 14Entrando Jesus na casa de Pedro, viu a sogra dele deitada e com febre. 15Tocou-lhe a mão, e a febre a deixou. Ela se levantou, e pôs-se a servi-lo. 16Quando caiu a tarde, levaram a Jesus muitas pessoas possuídas pelo demônio. Ele expulsou os espíritos, com sua palavra, e curou todos os doentes, 17para que se cumprisse o que foi dito pelo profeta Isaías: “Ele tomou as nossas dores e carregou as nossas enfermidades”.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

Comentário do Evangelho


Os possessos e doentes vão a Jesus

Estes dois milagres, da cura do criado do centurião e da sogra de Pedro, integram um bloco de dez milagres coletados por Mateus, em preparação ao envio missionário que se segue no capítulo 10. O primeiro milagre destaca a fé de um gentio que supera a fé de Israel. No segundo, a casa, oprimida pelo sistema religioso, é libertada para ser o lugar de serviço e encontro das comunidades. Os possessos e doentes vão a Jesus, na casa, e não ao Templo, buscando a libertação da dominação ideológica e das privações da exclusão.

José Raimundo Oliva

A igreja celebra hoje: Santos João e Paulo

Mártires

Os santos que recordamos hoje pertenceram ao século IV e ali deram um lindo testemunho do martírio no ano de 362, no contexto em que a Igreja de Cristo era perseguida.
Eles pertenciam à Corte de Juliano o Apóstata, que queria que todos os cristãos se rendessem aos deuses do Império. Joa e paulo porem, renunciaram ao cargo, e se retiraram para um propriedade onde viveram da caridade e servindo aos pobres, testemunhando acima de tudo, o amor a Deus.

Eram irmãos de sangue, mas responderam pessoalmente ao Evangelho.

O Imperador enviou uma autoridade para convencê-los a mudarem de ideia, e oferecerem sacrifícios ao deus Júpiter, para não serem condenados.
Após alguns dias, os irmãos não negaram sua fé e acabaram morrendo degolados, testemunhando seu amor a Deus.

São João e São Paulo, rogai por nós

Evangelho (Mateus 8,1-4)

12ª Semana Comum



— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.

1Tendo Jesus descido do monte, numerosas multidões o seguiam. 2Eis que um leproso se aproximou e se ajoelhou diante dele, dizendo: “Senhor, se queres, tu tens o poder de me purificar”. 3Jesus estendeu a mão, tocou nele e disse: “Eu quero, fica limpo”. No mesmo instante, o homem ficou curado da lepra. 4Então Jesus lhe disse: “Olha, não digas nada a ninguém, mas vai mostrar-te ao sacerdote, e faze a oferta que Moisés ordenou, para servir de testemunho para eles”.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

Comentário do Evangelho

"Eu quero, fica purificado"

Este episódio da cura do leproso aparece nos três evangelistas sinóticos. Com ele, as comunidades cristãs oriundas do Judaísmo confirmavam a fé em Jesus como aquele que superava Moisés, o qual, por sua própria intercessão, obtivera a cura da lepra de sua irmã Miriam (Nm 12,13-14), e Eliseu que, por seu conselho, proporcionara a cura do leproso Naamã (2Rs 5,9-14). Com Jesus a cura é direta (toca com a mão) e imediata, acompanhada do pronunciamento de sua palavra libertadora: "Eu quero, fica purificado". Mateus tem seu Evangelho didaticamente organizado em torno de cinco discursos de Jesus. Ele coloca este episódio no bloco de dez milagres que sucedem ao discurso inaugural do Sermão da Montanha e preparam o discurso missionário. É característica de Mateus a interpretação de que os milagres de Jesus têm o sentido de confirmarem o anúncio feito por sua Palavra. Jesus cura por sua palavra e seu toque. Este seu gesto, dentro da sua prática comum, tem o sentido mais amplo de libertação das multidões, as pessoas consideradas impuras e pecadoras que eram excluídas pelo sistema religioso do Templo e das sinagogas, comunicando a todos seu amor vivificante.

José Raimundo Oliva

A igreja celebra hoje: São Guilherme

Com grande devoção, hoje, lembramos a santidade de vida de São Guilherme, que nasceu em Vercelli, Itália, no ano de 1085. Órfão muito cedo, foi morar com os familiares que em nada o impediram de seguir Jesus e realizar seus anseios de vida religiosa.

Quando tinha apenas 14 anos, Guilherme saiu com vestes penitenciais para visitar o Santuário de Santiago de Compostela, na Espanha, visando expressar sua caminhada espiritual. Aconteceu que desejava peregrinar para a Terra Santa, mas devido a turbulências políticas, desviou-se e acabou se retirando no Monte Partênio (Monte da Virgem) e ali permaneceu em silêncio, penitência e oração.

São Guilherme, ao começar a construção do Santuário de Nossa Senhora do Monte Virgine, com o tempo, teve de organizar a comunidade dos monges formada a partir de sua total consagração. E desta forma nasceu o primeiro dos vários mosteiros fundados pelo Santo.

Combatente contra o mal, durante os 67 anos de existência ele não admitiu o pecado em sua vida, tanto que diante da malícia de uma mulher, ele preferiu jogar-se em brasas acesas do que nos braços do pecado; e por graça foi preservado milagrosamente de qualquer ferimento.

São Guilherme, rogai por nós!

Evangelho (Lucas 1,57-66.80)

Natividade de São João Batista


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.

57Completou-se o tempo da gravidez de Isabel, e ela deu à luz um filho. 58Os vizinhos e parentes ouviram dizer como o Senhor tinha sido misericordioso para com Isabel, e alegraram-se com ela. 59No oitavo dia, foram circuncidar o menino, e queriam dar-lhe o nome de seu pai, Zacarias. 60A mãe, porém disse: “Não! Ele vai chamar-se João”.
61Os outros disseram: “Não existe nenhum parente teu com esse nome!” 62Então fizeram sinais ao pai, perguntando como ele queria que o menino se chamasse. 63Zacarias pediu uma tabuinha, e escreveu: “João é o seu nome”. E todos ficaram admirados. 64No mesmo instante, a boca de Za­carias se abriu, sua língua se soltou, e ele começou a louvar a Deus. 65Todos os vizinhos ficaram com medo, e a notícia espalhou-se por toda a região montanhosa da Ju­deia. 66E todos os que ouviam a notícia ficavam pensando: “O que virá a ser este menino?” De fato, a mão do Senhor estava com ele. 80E o menino crescia e se fortalecia em espírito. Ele vivia nos lugares desertos, até o dia em que se apresentou publicamente a Israel.


- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

Comentário do Evangelho

Os verdadeiros profetas fazem dom de sua vida

O nascimento de João Batista é apresentado, por Lucas, em paralelo com o de Jesus. Na narrativa do nascimento de João, a questão central é o seu nome. Zacarias era sacerdote no Templo e pela tradição o primeiro filho devia receber o nome do pai. Na anunciação a Zacarias, o anjo já comunicara seu nome, João, que significa "o Senhor é misericórdia". Todos se perguntavam: "O que vai ser este menino?". O nascimento de João em idade tardia de Isabel, fora do comum, e a mudança do nome, indicando a ruptura com a tradição do Judaísmo, eram sinais de que este menino era chamado por Deus a participar de uma missão surpreendente.

José Raimundo Oliva

A igreja celebra hoje: Solenidade do Nascimento de João Batista

Com muita alegria, a Igreja, solenemente, celebra o nascimento de São João Batista. Santo que, juntamente com a Santíssima Virgem Maria, é o único a ter o aniversário natalício recordado pela liturgia.

São João Batista nasceu seis meses antes de Jesus Cristo, seu primo, e foi um anjo quem revelou o seu nome ao seu pai, Zacarias, que há muitos anos rezava com sua esposa para terem um filho.

Estudiosos mostram que possivelmente depois de idade adequada, João teria participado da vida monástica de uma comunidade rigorista, na qual, à beira do Rio Jordão ou Mar Morto, vivia em profunda penitência e oração. Pode-se chegar a essa conclusão a partir do texto de Mateus: "João usava um traje de pêlo de camelo, com um cinto de couro à volta dos rins; alimentava-se de gafanhotos e mel silvestre".

O que o tornou tão importante para a história do Cristianismo é que, além de ser o último profeta a anunciar o Messias, foi ele quem preparou o caminho do Senhor com pregações conclamando os fiéis à mudança de vida e ao batismo de penitência (por isso “Batista”). Como nos ensinam as Sagradas Escirturas: "Eu vos batizo na água, em vista da conversão; mas aquele que vem depois de mim é mais forte do que eu: eu não sou digno de tirar-lhe as sandálias; ele vos batizará no Espírito Santo" (Mateus 3,11).

Os Evangelhos nos revelam a inauguração da missão salvífica de Jesus a partir do batismo recebido pelas mãos do precursor João e da manifestação da Trindade Santa.

São João, ao reconhecer e apresentar Jesus como o Cristo, continuou sua missão em sentido descendente, a fim de que somente o Messias aparecesse. Grande anunciador do Reino e denunciador dos pecados, ele foi preso por não concordar com as atitudes pecaminosas de Herodes, acabando decapitado devido ao ódio de Herodíades, que fora esposa do irmão deste [Herodes], com a qual este vivia pecaminosamente.

O grande santo morreu na santidade e reconhecido pelo próprio Cristo: "Em verdade eu vos digo, dentre os que nasceram de mulher, não surgiu ninguém maior que João , o Batista" (Mateus 11,11).


São João Batista, rogai por nós!

Evangelho (Mateus 7,15-20)

12ª Semana Comum


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 15“Cuidado com os falsos profetas: Eles vêm até vós vestidos com peles de ovelha, mas por dentro são lobos ferozes. 16Vós os conhecereis pelos seus frutos. Por acaso se colhem uvas de espinheiros ou figos de urtigas? 17Assim, toda árvore boa produz frutos bons, e toda árvore má, produz frutos maus. 18Uma árvore boa não pode dar frutos maus, nem uma árvore má pode produzir frutos bons. 19Toda a árvore que não dá bons frutos é cortada e jogada no fogo. 20Portanto, pelos seus frutos vós os conhe­ce­reis”.
 
- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

Comentário do Evangelho

Os verdadeiros profetas

Mateus articula, aqui, dois temas: o dos falsos profetas e o da árvore e seus frutos. O tema dos falsos profetas pertence à tradição profética de Israel e está presente no discurso escatológico (Mt 24,5.11) e no Apocalipse (Ap 16,13; 19,20; 20,10). Está também na narrativa de um conflito entre Jesus e os fariseus (Mt 24,4-5.24). O tema da árvore e seus frutos pode ser encontrado em Eclo 27,6, bem como a pregação de João Batista (Mt 3,10) dirigida contra os chefes religiosos de Jerusalém. Mateus insere os dois temas neste bloco do Sermão da Montanha como atualização das palavras de Jesus dirigidas, agora, às comunidades. Percebe-se que havia, nestas, alguns problemas graves de comportamento. Não há elementos para precisar estes problemas. Seriam pessoas que mantinham uma aparência de sinceros seguidores de Jesus, mas na prática agiam em proveito próprio. Seus frutos não eram bons. A comunidade não devia deixar-se seduzir por suas palavras e por sua prática incoerente. Os verdadeiros profetas são aqueles cujos frutos são o dom de sua vida para restaurar a vida no mundo, integrando-a no amor e na vida de Deus.

José Raimundo Oliva

A igreja celebra hoje: São José Cafasso

O santo de hoje nasceu em Castelnuevo, Itália, no ano de 1811, onde também nasceu o grande São João Bosco. José Cafasso, desde criança, sentiu-se chamado ao sacerdócio, que foi se tornando cada vez mais forte no decorrer de sua vida com Deus.

Assim, entrou para a formação sacerdotal e se tornou padre aos 23 anos, destacando-se no meio de tantos por seu amor aos pobres e zelo pela salvação das almas. Depois de comprovado e dedicado trabalho na Igreja de São Francisco em Turim, José assumiu, com toda sua bagagem de pregador, confessor e iluminado diretor espiritual, a função de reitor e formador de novos sacerdotes.

Dom Bosco foi um dos vocacionados que desfrutou das formações e aconselhamentos deste santo, pois como um sacerdote sintonizado ao coração do Cristo Pastor, sabia muito bem colocar sua cultura eclesiástica, dons e carismas a serviço da salvação do próximo.

Dentre tantos ofícios assumidos por este homem incansável, que foi para o Céu em 1860, despontou José Cafasso na evangelização dos condenados à forca, tanto assim que ficou conhecido com o "Santo da Forca".

São José Cafasso, rogai por nós!

Evangelho (Mateus 7,6.12-14)

12ª Semana Comum




— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 6“Não deis aos cães as coisas santas, nem atireis vossas pérolas aos porcos; para que eles não as pisem com o pés e, voltando-se contra vós, vos despedacem. 12Tudo quanto quereis que os outros vos façam, fazei também a eles. Nisto consiste a Lei e os Profetas. 13Entrai pela porta estreita, porque larga é a porta e espaçoso é o caminho que leva à perdição, e muitos são os que entram por ele! 14Como é estreita a porta e apertado o caminho que leva à vida! E são poucos os que o encontram”!

 
- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

Comentário do Evangelho

Os discípulos são orientados para os caminhos dos excluídos

Em continuidade à coletânea de sentenças reunidas por Mateus no Sermão da Montanha, temos hoje três sentenças, sem conexão entre si. A primeira destas sentenças é exclusiva de Mateus. Chama a atenção o seu teor rude e discriminatório, quando considera alguns como cães ou porcos, em oposição aos que se julgam eleitos e santos. Parece inspirada no Livro do Levítico (22,10), onde as carnes sacrificadas no altar e consideradas santas só poderiam ser comidas pelos sacerdotes. Assim, a doutrina santa não deveria ser oferecida a quem for discriminado como estulto. A segunda sentença é a "regra de ouro", que faz parte da cultura universal. Exprime o fato de que toda pessoa tem o anseio de ser tratada com amor e justiça. Tratando assim as pessoas, ficam superados os Profetas e a Lei. Na terceira sentença as estradas e portas largas podem ser entendidas como acesso às cidades, projetadas pelo Império Romano, para melhor subjugar e explorar os povos dominados. As estradas e as portas estreitas são o caminho dos excluídos em suas humildes vilas. Rejeitando os caminhos do império, os discípulos são orientados para os caminhos dos excluídos.

José Raimundo Oliva

A igreja celebra hoje: Santos João Fischer e Tomás More

João Fischer era inglês, chamado por Deus à vida sacerdotal. Fez uma linda caminhada acadêmica até chegar a ser Arcebispo de Rochester.

Foi um homem de grande influência intelectual, cultural e religiosa a partir do seu testemunho. Ele não se vendia: diante do contexto das confusões da Reforma ele já havia se declarado contra. Também escreveu e defendeu a fé católica.

Henrique VIII, por causa de um envolvimento com uma amante, quis que a Igreja declarasse nulo seu casamento. Mas, ao ser analisado pelo Bispo de Rochester, viu-se que não era o caso. Mas com insistência e imposição, Henrique VIII se "auto-declarou" chefe da Igreja da Inglaterra.

Em meio às confusões religiosas e políticas, o testemunho de Fischer indicou a verdade, que nem sempre é acolhida. O Papa já havia escolhido ele para Cardeal, mas Henrique VIII o condenou à morte.

E ao ser apresentado para o martírio, São João Fischer deixou claro que era pela fé da Igreja Católica e de Cristo que ele estava ali. E seu sangue foi derramado em 1535.

No mesmo ano, Tomás More, pai de família e de grande influência no meio universitário, era chanceler do rei, mas não se vendeu diante do ato de supremacia de Henrique VIII. Também foi martirizado. Era leal ao rei, mas acima de tudo a Deus. Em 1535 Tomás More foi decapitado.

Em meio às confusões, o testemunho faz a diferença.

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DIA DO TERÇO DOS HOMENS NO ESTADO DA PARAÍBA

A lei que instituiu o DIA DO TERÇO DOS HOMENS NO ESTADO DA PARAÍBA, conforme Diário Oficial do dia 09 de Maio de 2010:

"LEI Nº 9.113 DE 07 DE MAIO DE 2010"
AUTORIA: DEPUTADO BRANCO MENDES

Dispõe sobre a instituição do DIA DO TERÇO DOS HOMENS NO ESTADO DA PARAÍBA.

O GOVERNADOR DO ESTADO DA PARAÍBA:
Faço saber que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a seguinte lei:
Art. 1º - Fica instituido o Dia do Terço dos Homens no Estado da Paraíba, a ser celebrado, anualmente, no dia 7 de outubro.
Parágrafo Único - As comemorações alusivas ao Dia do Terço dos Homens, de que trata esta Lei, passam a integrar o Calendário Oficial do Estado.
Art. 2º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Art. 3º - Revogam-se as disposições em contrário
PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DA PARAÍBA, em João Pessoa, 07 de maio de 2010; 122º da Proclamação da República.

José Targino Maranhão
Governador

Evangelho (Mateus 7,1-5)


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 1“Não jul­gueis, e não sereis julgados. 2;Pois,vós sereis julgados com a mesma medida com que me­dirdes. 3Por que observas o cisco no olho do teu irmão, e não prestas atenção à trave que está no teu próprio olho? 4Ou, como podes dizer a teu irmão: ‘Deixa-me tirar o cisco do teu olho’, quando tu mesmo tens uma trave no teu? 5Hipócrita, tira primeiro a trave do teu próprio olho, e então enxergarás bem para tirar o cisco do olho do teu irmão”.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

Comentário do Evangelho

O amor de si só se realiza no amor ao próximo

O "julgar" tem aqui o sentido de um juízo condenatório. A reflexão crítica sobre a realidade é necessária. O que se descartam são a discriminação e a condenação a partir desta avaliação crítica. O amor de si próprio só se realiza no amor ao próximo. Assim também a condenação. Quem condena os outros traz em si alguma autorrejeição ou autocondenação. O outro é o espelho de cada um. Na compreensão, aceitação, perdão e acolhida ao outro cada um está encontrando a paz e a harmonia com o seu próprio eu. Também uma crítica sistemática sobre os defeitos dos outros impede que se tenha uma avaliação do próprio comportamento. A qualificação de "hipócrita" era feita para caracterizar a prática dos fariseus. Aqui estas palavras são dirigidas às comunidades de discípulos. Os discípulos que se inclinam a condenar e criticar os demais assemelham-se aos fariseus em sua prática elitista e excludente.
A percepção de falhas e erros deve mover cada um a contribuir para a superação dos mesmos, sem condenações. O amor impele a acolher e integrar a todos na harmonia e na paz da vida comunitária, a qual se torna irradiante para o mundo.

José Raimundo Oliva

A igreja celebra hoje: São Luiz Gonzaga

Considerado o "Patrono da Juventude", São Luiz Gonzaga nasceu no ano de 1568 na Corte de Castiglione. Recebeu por parte de sua mãe a formação cristã. Já seu pai o motivava a ser príncipe. Sua família tinha muitas posses, mas graças ao amor de Deus, Luiz, desde cedo, deixou-se possuir por esse amor.

Deixar-se amar por Deus é fonte de santidade.

Com dez anos de idade, na corte, frequentando aqueles meios, dava ali testemunho do Evangelho e se consagrou a Nossa Senhora. Ali descobriu seu chamado à vida religiosa e queria ser padre. Seu pai, ao saber disso, o levava para festas mundanas, tentando fazendo-o desistir da vocação.

Entrou para a Companhia de Jesus onde viveu durante seis anos.

Com pouco mais de 20 anos, faleceu de uma peste que havia se espalhado em Roma.

São Luiz Gonzaga, rogai por nós!

PAZ - Nós queremos paz.


Nossos dias quando estão assim difíceis
Não estamos sós, tem alguém por nós
Vejo cenas que jamais pensei que visse
Vidas que se vão...inocentes vão!
Seja amigo ou estranho, dói em mim
São Geísas, Carolinas, Omymares, Tins
Quantas vezes me pergunto:"Oque é ser um cidadão?"
Eu não quero só sobreviver Quero a plenitude do viver
Já nem sei pra onde vai a humanidade
Tem que ter amor, sem qualquer temor
Todos têm direito à felicidade
E a poder sonhar, em qualquer lugar
Quero andar sem ter o medo no meu calcanhar
Na cidade à noite amando estrelas e luar
Quero ver numa criança a esperança refletir
No sorriso, me fazendo crer Nessa paz que eu quero tanto ter paz! Peço agora, paz!
Esse grito eu não vou calar Como não calo uma oração Paz! Nós queremos paz!
Quem deseja faz acontecer não fica esperando em vão
Quero andar sem ter o medo no meu calcanhar na cidade à noite amando estrelas e luar Quero ver numa criança a esperança refletir no sorriso, me fazendo crer nessa paz que eu quero tanto ter ô,ô,ô,ô, paz; ô,ô,ô,ô paz.


Joanna
Composição: Joana - Marcos Neto - Ronaldo Monteiro de Souza -
Participação especial: Coral da Escola de Música da Rocinha.

 

Evangelho (Lucas 9,18-24)

12º Domingo Tempo Comum

 
— O Senhor esteja convosco!
— Ele está no meio de nós!
— Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor!

Certo dia, 18Jesus estava rezando num lugar retirado, e os discípulos estavam com ele. Então Jesus perguntou-lhes: “Quem diz o povo que eu sou?”
19Eles responderam: “Uns dizem que és João Batista; outros, que és Elias; mas outros acham que és algum dos antigos profetas que ressuscitou”.
20Mas Jesus perguntou: “E vós, quem dizeis que eu sou?”
Pedro respondeu: “O Cristo de Deus”.
21Mas Jesus proibiu-lhes severamente que contassem isso a alguém. 22E acrescentou: “O Filho do Homem deve sofrer muito, ser rejeitado pelos anciãos, pelos sumos sacerdotes e doutores da Lei, deve ser morto e ressuscitar no terceiro dia”.
23Depois Jesus disse a todos: “Se alguém me quer seguir, renuncie a si mesmo, tome sua cruz cada dia, e siga-me. 24Pois quem quiser salvar a sua vida, vai perdê-la; e quem perder a sua vida por causa de mim, esse a salvará”.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor

Comentário do Evangelho


Opiniões sobre Jesus

Este episódio sobre a identidade de Jesus, como em Marcos, é um elo de articulação para uma nova parte do Evangelho de Lucas. Daqui em diante serão feitas alusões aos sofrimentos de Jesus em Jerusalém, e será narrada a caminhada entre a Galileia e Jerusalém. Lucas registra a oração de Jesus em momentos decisivos. Assim foi na sua opção pelo batismo de João, na escolha dos Doze, na transfiguração e no horto das Oliveiras. Várias eram as opiniões quanto à origem de Jesus. Para as opiniões emanadas da ideologia do poder dos chefes religiosos de Israel, um personagem que se evidencia só merece credibilidade se tiver origem nobre e grandiosa. Contudo, pessoas identificadas com os anseios populares podem superar este controle ideológico. As identificações com João Batista, com Elias, ou com algum dos antigos profetas exprimem a expectativa de um líder popular libertador. Contudo, caberá a Pedro, próximo a Jesus, a interpretação equivocada, identificada com a ideologia do sistema religioso da sinagoga: Jesus é o messias ("cristo") davídico, escolhido por Deus. Está implícita aqui a ideologia da aliança eterna de Deus com a casa de Davi (cf. profecia de Natã, 2Sm 7). Em decorrência segue-se a severa repreensão aos discípulos. A narrativa destina-se amplamente às novas comunidades a fim de que não se atrelassem à ideologia messiânica de poder, opressora e conservadora, da sinagoga. No momento da redação do Evangelho de Lucas o Templo já havia sido destruído. Na segunda parte do texto temos o "primeiro anúncio da paixão", seguindo-se mais outros dois (9,43-44; 18,31-33), sobre o sofrimento, morte e ressurreição de Jesus. Pode-se perceber que estes três anúncios têm origem em tradições das comunidades primitivas oriundas do Judaísmo, com a interpretação sacrifical da morte de Jesus. Teriam, então, origem em advertências feitas por Jesus sobre a ameaça de morte que pairava sobre ele, uma vez que os chefes religiosos das sinagogas e do Templo já estavam planejando esta morte. Zacarias destaca a inclusão da casa de Davi e de Jerusalém no derrame, sobre todos os povos, do espírito de perdão e misericórdia (primeira leitura). A universalidade da fé e da filiação divina é atestada por Paulo (segunda leitura), na adesão à fé de Abraão, um arameu, de cuja descendência, segundo a tradição bíblica, originam-se Israel e diversos outros povos da região.

José Raimundo Oliva

A igreja celebra hoje: Bem-aventuradas Teresa, Mafalda e Sancha

Teresa, Mafalda e Sancha, filhas de Dom Sancho I e da Rainha Dulce, eram portuguesas.

Teresa, a primogênita, nasceu em 1177.
Desde de cedo, muito bem educada, sentiu o chamado à vida religiosa, mas conforme o costume do tempo, acabou sendo dada em casamento com o Rei Afonso e tornou-se Rainha de Lion. Por diversos motivos o casamento foi nulo. Ela voltou pra casa e entrou para a vida religiosa. Afonso não gostou e armou uma guerra contra o pai de Teresa e contra Portugal. Ela, já no convento, consumiu-se na intercessão. Um exemplo a seguir de despojamento e de busca da vontade de Deus.

Mafalda teve momentos parecidos com o de Teresa. Casou com Henrique I, mas este faleceu e ela retornou para casa, despojando-se de seus bens e entrando para a vida religiosa.
Viveu a total dependência de Deus.

Sancha: uma jovem que não se casou como acontecera com suas irmãs. Fundou um convento da Ordem Cisterciense em Coimbra, onde viveu as regras com fidelidade até sua morte.

No ano de 1705, as três irmãs portuguesas foram beatificadas.

Que sigamos o exemplo dessas mulheres de oração, que buscaram a vontade de Deus.

Bem-aventuradas Teresa, Mafalda e Sancha, rogai por nós!