Painel informativo.

- TRÊS VEZES ADMIRÁVEL pela grandeza de sua posição junto à Trindade, como filha predileta do Pai, Mãe do Filho e Esposa do Espírito Santo. Também por ser Mãe de Deus, Mãe do Redentor e Mãe dos Remidos.'

MISTERIOS DE

O Santo Rosário compreende a meditação dos vinte mistérios da Fé Católica, divididos em quatro grupos de cinco mistérios - denominados Terço - e nos leva diariamente ao estudo e meditação profunda da Palavra Sagrada da Bíblia e das passagens mais importantes do Evangelho. Aos mistérios originais, recentemente o Papa João Paulo II instituiu novas meditações, sendo que os mistérios do Santo Rosário são:
Mistérios Gozosos - Natalidade e crescimento de Jesus
Mistérios Dolorosos - Agonia, sofrimento e morte: Amor aos pecadores
Mistérios Gloriosos - Vitória, Salvação, Proteção
Mistérios Luminosos - A humildade, os milagres e o eterno Amor

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ORAÇÃO OFICIAL DO TERÇO DOS HOMENS MÃE RAINHA





Rezai o Terço todos os dias.

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Fim.

APENADOS DE MOSSORÓ RECEBEM ORIENTAÇÃO ESPIRITUAL DO TERÇO DOS HOMENS MÃE RAINHA.

Desde junho de 2008, um grupo de católicos formado por membros do terço dos homens da Casa da Mãe Rainha Mossoró, realiza um trabalho de evangelização junto aos apenados do Complexo Penal Estadual Agrícola Dr. Mário Negócio e na Cadeia Pública Estadual Dr. Onofre Lopes, na cidade de Mossoró.
A iniciativa partiu de seu Fernando, Francisco e Bento que sentiu a necessidade de levar a palavra de Deus e difundir no coração de cada um dos irmãos a espiritualidade do terço dos homens Mãe Rainha. Neste sentido o grupo hoje com mais de 10 homens visitam todas as quartas e sextas feira os apenados, onde é lido o evangelho e meditado, em seguida a recitação do santo terço e realiza sorteios de terços e camisas do terço dos homens.
O objetivo maior deste trabalho junto aos apenados é mostrar a eles, que mesmo pagando por seus erros cometidos, Deus esta sempre disposto a perdoar e transformar o coração, a mente e a forma de viver de cada um e que ele pode e quer resgatar a todos, para uma vida mais cristã, pois fomos criado por Deus e para Deus.
O grupo está programando um encontro para o mês junho, ocasião em que se comemorará o 2º aniversário desta iniciativa juntos aos apenados.
(fonte: Marcos Freitas - Assessor Diocesano de Comunicação do Terço dos Homens - Mossoró)

2º Encontro Diocesano do Terço dos Homens Campina Grande - PB - Amanhã 02/05/2010


2º Encontro diocesano do Terço dos Homens acontecerá amanhã dia 2 de maio.


Com o tema " Evangelização e Missão pela devoção Mariana" e o lema "Ninguém pode imaginar a força de um homem rezando" será realizado, no próximo dia 2 de maio, o 2º Encontro diocesano do Terço dos Homens. O evento acontecerá no Clube Campestre, localizado no bairro do Catolé, em Campina Grande, das 7h30 as 17h. A entrada será um quilo de alimento não-perecível.

Segundo um dos membros da coordenação diocesana do Terço dos Homens, José Ailton Bezerra, o evento deve reunir homens da diocese de Campina Grande e de dioceses vizinhas. "Este é um momento de preciosa graça na nossa Igreja, onde os homens se unem para rezar e proclamar o amor por Nossa Senhora", frisou. Confira abaixo a programação do encontro:


07h30 Bandinha Louvor
07h45 Coordenação Geral Seja bem vindo
07h55 Bandinha Louvor
08h Pe. Carlinhos Evangelização e Missão pela Devoção Mariana (Palestra)
08h50 Bandinha Louvor
09h Dr. Carlos Alexandre Doença do Século (Palestra)
10h Dr. Carlos Alexandre Questionamento (Palestra)
10h30 Bandinha Louvor
10h40 Irmã Roziane Ninguém pode Imaginar a força de um homem rezando(Palestra)
11h30 Pe. Carlinhos Adoração ao Santíssimo
11h50 Bandinha Louvor
12h Bandinha convidada Louvor
12h30 Bandinha convidada louvor
13h Bandinha Louvor
13h15 Terço Mariano Todo Grupo
14h Testemunho - Um ato de Fé
14h30 Carlos Alves - 5º Encontro Nacional do Terço em Salvador
15h20 Coord. Diocesana - A benção de Nossa Senhora
15h40 Santa Missa - Dom Jaime Vieira Rocha - bispo diocesano
17h Aviso e Agradecimento

Evangelho (Mateus 13,54-58)


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 54dirigindo-se para a sua terra, Jesus ensinava na sinagoga, de modo que ficavam admirados. E diziam: “De onde lhe vem essa sabedoria e esses milagres? 55Não é ele o filho do carpinteiro? Sua mãe não se chama Maria, e seus irmãos não são Tiago, José, Simão e Judas? 56E suas irmãs não moram conosco? Então, de onde lhe vem tudo isso?” 57E ficaram escandalizados por causa dele. Jesus, porém, disse: “Um profeta só não é estimado em sua própria pátria e em sua família!” 58E Jesus não fez ali muitos milagres, porque eles não tinham fé.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

Comentário do Evangelho

Jesus apresenta-se como um profeta

Jesus tem uma origem humilde e simples, como fica em evidência nesta narrativa de Mateus. Estas características de sua condição humana não correspondem às de um messias filho de Davi, com tradição de glória e poder, como era esperado pelo Judaísmo. Mateus inicia seu Evangelho com uma genealogia de José (cf. 8 set.), apresentando-o para sua comunidade de convertidos do Judaísmo como um descendente de Davi. Percebe-se o artifício teológico de Mateus ao elaborar a genealogia, pois se fosse o caso desta origem davídica de José, este, Maria e os familiares teriam prestígio em sua terra, o que a narrativa contradiz. O próprio Jesus apresenta-se como um profeta e não como um messias davídico. A rejeição da parte de sua própria terra e própria casa indica a rejeição geral pelo sistema religioso do Judaísmo. A alusão à "sinagoga deles" indica que Jesus não se identificava com a sinagoga. Ele se faz presente aí para encontrar as pessoas e ensinar- lhes aquilo que se refere ao Reino dos Céus. Embora admirados com os ensinamentos de Jesus, muitos permaneceram incrédulos.

José Raimundo Oliva

A igreja celebra hoje: São José Operário

A Igreja, providencialmente, nesta data civil marcada, muitas vezes, por conflitos e revoltas sociais, cristianizou esta festa, isso na presença de mais de 200 mil pessoas na Praça de São Pedro, as quais gritavam alegremente: "Viva Cristo Trabalhador, vivam os trabalhadores, viva o Papa!" O Papa, em 1955, deu aos trabalhadores um protetor e modelo: São José, o operário de Nazaré.

O santíssimo São José, protetor da Igreja Universal, assumiu este compromisso de não deixar que nenhum trabalhador de fé – do campo, indústria, autônomo ou não, mulher ou homem – esqueça-se de que ao seu lado estão Jesus e Maria. A Igreja, nesta festa do trabalho, autorizada pelo Papa Pio XII deu um lindo parecer sobre todo esforço humano que gera, dá a luz e faz crescer obras produzidas pelo homem: "Queremos reafirmar, em forma solene, a dignidade do trabalho a fim de que inspire na vida social as leis da eqüitativa repartição de direitos e deveres."

São José, que na Bíblia é reconhecido como um homem justo, é quem revela com sua vida que o Deus que trabalha sem cessar na santificação de suas obras, é o mais desejoso de trabalhos santificados: "Seja qual for o vosso trabalho, fazei-o de boa vontade, como para o Senhor, e não para os homens, cientes de que recebereis do Senhor a herança como recompensa... O Senhor é Cristo" (Col 3,23-24).


São José Operário, rogai por nós!

Evangelho (João 14,1-6)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 1“Não se perturbe o vosso coração. Tendes fé em Deus, tende fé em mim também. 2Na casa de meu Pai, há muitas moradas. Se assim não fosse, eu vos teria dito. Vou preparar um lugar para vós, 3e quando eu tiver ido preparar-vos um lugar, voltarei e vos levarei comigo, a fim de que onde eu estiver estejais também vós. 4E para onde eu vou, vós conheceis o caminho”.
5Tomé disse a Jesus: “Senhor, nós não sabemos para onde vais. Como podemos conhecer o caminho?” 6Jesus respondeu: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém vai ao Pai senão por mim”.


- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

Comentário do Evangelho

Jesus confirma seus discípulos

Durante a última ceia, tendo lavado os pés dos discípulos, e após a retirada de Judas, Jesus entra em um diálogo de intimidade com eles. É um diálogo caracterizado por palavras de esclarecimento, proporcionando confiança aos discípulos. Vive-se um momento em que Jesus chega à sublimidade da revelação. Está se completando o êxodo, a saída, da opressão do sistema religioso da sinagoga e do Templo. Enquanto em Jerusalém se comemora a Páscoa judaica, celebrando a saída do Egito, com a violência praticada contra as famílias egípcias e, depois, contra os cananeus, Jesus confirma a seus discípulos o caminho para uma nova terra, para uma nova realidade. Casa e caminho significam comunidade e missão, centradas no dom da vida eterna. A casa é o lugar da comunidade, não a sinagoga ou o Templo. Para os que creem, a comunidade se torna a morada do Pai. O caminho da missão é aventura do anúncio da vida nova para fora, para o mundo. Não mais concentrações em torno dos inúmeros cultos da Lei, na sinagoga, e dos sacrifícios, no Templo. O caminho da missão é o caminho do Pai, é Jesus, caminho para a vida eterna.

José Raimundo Oliva

A igreja celebra hoje: São José Benedito Cottolengo

Hoje, lembramos São José Benedito nasceu em Bra, na Itália, onde desde de pequeno demonstrou-se inclinado à caridade. Com o passar do tempo e trabalho com sua vocação tornou-se um sacerdote dos desprotegidos na diocese de Turim.

Quando teve que atender uma senhora grávida, que devido à falta de assistência social, morreu nos em seus braços; espantado, retirou-se em oração e nisso Deus fez desabrochar no seu coração a necessidade da criação de uma casa de abrigo que, mesmo em meio às dificuldades, foi seguida por outras. Esse grande homem de Deus acolhia pobres, doentes mentais, físicos, ou seja, todo tipo de pessoas carentes de amor, assistência material, físico e espiritual.

Confiando somente nos cuidados do Pai do Céu, estas casas desde a primeira até a verdadeira cidade da caridade que surgiu, chamou-se Pequena Casa da Divina Providência. Diante do Santíssimo Sacramento, José Cottolengo e outros cristãos, que se uniram a ele nesta experiência de Deus, buscavam ali forças para bem servir os necessitados, pois já dizia ele: "Se soubesses quem são os pobres, os servirias de joelhos!". Entrou no Céu com 56 anos.


São José Benedito Cottolengo, rogai por nós!

Evangelho (João 12,44-50)


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 44Jesus exclamou em alta voz: “Quem crê em mim não é em mim que crê, mas naquele que me enviou. 45Quem me vê, vê aquele que me enviou. 46Eu vim ao mundo como luz, para que todo aquele que crê em mim não permaneça nas trevas.
47Se alguém ouvir as minhas palavras e não as observar, eu não o julgo, porque eu não vim para julgar o mundo, mas para salvá-lo. 48Quem me rejeita e não aceita as minhas palavras já tem o seu juiz: a palavra que eu falei o julgará no último dia. 49Porque eu não falei por mim mesmo, mas o Pai, que me enviou, ele é quem me ordenou o que eu devia dizer e falar. 50Eu sei que o seu mandamento é vida eterna. Portanto, o que eu digo, eu o digo conforme o Pai me falou”.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

Comentário do Evangelho

Acolher as palavras de Jesus

Na narrativa do ministério de Jesus, no Evangelho de João, estas são as suas últimas palavras em público. No estilo joanino, nesta fala de Jesus são reapresentados temas fundamentais do Evangelho. Daí em diante Jesus só falará com seus discípulos ou com quem o interroga em seu julgamento. Seu ministério aproxima-se do fim. Jesus encontra-se em Jerusalém, onde se concentram multidões de peregrinos para celebrarem a festa judaica da Páscoa. Jesus é a imagem de Deus. Com suas palavras e sua prática, é a luz que liberta das trevas. Cada um é julgado por sua consciência, em face das palavras de Jesus. Jesus respeita a liberdade. Não veio para condenar o mundo, mas para dar-lhe vida. A resposta ao amor deve ser livre. Acolher as palavras de Jesus é colocá-las em prática desenvolvendo a capacidade de amar, à semelhança do amor divino. Fica aberto a todos, indiscriminadamente, o convite a crer em Jesus e a participar na vida eterna.

José Raimundo Oliva

A igreja celebra hoje: Santa Gianna Beretta Molla

Gianna Beretta Molla, nasceu em Magenta (Milão,Itália), no dia 4 de outubro de 1922, dia de São Francisco
Formou-se com louvor em medicina e cirurgia em 1949 pela Universidade de Pavia (Itália).Entre seus clientes, demonstra especial cuidado para as mães, crianças, idosos e pobres.
Especializou-se em Pediatria na Universidade de Milão em 1952, mas freqüentou a Clínica Obstétrica Mangiagalli, pois por seu grande amor às crianças e às mães pretendia unir-se ao seu irmão, Padre Alberto, médico e missionário no Brasil que, com a ajuda do seu outro irmão engenheiro, Francesco, construíram um hospital na cidade de Grajaú, no Estado do Maranhão. A Beata Gianna, por sua saúde frágil, foi desaconselhada pelo Bispo Dom Bernareggi em vir ao Brasil.

Opta pela vocação matrimonial, que a abraça com entusiasmo, assumindo total doação «para formar uma família realmente cristã».
Casa em 24 de setembro de 1955, tendo a cerimônia sido presidida por seu outro irmão Padre Giuseppe. Na quarta gravidez, aos 39 anos em setembro de 1961 no final do segundo mês de gravidez, vê-se atingida por um fibroma no útero. Três opções lhe foram apresentadas: retirar o útero doente, o que ocasionaria a morte da criança, abortar o feto, ou a mais arriscada, submeter-se a uma cirurgia de risco e preservar a gravidez. Antes de ser operada, embora sabendo o grave perigo de prosseguir com a gravidez, suplica ao cirurgião "Salvem a criança, pois tem o direito de viver e ser feliz!" , então, entrega-se à Divina Providência e à oração.

Com o feliz sucesso da cirurgia, agradece intensamente a Deus a salvação da vida do filho. Passa os sete meses que a distanciam do parto com admirável força de espírito e com a mesma dedicação de mãe e de médica. Receia e teme que seu filho possa nascer doente e suplica a Deus que isto não aconteça.
Alguns dias antes do parto, demonstra-se pronta a sacrificar sua vida para salvar a do filho: "Se deveis decidir entre mim e o filho, nenhuma hesitação: escolhei - e isto o exijo - a criança. Salvai-a". Deu entrada, para o parto na sexta-feira da Semana Santa de 1962. Na manhã do dia seguinte, 21 de abril de 1962, nasce Joana Manuela (Gianna Emanuela). Apenas teve a filha por breves instantes nos braços. Apesar dos esforços para salvar a vida de ambos, na manhã de 28 de abril, em meio a atrozes dores e após ter repetido a jaculatória "Jesus eu te amo, eu te amo" morre santamente. Tinha 39 anos.

"Meditata immolazione" (imolação meditada), assim Paulo VI definiu o gesto da Beata Gianna recordando, no Ângelus dominical de 23 de setembro de 1973, "uma jovem mãe da Diocese de Milão que, para dar a vida à sua filha sacrificava, com imolação meditada, a própria". É evidente, nas palavras do Santo Padre, a referência cristológica ao Calvário e à Eucaristia.
O milagre da beatificação aconteceu no Brasil, em 1977, na cidade de Grajaú, no Maranhão, naquele hospital onde queria ser missionária, onde foi beneficiada uma jovem protestante que tinha dado à luz.
Foi Beatificada pelo Papa João Paulo II, em 24 de abril de 1994 no Ano Internacional da Família, tendo sido considerada esposa amorosa, médica dedicada e mãe heróica, que renunciou à própria vida em favor da vida da filha, na ocasião da gestação e do parto.

Santa Gianna Beretta Molla, rogai por nós!

Evangelho (João 10,22-30)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.

22Celebrava-se, em Jerusalém, a festa da Dedicação do Templo. Era inverno. 23Jesus passeava pelo Templo, no pórtico de Salomão. 24Os judeus rodeavam-no e disseram: “Até quando nos deixarás em dúvida? Se tu és o Messias, dize-nos abertamente”.
25Jesus respondeu: “Já vo-lo disse, mas vós não acreditais. As obras que eu faço em nome do meu Pai dão testemunho de mim; 26vós, porém, não acreditais, porque não sois das minhas ovelhas. 27As minhas ovelhas escutam a minha voz, eu as conheço e elas me seguem. 28Eu dou-lhes a vida eterna e elas jamais se perderão. E ninguém vai arrancá-las de minha mão.
29Meu Pai, que me deu estas ovelhas, é maior que todos, e ninguém pode arrebatá-las da mão do Pai. 30Eu e o Pai somos um”.


- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

Comentário do Evangelho

As ovelhas escutam a voz de Jesus e o seguem

Esta é a quarta e penúltima visita de Jesus a Jerusalém, por ocasião de festas religiosas. A intenção de João é mostrar que estas festas estão superadas pelas obras de amor de Jesus, feitas em nome do Pai, com o dom da vida eterna. A festa da Dedicação lembrava a libertação do Templo, por Judas Macabeu, profanado por Antíoco Epífanes. Contraditoriamente, durante a festa, procuram, por apedrejamento, matar Jesus, o próprio Deus presente entre eles.
São retomados alguns temas do Evangelho. Jesus faz as obras do Pai, mas os judeus não acreditam. Por outro lado, dentro do tema do bom pastor, as ovelhas escutam a voz de Jesus e o seguem. A elas é dada a vida eterna. As palavras de Jesus são um grande estímulo para a comunidade. Todos estão na mão de Jesus e do Pai, e não serão arrancados por ninguém. "Eu e o Pai somos um." Nos Evangelhos, somente aqui temos esta autoproclamação sucinta da união com o Pai.

José Raimundo Oliva

A igreja celebra hoje: Santa Zita

Com muito carinho e devoção, lembramos, neste dia, da santidade de vida de santa Zita, padroeira das empregadas do lar. Nascida em Lucca, na Itália, no ano de 1218, em uma família pobre e camponesa, mas que soube comunicar a ela a riqueza da vida em Deus.

Como simples empregada, sem estudos e cultura, Zita consagrou-se inteiramente ao Senhor, sem deixar sua vida simples. O segredo da espiritualidade desta santa era muito concreto, pois consistia em se questionar se esta ou aquela atitude agradava ou não ao Senhor; desta forma abriu-se para a santificação de Deus.

Santa Zita, com vinte anos, foi trabalhar numa família nobre e lá, não deixou de participar em todas as manhãs da Santa Missa na comunidade. Ela ajudava aos pobres e visitava os doentes nos tempos de folga, desta forma conquistou a admiração dos patrões. Conquistou também muitos corações para o Senhor e, merecidamente, o Céu.


Santa Zita, rogai por nós!

Evangelho (João 10,1-10)


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus: 1“Em verdade, em verdade vos digo, quem não entra no redil das ovelhas pela porta, mas sobe por outro lugar, é ladrão e assaltante. 2Quem entra pela porta é o pastor das ovelhas. 3A esse o porteiro abre, e as ovelhas escutam a sua voz; ele chama as ovelhas pelo nome e as conduz para fora. 4E, depois de fazer sair todas as que são suas, caminha à sua frente, e as ovelhas o seguem, porque conhecem a sua voz. 5Mas não seguem um estranho, antes fogem dele, porque não conhecem a voz dos estranhos”.
6Jesus contou-lhes esta parábola, mas eles não entenderam o que ele queria dizer. 7Então Jesus continuou: “Em verdade, em verdade vos digo, eu sou a porta das ovelhas. 8Todos aqueles que vieram antes de mim são ladrões e assaltantes, mas as ovelhas não os escutaram. 9Eu sou a porta. Quem entrar por mim, será salvo; entrará e sairá e encontrará pastagem. 10O ladrão só vem para roubar, matar e destruir. Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância”.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

Comentário do Evangelho

Jesus é a porta das ovelhas

Temos aqui a primeira parte da metáfora do bom pastor. Ela foi inserida no Evangelho de João, no fim da narrativa da cura do cego de nascença. A metáfora faz o contraste entre o bom pastor e o ladrão e assaltante, e ilustra o conflito entre Jesus que curou o cego e os fariseus que o rejeitam. Com contundentes adjetivos, Jesus desautoriza os chefes religiosos do Templo de Jerusalém e das sinagogas. É Jesus a porta pela qual as ovelhas devem entrar e sair.
Escutar a voz de Jesus e segui-lo. O simples timbre da voz humilde e amorosa se distingue da voz prepotente e autoritária. E a voz de Jesus é também o convite ao seu seguimento, na construção de um mundo novo onde haja vida em abundância, que jorra para a eternidade.

José Raimundo Oliva

A igreja celebra hoje: São Luís Maria Grignion de Montfort

Neste dia, nós contemplamos o fiel testemunho de Luís que, ao ser crismado, acrescentou ao seu prenome o nome de Maria, devido a sua devoção à Virgem Maria, que permeou toda sua vida.

Nascido na França, no ano de 1673, de uma família muito numerosa, ele sentiu bem cedo o desejo de seguir o sacerdócio e assim percorreu o caminho dos estudos.

Como padre, São Luís começou a comunicar o Santo Evangelho e a levar o povo, através de suas missões populares, a viver Jesus pela intercessão e conhecimento de Maria. Foi grande pregador, homem de oração, amante da Santa Cruz, dos doentes e pobres; como bom escravo da Virgem Santíssima não foi egoísta e fez de tudo para ensinar a todos o caminho mais rápido, fácil e fascinante de unir-se perfeitamente a Jesus, que consistia na consagração total e liberal à Santa Maria.

São Luís já era um homem que praticava sacrifícios pela salvação das almas, e sua maior penitência foi aceitar as diversas perseguições que o próprio Maligno derramou sobre ele; tanto assim que foi a Roma para pedir ao Papa permissão para sair da França, mas este não lhe concedeu tal pedido. Na força do Espírito e auxiliado pela Mãe de Deus, que nunca o abandonara, São Luís evangelizou e combateu na França os jansenistas, os quais estavam afastando os fiéis dos sacramentos e da misericórdia de Senhor.

São Luís, que morreu em 1716, foi quem escreveu o "Tratado da verdadeira devoção à Santíssima Virgem", que influencia ainda hoje, muitos filhos de Maria, inclusive o Papa João Paulo II, que por viver o que São Luís nos partilhou, adotou para a vida o Totus Tuus, isto é, "Sou todo teu, ó Maria".


São Luís Maria Grignion de Montfort, rogai por nós!

Evangelho (João 10,27-30)


— O Senhor esteja convosco!
— Ele está no meio de nós!
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo João.
— Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, disse Jesus:
27“As minhas ovelhas escutam a minha voz, eu as conheço e elas me seguem. 28Eu dou-lhes a vida eterna e elas jamais se perderão. E ninguém vai arrancá-las de minha mão.
29Meu Pai, que me deu estas ovelhas, é maior que todos, e ninguém pode arrebatá-las da mão do Pai. 30Eu e o Pai somos um”.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

Comentário do Evangelho

Eu e o Pai somos um

Estas palavras de Jesus ocorrem em um discurso mais longo, pronunciado durante a festa da Dedicação, em Jerusalém. Na festa anterior, das Tendas, Jesus já fizera a autoproclamação figurativa: "Eu sou o Bom Pastor". A imagem é bela e permanece guardada nos corações através dos séculos. Embora seja uma imagem rural e mais específica de determinadas regiões, é facilmente compreendida por todos. O proclamar/falar e o conhecer, o ouvir e o seguir, exprimem uma relação de diálogo e acolhida existente entre Jesus e os discípulos. É a palavra e a escuta que estabelecem o diálogo. É o diálogo que leva ao conhecimento e à união de amor, o seguimento. A união de amor na comunidade, com Jesus, significa a integração na vida eterna de Deus. A dupla menção: "Ninguém vai arrancá-las da minha mão", "ninguém pode arrancá-las da mão do Pai [.], que é maior do que todos" indica o pano de fundo do conflito vivenciado pelas comunidades dos discípulos ameaçadas pela sinagoga, no tempo da redação de João. Contudo, para os que creem não há maior garantia. Estamos envolvidos pela vida divina: "Eu e o Pai somos um". Os discípulos de Jesus, desde as primeiras missões, enfrentaram dificuldades semelhantes às do mestre. Assim aconteceu com Paulo e Barnabé, em sua primeira viagem missionária (primeira leitura). Trabalharam arduamente, insistindo junto aos discípulos para que continuassem firmes na graça de Deus, apesar das provocações dos judeus cheios de inveja. Igualmente as comunidades joaninas de Éfeso, no fim do primeiro século, sofriam grandes perseguições (segunda leitura). Elas sofrem a "grande tribulação", mas estarão, dia e noite, diante do trono do Cordeiro, que é o próprio pastor que conduz às fontes de água vivificante.

José Raimundo Oliva

A igreja celebra hoje: São Marcos Evangelista

Celebramos com muita alegria a vida de santidade de um dos Evangelistas: São Marcos. Pertencente de uma tribo de Levi, era judeu de origem e de uma família tão Cristã que sempre acolheu Jesus, Maria e os apóstolos em sua casa: "Ele se orientou e dirigiu-se para a casa de Maria, mãe de João, chamado Marcos; estava lá uma numerosíssima assembléia a orar"(Atos 12,12).

A tradição nos leva a crer que na casa de São Marcos teria acontecido a Santa Ceia celebrada por Jesus, assim como dia de Pentecostes, onde "inaugurou" a Igreja Católica. Encontramos na Bíblia que o Santo de hoje acompanhou inicialmente São Barnabé e São Paulo em viagens apostólicas, e depois São Pedro em Roma.

São Marcos que na Igreja primitiva fez um lindo trabalho missionário, que não deu fim diante da prisão e morte dos amigos São Pedro e São Paulo, por isso evangelizou no Poder do Espírito Alexandria, Egito e Chipre, lugar onde fundou Comunidades. Conhecido principalmente por ter sido agraciado com o carisma da inspiração e vivência comunitária que deram origem ao Evangelho querigmático de Jesus Cristo segundo Marcos.


São Marcos...rogai por nós!